terça-feira, 31 de dezembro de 2013

ano novo ano-novo

todo ano-novo é todo igual  a todo velho  peido de natal
ano-novo quando nasce se esparrama pelo som
quando dança de novo de fato bem vestido
quando amanhece tudo igual...

canta o pássaro, voa o dia
o ano novo dá-me bom-dia
esse ano que velho que agor
a já não existia
assa tristeza de saber-se velho quando da imposição da cultura

a ideia de mudança é pura sepultura
porque não faz o caminho porque não há caminho a ser feito
há somente o cheiro de peido

e um velhinho chato com cara de coca-cala
a maioria ignara
barulho, funk, dançarinas, suor e cerveja
há que não veja o verdadeiro fundamento.

corre cão, voa assanhaço
saia por aí e conte a todos os pássaros
que do peido
nasceu  amor
sim, um ano-novo sim, senhor
filhote da cultura
vai se esbaldar de tanto comer chocolate
e dormir na barriga da fritura
 tudo a mesma coisa o tempo todo
o home  precisa repetir seus rituais
o ano-novo acorda o corpo
a ano-novo abusa do hífen
a ano-novo acsabou de enterrar o ano morto.




sábado, 28 de dezembro de 2013

Nossa Senhora dos caminhoneiros

dói na minha carne a história que pede para ser contada, pois faz parte deste imenso baú que carrego comigo e que sumirá quando eu não mais houver por aqui, ou então  quando eu for poeira de estrada, no meio do inclemente sol de agosto. tudo perecerá, até esta vontade de sumir e esse não sei o que que me devora e me faz escrever de desabafo palavras, de sonhos imagens revividas e agora recontadas com cara de ideia. com cara de revividas ante esquecidas por mim ou por joão. Bem, mas quem é José? Alguém como você e eu que luta por um caminho seu , e, naquela tarde, mal sabia eu, que o encontro com a divindade estava marcado , só não saberia que se tratava de um br mal cuidada e um caminhoneiro dentro da barca de caronte.
Eu esperava o momento exato em que o carro ou caminhão pararia e me levaria à cidade grande. Eu estava debaixo de um sol que beirava os 40 e uma vontade de estudar, ser alguém para longe de minha aldeia. Os carros não paravam ao perceberem meu aceno, um, dois, trẽs, passaram vários, e então quando era um apessoa de minha aldeia, esta fazia gestos incompreessíveis para me lembrar de que não iria pelo mesmo caminho que o meu, eu assim,  parado com o sol já a ameaçar cair de seu maior Pêndulo. Ia desistir da carona , quando a surpresa aconteceu....

coleópteros

subir na merda e voraz voar
descer na queda e cantar
morrer na areia sem lamento
viver decididamente sem mente.

saber-se pouco a pouco sermente
viver no coração da gente
viver mais e mais no ar que pode
subir artropode
descer convulsão
para a formiga avião
para mim pinta no chão
para outros  um irmão

domingo, 15 de dezembro de 2013

amor

não sei porque não me encontras
se olho para ti e me vejo em ti
parece que o mundo inteiro não me dá atenção
quando falo de ti, coração
quando canto essa canção peno em esse não ter a ti
esse querer ser mais sem mim
sete p´raças eu corri
sete igrejas me benzi
sete freiras em mim passaram com seus véus de anáforas
sete cadelas em mim sorriram
passei por tudo na vida
e morri assim... assim...
nem mesmo como existi
não dá mais para te celebrar romanticamente
seminha eterna,mente pensa
e não pena quando percebe que amor novo nunca será breve
que amor de fato é privilégio de que grita com a bníblia
amor de fato é homofóbico e populista
amor meu só o destino
mas pelo passado não haverá
com isso me acostumo
e sigo até onde será...

tudo

Todo dia pegar ônibus. chuva e grito
todo dia ser palhaço para ser aceito
todo dia de idiota ser o eleito
toda hora em casa toda sem deleite

todo mundo canta e ri e finge tudo
todo mundo é  muito mundo para pouco todo
todo caso de amor é um vapor no tédio do sono
todo beijo é um romance sem início

todo dia é todo dia para quem resiste
toda hora é hora de ouro nos olhos
farois espetaculares
todo sábado casa, cinema e amigos
todo namorado para sempre sumido
tudo de mim encarcerado e resumido
todo domingo início e fim de  tudo
]

domingo, 20 de outubro de 2013

hoje

meus olhos cachoeira
meu peito tristezas
minha face incertezas
minha idade com certeza
minha felicidade maneira
sua estrda estreita.
Em um rio de lama jorrar fel
de mim
e nele cair e seguir pro mar
quando lá chegar será água seca
se tão molhado estar

minha esperança ilusão
meu desejo coração
minha sopa com limão
tua barriga em feijão
teu carnaval um senão.

minha boca seca
minha terra seca
meu maior seco
é ser seco de dinheiro
angústia imensa por inteiro....

sábado, 12 de outubro de 2013

o dia pasta nos dentes sob o efeito da pasta
o dia escolhe o melhor tom
para ser noite e dia de manhã
nas pedras chover flores amalgamadas

a tarde dança nos intervalos rasos de uma música leve
que me lave e leve perfaça a linha nova que do destinho traça
que se abra dona nova em leque
e durma liras noites no meio da praça.

a noite  encontra o dia  e diz de uma nova alegria nada
no escuro da vida da vasta avenida do ser
ter  a  noite bela partir de uma imagem desfocada no copo de Whisky
na ingratidão da madrugada

o dia nasce novamente e sorrii banquelo de tão eloquente

senhora K

eu corro atrás de mim , à frente do sim, flerto com o som  dos carros altos que
reverberam em meu corpo movimento.
ao lado de quem caminha para o futuro, assim,
eu sorrio colado em mim
não perder-me
por não ser todo em mim
mas estar conectado,plugado no sim, então
restrições demais dói nalma
fazer o que a natureza faz em seus tempos preteriais
ver-se também  no movimento das folhas
no coração de uma mulher
e todos os dias a serem os  primeiros dias

eu corro e talvez me ache.

morte

No dia em que eu gritar o que não se grita
pássaros vão ensaiar o que não se gralha
e silvos chilrearão o que não se cobra
assovios o não som do segredo da noite
silêncio...abraço diáspora do medo

eu vou te berrar um velho óbvio segredo
eu vou lutar mesmo com medo
eu vou reprimir mais uma vez meu desejo
eu sou um quarto de despejo
um lampejo que logo se apaga
uma crista nova em velha paga
eu sou mesmo nada

no dia que eu gritar o que não se sussurra
nem de brincadeira
minha missão vai estar inteira
minha alma na liteira...

sábado


esta viagem anulada não pode nublar o dia de alma
esta falta de precisão e de estrada
não coloca-me em disposição do nada irritado
antes um sorriso aberto de afeto sabadao
antes via tela verde de imagem de t.v
antes minha boca era você
hoje minha alegria saturnal não depende do sair
mas do ficar em mim,em tudo e todos em qualquer lugar
a melhor viagem é estar
parecer alguém que acabou de sair
tal qual você que acabou de chegar em mim
para inaugurar a alegria imensa
em qualquer padaria,rua, dispensa
a tristeza partiu e venha cantar
é vivo, grita e chora,mas ri de ter sentido tristeza e implora
que a alegria continue


domingo, 6 de outubro de 2013

nada

não me canso de acordar para nada
de sair, de renovar meu estoque e de gastar energia..inutilmente
como se a vida parasse de repente
ou num relance novo ou na retidão do pente.
a cortar finas flores cores da alma
o domingo  debalde em toma
e fora de seu alcance saio do lugar
vejo névoas de luar
numa anágua de a
 estrelinhas a despontar à margem
novo ser de que cobrar já merecera
assim, a princípio
para nada.


prefiro não falar sobre isso agora,assim,,,

eu sou um  ovo choco
eu sou um porco torto
eu sou um pouco fosco
eu sou um tanto misantropo

eu sou novo
eu sou velho de raposa
eu sou sua túnica verde e vermelha na peleja do inferno
eu sou o ar de ó
de ar
ar
par
de saber-se
novo e recomeço o que  de mim saí
o que se destraí
o que de ligeiro se tornou parente
o que de tristeza já se faz distante
o que de uma novo prima a vera  a de um amplo romance
um grito de esperança
uma triste lânguida lembrança
seus pés nas minhas  ancas
dos teus lábios nos meus
de seu peito de Prometeu.

queijo

pávida lua
cada pedaço seu contínuo
cobre-me de paixão

eu 2

eu vaio-me a toda hora
um desejo de ser menor quando ganhado de grande riqueza
uma fria saudades de um tempo ausente
eu vaio-me a aplaudir-me...

eu valho nada na vale
eu valoroso vale
eu passeio de barco
eu mesmo eu mim descontente

eu vaio´me e caio no abismo e no nada
eu quero conjugar valorar
ainda que some
que sem novo nome
eu quero a mim mesmo vida
eu te quero na arábia-saudita
de mineiro de ferro e bauxita

eu valho o que de mim se estrai
final de semana que da semana distrai
conto do congo
mem´ria em mim desapreceidamente reencarnada
domingo de pedra, amor, mães boas e lagartas
domingo de senina de pequnas sardas
e cantigas

eu valho o que é de minério mineiro ,eu sou do interior...

mudou?

Claro que mudou quarenta não é trinta vinte menos setenta e senta e espera o amanhã... claro que mudou, clareou escureceu,o mundo sou be de ti e de mim, família modela apocalíptica sim mudou no espaço de inscrição tumular modelar nc velho sopro do mundo arcaico mundou porque muda a muda com o chão. batidas novas no tamborim do meu coração. édipos novos pouco cheirosos manis velhas de viar futuro aqui te mando um beijo da tela da net da loucura do presente da visda de não que agora pra covardia diz também não claro que mudou, na maior parte das familias agora se tarefa mais e em conjunto claro que mudou de planeta evidente cambiado esquema

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

só sei

eu me olho em, óleos me dispo em fotonovelas e gramofones me ressinto nao sei o porque o poque de nao querer eu já sei sou tudo aquilo que entendo.... e sou em mim o que de facto nada sei.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

como ser homem no interior...

saiu correndo da sala do médico e dizia feliz: -- estou curado! Agora posso servir ao Senhor! O psicólogo conseguira finalmente transformá-lo em um ex-gay. A alegria dele e de todos os familiares era imensa. Ficaram livres da maldição. O rapaz estava curado e, agora frequentava regularmente a igreja, e não mais via pernas cabeludas e fortes com olhares furtivos, ora, isso é coisa de mulher, e ele era homem , e homem que é homem não olha para outro. Esqueceu que gay também é homem e ele subia ao púlpito e gritava que homossexual(ismo)-ualidade é coisa do demônio. Sua mãe o observava agora orgulhosa:nunca mais o chamariam de veado ou de boiola. Conseguiram... o senhor Jesus e nós da igreja, sem contar esse psicólogo, sem dúvidas, o melhor da região. No interior não exite gay, mas ex-gay, claro que esta lei vale até a meia-noite, depois... bem depois, os gatos ficam pra lá de pardos e isso dá um dó e um nojo na gente Imagine você viver a vida que os outros querem que você viva, só para fazê-las felizes, ainda que você sobreviva inteiramente na tristeza. Ele é meu melhor filho, me agrada, participa da vida, é uma pena que ele é... O rapaz já estava cansado de ouvir estas exclamações e sua família mesma se sentia ofendida quando alguém insinuava qualquer coisa. Era preciso curá-lo de qualquer modo, era o prestígio da família que estava em jogo. Conseguiram: o rapaz agora estava curado e não mais se aproximava de outros, só tinha olhos para uma fiel daquela igreja ,e aqui começa um romance cheio de citações religiosas e muito amor. dela para ele somente , claro... Ficaram contentes com a data do casamento e a mudança nas críticas ,antes diretas, agora eram risinhos escondidos à passagem dele. Ninguém o criticava abertamente porque ele tinha se salvado, ele foi contra a lei de 'santanás! Tempo passa, eles se noivam , a moça quer tê-lo inteiro antes do casamento, mas a lei é clara, sexo só depois de casados. haveriam, para o bem dele, de cumprir essa máxima até o último ponto. E cumpriram. Casaram-se, ela virgem, e foram felizes para sempre. Sempre?. O companheiro , no dia do casamento era só alegria, e a moça olhava para o chão e para as pessoas com muita vergonha, mas com muito orgulho de tê-lo ajudado a se livrar de tamanho mal. As irmãs o aplaudiam, a mãe já poderia descansar em paz.,afinal criara Homens do saco roxo e era o que tinha; homens de verdade, entendeu?-- dizia a sorrir na feira de sábado. A noite de núpcias foi uma surpresa, pois logo , logo, todos de calaram e se os deixaram, os dois foram dormir... ela ansiosa para ter sua primeira relação e ele em pânico total, mas por que , se ele estava definitivamente curado? As tentativas de carinho dela eram rechaçadas ,e ele dizia: vá ao computador e pode navegar à vontade, tenho que dar uma saída. ela: -- Como? você vai sair neste horário? ele: -É melhor que você se acostume... vou ali e volto! ela: mas no dia de nosso casamento? ele: -- fica na net que é melhor para todo mundo. Lá embaixo um carro o esperava, de fato a lua de mel estaria completa, sim, entre ele e o psicólogo. Eram amantes e ela serviria de álibi para os dois.Para um crime que não existiria se não o houvessem criado. Ela revoltou-se um dia: -- você disse que estava curado...mentiu pra mim, ... dois meses e nada, estrou mais virgem agora que antes de casada... ele apresentou a solução: Hoje, eu posso,pedir a ele que suba? ela disse que ele faria o que ele quisesse e o psicólogo subiu e ele e ela e ele tiveram uma noite diferente de todas. Agora estão juntos os dois, ela tem um bebê que todos dizem se parecer com o tal psicólogo, e ele agora está saindo pela madrugada com o mecânico da família. gay no interior não exite... o que existe é homem mal amado.

luar...

o luar me faz sentir quem eu sou quem eu sou me faz sentir que vou quem eu voume faz sentir que também estou também estou me faz sentrir pertencimento pertencimento me faz ser gente ser gente mais faz ser outra alegria diferente das pessoas ser pessoa é ser um e e muitos ao mesmo tempo ao memso tempo se amam e se masca chicletes se masca chicletes para que se tenham maus dentes maus dentes me relevam bons dentistas bons dentistas não são apreciados em Portugal Portugal é ali na padaria da esquina esquina é onde fala e não se ouve, porque é areibuto de silêncio. filho da madrugda madrugada pra fazer neném e para dormir dormir para acordar acordar para ver o sol ver o sol para da lua não se esquecer não se esquecer de que lua e sol estão sempre lá não se esquecer de voê não esquecer significa ser e ser é apreciar numa noite um lindo luar...

sexta-feira, 5 de julho de 2013

pre vestibular

sigo contente com o inverno deixando a lama e a primavera subindo nos dentes flores que alçadas ao ar , cortam minha arcada maior menos que flor mais que nada sempre este roubo de sono, atributo da madrugada fico feliz em saber que a menina afgora não dorme porque descobriu falsa sua vida preferiria não vê-la de frente por isso atca e usa a bíblia em nome de sua prórpira ignorância. sigo em paz porque sei o que fiz e o que se faz quando se tem pouca virtude e muito fanatismo melhor quebrar todo o gelo e mostrar o meu desprezo porquem despreza por desprezar e anda em csarros de luxo e vija para novsa almeida e se esquece de cumprimentar o vizinho sigo contente porque este tipo de gentre não mais vou encontrar ]e ficarei cadsa vez mais feliz ao saber que a verdadeira raiz foi plantada e já passa a frutificar querendo ou não dorerá em seu corpo tanto quanto em sua mente e semnte nova irá te mudar ou voc~e com ela mudará o mundo e dixará essa bobeira de religião e saberá que ser feliz é reconhecer seu vizonho, seu primo, seu irmão.

domingo, 23 de junho de 2013

...

sou nada mais que palavra que vaza da torneira da alma

sábado, 22 de junho de 2013

primavera

a sorte grade que terei no amor vem de sua boca que é resumo da tarde ensolalaradas de primaveras mil, se colocam na nova face do brasil bom da gás lacrimogênio nas faces rosadas em gritos para que os filhos deles!, agora enfrefentrassem o povo em seus furor antes gritos roucos e escondididos agora francas bombas aos gritos essa sensação de que perdemos o mundo na última condenão da terra numa lista ridícula de verdadeiramente querida de casos de currupção essa sensação nova de amor inda cai virar flor nas mãos de um anjo um brasileiro robusto verdadeiro portador da verdade do povo brasileiro capaz que não mais furar fila, gritar só por gritar, aprender a amar nosaa própria de selvagerias selvageria selvageria selvageria o verso é o de repente antes da sequência do tempo, elemento e rico amigo da história[ que mais nos invejamos com possíveis e malacabados felicianus que infestação a vida de gente honesta que grita palavrão e sequestra a palavra para nada dizerem em troca condordância ideológíca praticas novas de uma espera que parece que cheira a presente incerto menos ruim que um que presente subtraído

sexta-feira, 7 de junho de 2013

rodoviária

meu amor me deixou em um fétida rodoviária
nem sequer olhou pra tras
ligou o motor e saiu como se rodas fossem braços
queria alcançar não sei o que

sozinho na rodoviária vejo a vida passar
mulheres, mochilas, manias,  minas maravilhas
o mundo é tão grande e se resume  a um grupo que sofre debaixo de um toldo

chove na plataforma
meu amor será seco por isso me entregou ao mais alagado dos lugares
meu amor pouco risonho
por isso gesto tão bisonho
meu amor ciclista
 e eu utopista, neologismo de plantão flor vazia de ãos

eu que digo sim à planta que que te digo não
que sei de aritmáticomas não sei dizer bom dia
eu te digo
que amor maior de rodoviária
é sempre será amor de pouco viagra
sempre será maior de nada
será amálgama.

show

O dia acorda e lembra a a miga noite que já é hora
A alvorada faz festa no céu limpo
todo azul de cor nova de sexta
ou de qualquer dia de qualquer lugar ímpar

O sol se esconde no manto da montanha
e se prepara para entrar em cena
e desfilar a mostrar raios mil
a planta agradece e faz seu serviço matinal

fotossintáticamente efusivos grãos
desafiam pisadas no barro do chão
libertárias ideias desfilam no rol das iniquidades

Borboletas e pássaros forma  pequeno grande carro alegórico
cães visitam seus antepassados...
formigas sabem do seu trabalho
e o ser humano apenas deveria ser
diante de tanta coisa que definitivamente somente é.

vamos fazer nossa fotto de ideias
vamos jogá-las no caldeirão da plateia
vamos ser nós mesmos que a diferença
vamos ser agora já memoria de uma necessária esssência



sábado, 25 de maio de 2013

espelho

vou jogar-me a seus
 pais
vou me ligar em seus botões
vou subir em seus rodapés

vou rodar e virar pé de sal
vou quebrar o vidro das conveniências
vou sabotar minhas vontades absurdas
ficarei surda de te tanto te amar

vou implorar para que me deixem te namorar
vou escalar a montanha mais alta, só pra te ver, meu amor
vou saber de física óptica, por sua causa
vou caminhar nas nuvens quando te ver
vou saber aramaico e saber de cor seu nome ao contrário

sua roupa sem vestuário
minha cara nova lua lavada a nós
que me desatam de ti quanto mais me prendem a você

quero sambar um carnaval frenético
novo, gostar mais em mim, e menos em você
precisar s´po do ato da precisão das coisas
nada mais ser eu sem ti

quero nadar em mim, quero comer da vida o melhor sabor
queria ser feliz mesmo, por um segundo
só para a dimensão da vida
se me pedires rastejo
me jogo no jogo da sedução
sou seu nesta e em todas  as noites
antes em mim mesmo, antes sozinho do que me ver no espelho
triste realidade qure não canta nao fal mal, não sabe
não arde como ardo tal pimenta

vou impolrar a seus pais que quebrem o espelho
para que alice nova em  mergulhe na minha própria falta de imagem
na minha própria dor invisível
mas visívl de tão carne
que tarde arde nos canaviais do amor.


asas

Vontade de assas sem cera
de verdade sem pena de mim
sem penas falsas,m mas que voem sem limites

estava pensando em voar para fora da vida
estive pensando em beber minha fofoca preferida
desçalço estou, mei deixaste assim,

fico só e penso em voar e não mais parar
minhas asas de concreto me prendem ao chão
e desejo não ser quando meu ser é ar
quando assim  já não me suporto de tanto me suportar

vontade de descer aso abismos da carne
e ver o nascimento do desejo que arde
criar penas de olhos e óleos sem pena
mas que façasm minha ple nova
minha cara moça
minha boca torta
minha fala nova
minha cara sopa

vontade de voar pra além da vida
vontade de beber até cair
vontadede não ser mais daqui
vontade de sair... correr... cair.
mas fazer algo, ficar parado me entristece
correr, sofrer talvez me abastece
sou  movido a sofrimento
com minhas pesadas asas de sentrimento.

vera, poque nãos vens...

esperar quem demora a chegar
traz uma angústia e o mundo para
não dá para fazer nada sem você

mas você não chega, mas você não vem

dormir pensando em nosso encontro
queria que você não existisse aqui agora...
Amor não pode ser dependência
você me enlouquece
não vejo ninguém
minha ilusão é ter-te em meu lábios

abraçar seu perfume,. abrandar meu coração
e fazer de um sábado frio o consolo da existência

mas você não chega,mas você não vem

essa ansiedade de você irá me deixar
e irei deixar de sentir essa sensação de que ninguém mais há, além de você
 que você existe
me dá prazer, ninguém mais que você

sofro por não ter-te
sofro por não me acostumar a ficar sem ti
mais hei de te esquecer-te e os passar dos dias me fará forte de novo
e vou rir deste amor doentio, essa angústia, esta falta se senso, de seno,cosseno, de feno.

domingo, 19 de maio de 2013

gosto de você cidade...

Sinto uma vontade de não ser mais...
uma dor que vem pirata do paraguay
Um lugar que não se pensa
talvez eu seja réplica desse lugar ,com certeza sem par
vendo a lua debochar das  estrelas que se apagam na mãos do ditador.

tristeza que me invade porque, doendo nálma sou Monlevade
gritem o que gritarem... digam o que disserem
essa terra vai longe porque resiste à burrice e à  incompetência

Em qualquer parte do mundo as pessoas são mais ou menos iguais
por aqui não é distinto
mas sinto que o absinto da menina rica vale mais que as sinceras palavras de uma líder doméstica suada e verdadeiramente perfumada.

sinto e cheiro do que não presta
sendo então merda o quanto nos resta.
Sendo eu um buraco fechado em que não há fresta
concordo que existe  um reino de pobre festa
desejo que no futuro não sinta  mais vontade de não ser, de não ir embora e levar minha familia.
tenho vergonha de dizer o que faço e o que recebo pelo que faço
sem minha profissão não haveria todas as outras
sem mim, sem você que luta, seríamos bola fora sem chuteira que chuta
mas mãos, mas mães ,nos olhos de lágrimas...
e meu contemporãneos tambem  se sente órfãos, mas
 lutamos, apesar dos todos os  medos e pesares
apesar das rinhas e jogos de azares
apesar do grito que futebol que cala a raiva de uma população fanática, extasiada, e estática.
quero gostar de ser o que sou e de fazer o que faço
não quero ser tratado como gado no laço
quero seu sorriso dentro de meu abraço.

terça-feira, 7 de maio de 2013

photo

arde tarde sem sol
que a continuidade do vento a quebre forte
como a filigrana  de teus olhos
como uma terra de atalhos a despedaçar-se em mim no que há.

poemizar a própria existência
com a mesma clarivdência de um tataravô alpino


carne clave sob o sol
vida de farol e a luz dança no arrebol
poesia feita de caos jorrados no quintal
vista grossa no lamaçal
geral! agora é luz  nova
agora é tarde alegre[
agora é você luzidia
agora é a tarde à beira do dia

o sono invade de imensas nuvens no último grito de sol
imensas elas mundanans formas de a´gua vapor
 renovam o desejo pregresso da noite
que viráeelas cairão

foto







segunda-feira, 29 de abril de 2013

inferno astral

acordei para a vida  e morri para a trizteza
desejo desejar aqui agora mais que a lua menos que montanha
eu quero a quebra do verso
eu quero meu requebro de verbo
minha cintura a acompanhar os grcejos de seus olhos...
eu também quero amar
a natureza,  o dia, minha inesquecível beleza
que iora se esvai
que ora me destrai
que ora se sunbmete á paisagem dpo tempo
eu quero você não quero mais contratempos

desisti da brutalidade em nome de uma falsa e ilusória verdade
se remar cansa
que dizer do verso que encanta
que faz bcom a terminar em buá
de choro
de crinça idosa na praça do ourro
de cahorro caolho a ser professor
eu quero amar o esqauisito
para me sentir bonito, para então viver sem dor

as pérlos que passam por meu dias
são sentidas ausências de sua pouca companhia
são subprodutos de lágrimas
são esperanças
mas esperanças não há que as mata na mata.

sábado, 27 de abril de 2013

Por quê?

Por que comemorar  aniversário sem lugar?
Por que sorrir, dançar e esbravejar se o aniversariante não está?
Por que dizer besteiras, tomar coca cola, pílula, tomar partido
sem sentido aos gritos
se o aniversariante está na UTI

Por que desafiar a noite, o vento, a lua, o olhar?
se não mais está aqui?
Porque rir, por que chorar lágrimas de gasolina?
por que beijar por beijar
por que apenas dançar?
por que o porque de há
por que sinestesias dançam de tato
se o ano novo não começou de fato
Po que então vestir-se deste fato?

Por que pergunto por quê?
se não me sei onde e quando
se não me troco por novo conde
se não há aniversário de cidade
se não tem banda e calor que me cale
se não há ninguém na cabe
se eu mesmo não me caibo.

Por que fazer cara de paisagem e fingir não ver?
porque tanto mato na rua a crescer?
por que não deveria eu perguntar?
se o meu peito aberto de ferida trágica
assim o pede
se o meu remédio é a pegunta quer não encontrou sua cara resposta?
porque, por que, por que até o o nfinito
 Indignei-me de por quês, poooooor mim, por ti, por você.
por quê? Para quê? por que isso? pro que aquilo?
na dança do fogo danço
no canto do povo canto no canto
nos por ques berro em esperanto.



Lição de vida

Chegou dizendo que já me conhecia
Sentou-se no sofá, tomou do meu chá
detestou o meu pobre olhar
mas não dizia
Falava que precisava de conhecimento
dei-lhe o que queria
sintetizei de todas as metáforas, teorias
mas na hora de pagar...

o bolso sumiu
a pessoa despareceu
e junto com ela fiquei ateu de mim mesmo
porque trabalhei muito
entreguei a porco a pérola que agora escondia
entreguei ao rato o melhor dos queijos que roía
e agora sozinho não  quero o meu prazer do desejo
não há hímen de inocência

sinto-me usado, despejado, jogado aso cães
sinto-me como um ponto luminoso apagado de chão
sinto-me com  que não me sentia há muito
E talvez essa minha revolta o ainiquile
sob fôrma de poema
aquele que trabalha merece o melhor
aquele que desafia o tempo reconhece o  tambor
aquele que desafina não há o que dizer, pois tentou

Nunca mais na casa entrará
aprendi a melhor das lições
e com o coração partido tomo partido e aprendo o novo
se quiser saber terá que pagar
se quiser me ter terá que se cegar
se quiser ser
terá que se abandonar...


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Ele

ele correu contra a verdade
bateu de frente com ela
e saiu apaixonado
sabia qyue sentiria o maior amor que um léxico pode transmitir

sabia que sábia sabiá é comoção de verão
para enfim, adivinhar o doce do alecrim
a saúde da seiva
a elegãncia da bolrboleta
asimlpismente de uma cânrora;;;

ele fugiu da somnra da mentira
e desabaou em um reino feito de folhres metálicas
ele desrmou a concretude armada
e sabia sabiá de nada
e canta e sua voz maior inunda os pulmões do somho

ele desafiou a hipocrisia com um segredo aberto escoado ao vento
já não há lamento...
já vejo você e voc~e a cuidar-se
sa curar-se na tardse sombria de dentro
no sorrso seco da porta
na abertura da laringe, glote
nesse, aposte que parte do suposto decote da menina

ele coreu de si e se achou na fuga; explidou de prazer e é felix agora

terça-feira, 16 de abril de 2013

passo

passo a passo passo.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

vida

Nada  maior que a vida
eu a engulo e por ela sou engolido
Numa imperfeita sintonia, desafinada e viva

No funda da sala de festas
há um rosto que contempla em lágrimas
a parede...
volta-te para cá e vejas vida

Não essa mentira cadenciada, barulhenta
mas a vida mesma
primeira
quem vem  de seus pulmões
sopre ar no ar e desafie o tijolo aparências...
poucessências...
quintessências do medo da maioria

Não és quadro de lamento
És a vida viva
porque vive no segundo
E este segundo é o primeiro ar da mnhã de vidro

Vire seu rosto
Não mais  mire a parede
mas a verdadeira
vida...
este imperfeito Vidro.
venha comigo e participaremos do banquete
um brinde  a nossas imperfeições vívidas
e pçor assim vividas.

sábado, 6 de abril de 2013

sábado

Para que haja um sábado novo
pegue a chuva de sexta à noite
e misture com as lágrimas da garota abandonada no ponto de ônibus
junte com o riso de ódio do cansado motorista
e dê uma pitada de  mal cheiro do operário
sem higiene, sem revista que  mais cega que veja, mas um
corpo sujo, boa imunda. Alma limpa
porque alma é alma...
alva preta mas imune
alma que não precisa de perfume.

Para que haja um novo sábado
pegue cantoras de academia
preconceitos, pernas, coxas, pouca voz
muita gritaria
adicione uma cidade abandona com matel á vontade
e mosquitos da dengue fazendo a dança da pirraça
Não se esqueça de levar ao corno
os maltratos feitos ao idoso
e aos pequeninos.
junte açúcar e sal
álcool à vontade, vá a uma cavalgada antes e depois, sem MEDO
queime tudo, reivente o mundo
E dance um samba antigo de carnaval...

domingo, 31 de março de 2013

sem amor
sem dor
cem dólares é pouco para tanta dor...

sem calor
sem fome sem cobertor de pele de urso
cem anos para poucos felicianus

sem contrato
sem minha dívida de facto
sem pasto
cem brigões no  fundo da noite sem saber por que brigam, o motivo do que o fazem

cem pessoas num ônibus só...
sem marias da lavagem
sem comida boa e pão de ló

cem vacas pastam e pré-hambúrgeres
cem mulheres lutam sem sutiens que as ajustem
sem problemas de ordem ou conduta
sem mundo novo
sem mundo
cem de novo
sem ovo
ovo ov
 sem povo.


sábado, 30 de março de 2013

to mal

sinto dor quando vejo tanto horror
pessoas brigando pelo direito de agredir que procura ser feliz
há flores agora oisadas porque desprezadas
hám um risco tosco de toda a rapazada do bairro

sinto dor como de cabeça
sinto que se não tivesse sido e sabendo que fui
 sinto alegria quando vejo um pequenito desafdiando gigantes
girassóis despreocupasdos em existir
sinto calor quando sinto meus lábios tocaremm outros masculinos lábios

sinto frio quando pressinto  o ódio de um ex amigo
só porque soul, só porque estoul

sinto dor, mas alegria por ser quem eu sou
sou o grito na passarela
aquela que só a camareira ouviu em meio a pal,as surdas nervosas

sinto dor porque sangro sente este ou aquele
mas acordo, olho pro lado, levanto-me e saio pra lutar

sinto do por exirtir por isso não desito
hesito, mas permaneço
sou um rouxinol pelo avesso
sou o avesso do começo
sou o fim do triste desepero

na contramão so surto
eu furto o ar
eu sou um pássaro ferido por você

eu sinto dor porque vivo estou
eu sinto frio porque abri mão do claro calor
eu sinto dor por me pôr...
eu sinto que estou vivo e isso me deixa muito feliz
apesar da ferida, da invisível dívida
apesar deste começo de flor
apesar desse começo do fim
apesar de dor ser meu primiero amor

sinto dor e serei espuma que aprende a desaparecer
no rio das existência
sou dor, sou sangue vivo , que pusa e chora..
mas ama e que aprende agora a arte que adora
a si mesmo...
eu sinto uma vontade de não exitir
mesmo sentindo calor
mesmo a prosopopeia da dor

domingo, 24 de março de 2013

se 2

se você parar de ver o próprio umbigo
vai perceber que  tudo muda
tudo muda com a flor que já foi muda
como o grito que já foi surdo
como o surdo que já foi prefeito
como o prefeito que nunca deu as caras
como as caras  camisas de malhas
como o rio  que mais parece fedida desgarga
como empresa que polui e nada paga
como povo cretino que não busaca seus direitos
como ovo de serpente feito com jeito
como clara em neve , assim desse jeito
como ficar calado e ter medo e respeito
como sr anjo e saber-se demônio de algo mal feito

Se você parar de observar o gol
verá que a rosa foresce
verá que o amor acontece mesmo que se diga não
verá a velha senhpora desrespeitada no  busão
verá seu filho pregado na cruz da solidão
verá a verdadeira revolução

se você parar de beber gasolina
perceberá que andando se quima caloria
se vc, mas vc não quer, não é?

poema descolorido

a situação do gay no brasil atual
é parecida com a dos escravos do século dezenove
menos se move
menos se fala
mais se comove
a situação de pessoas como eu
é a mesma de milhares que trabalham , mas não são cidadãos de direito
pessoas que lutam e sofrem por não ter os mesmos direitos
 a situação do gay no brasil é um arco-íris sem cor
pois não há direito ao amor
marcha de jesus
marcha para ofender o outro
marcha para gritar palavrão em nome de quem nunca discriminou

a situação do gay latioamericano
é mesma do suburbano africano
apredejado por ser diferente
e quando precisam dele
esquecem dos sinsultos
eo chamam de diferente

a situação de 2013 é essa
nunca mudou, não muda , nem mujdará
um páis que não se educa
continuará matar
sem pena
porque pena não ha

b

biriba é pau
para fazer berimbau
aú que salta
aú que falta
berimbauuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu
sem som sobrenatural
minha voz , sua nota, seu dom
meu canto em seu redor
capoeira chegou
capoeira se for
berimbau
mistura de samba, carimbo de nau
berimbau
o seu sonho chegado em varau
berimbau
pedra bruta feita de cal
berimbau
minha luta, jornal matinal
berimbau
já canseim de rodar a seu som
a ser grande pequeno
a ser de pastinha filho veio
a ser de biriba
minha  fonte natural
berimbau, berimbau, berimnbbau
o seu som vai ganhar o meu sal
sua espoleta sonoroa que vai
minha vontade de ser outro igual
berimbau
feito de beriba que é pau
o aú desce a ladeira da nau...


ladainha

braços abertos de Cristo na cruz
não consigo perdoar meu pai
por mais que tente
por todas as chagas de deus vivo
por mais que tente
por todas as marias concebidas
por mais que tente
não contente
por todos os serafins e anjos decadentes
por mais que tente
por todo grito de gol e aguardente
por mais que tente
por todo suadouro em si, a semente
por mais que tente
por todo domingo velho novo diferente
pelas chagas abertas em meu peito demente
por suas lágrimas de rosas na via cruzis
por todas as gengivas e dentes permanentes
por você, por mim, pela folr do dia nscente
pela cachoeira de sangue quente
por minha blusa aberta no calor dormente
não vou te perdoar
por mais que tente

som

o cravo brigou com o som
debaixo dos pés do tenor
o cravo desafinou
o tenor despetalou

o cravo retumbou na janela
o tenor desiludiu-se
o cravo saiu ferido
o tenor ai que se riu-se.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

ali

cantava o sol e sua duraçãoo quando você apareceu
impossível os olhos não mais  se olharem
para que as bocas se toquem no mais divinal beijo
para que as mãos criem esculturas de sombras na parede do hotel.

o sol inunda nossa cama enquanto nos amamos, passamos da noite imensa
para o dia que entra por entre os raios de sol que esculpe nosssos corpos
no alvorecer...

cantarei
nas nuvrens antes do priemiro onibus
do primeiro sopro de sol quente
antes dos primeiros transeuntes
antes de eu ser eu eu vc set vc
antes de separamo-nos
para nunca mais amamor-nos
se  a fila nada
nada na onda , na ôla
no grito de prazer, no instante da morta do tempo
no coito, na noite para que outras vejam e tb venham


natureza

passarinho pequeno canta para meu amor voltar passarinho grande não tenha medo da dor abelha faz o mel e o dia passa por entre as coisas a linhagem nova de uma gota que ousou cair dao bacateiro e encontrou a pitangueira e criou nova cor, porque nova arvore a acolhe o som do que restou do mato, bem te vi beija a flor coruja emenda o divino da madrugada sabiá recomenda novos olhos imagem nova de pássaros asas etéreas, avioes prometeus canta passarinho sem medo da solidão sabe-se ser e ter-se a qualquer momento rio há de avistar a grandeza do mar mosca há de ser da montanha contrário e parte a natureza me faz ser uma fdorça dela e a isso eu agradeço porque ganho , recebo, sem preço ou comercio, o melhor das contadades vejo-a perto de mim, acontecendo e mudando-se e mudando o mundo dos oblíquos, dos claros e dos contrários.

academia

Não olhava pra ninguém, ficava lá no fundo da academia e esperava a chegada de seua pares para dizerem idiotices a vontade, sentado eu os observava sempre, em silêncio e fazia meus costumeiros exercícios. A alegria do suleito alto, forte, branco bem bronzeado sem adeixar-se avermelhar cirava espanto pela beleza e isso era o que todos gostavam del, a grande alegria e entusiasmo com que recebia seus amigo Fingia nao me ver como a outros com quem não se identificava sem nem ao menos conhecer, riase: __ ô viado, demorou hoje, ixi, ta virando já, olha lá que eu pego hein e ria... Todos os outros ram também e a tarde já pricurava a noite que anumciva por seu vez seus primiros tons no vespertino. passava eu de um aparelho a outro e via a contorção de meus músculos me trazer a esfuziante certeza de que viver ainda é melhor ou pelo menos molda-se a vida com o que se consegue dela. --- sua bichinha, sua namorada tava dando sopa na clube --- para com isso fi, dizia o outro, sou home rapa vai e volta das correntes dos aparelhos e música americana de todos conhecem toda conta do dvd e há um silêncio mistico e tudo volta a serser o que antes era, há também momentos de silêncio em que sol direto de onde é poder total lança suas chmas sobre nós, podendo haver o resto dia que premeditara a noite Agora já cumpri minha deliciosa sina e cuidei de mim, estou pronto pra ir embora, olhos de touro de ódio que antes olhava para a bunda do colega, vir-ase para um rapaz de uns 14 anos e dispara>__Alexandre, o crende, vi o filme, véio, guerreiro, maior machao o cara, e de uma hora para outra ele se vira e bieja outro homens, fiquei cokm novo daquilo, no, --faz cara de nojo e o o outro diz, -- maior boiola , outro. os dois riem já sabemos da noite e um vento grande toma conta do ambiente. sou puro suor, e agradeço a mim a minha vontade de ser cada vez mais dono de mim e da minha liberdade. A noite confirma isso. Olhou-me mis uma vez, riu desdenhosamente do próprio comentário, é como se esse assunto fosse amis importante do que a vida, ela falava sempre da homossexulaidade aleheia com proriedade, desconhecendo talvez a própria.Talvez isso fizesse com que fora do grupo costumeiro nao havia para le muitas amizades, enfim, mas a confirmação de seu discurso homofóbico era a cinta da boca de muitos que saíam com medo da inocencia do sujeito. pronto, agorea vou-me, acabei. sáio esinto a noite adolescer, voltarei para a casa e tomarei a costumeira ducha, a energia pura do meu corpo me diz que foi bom ter ido lá. Na subida da morro, eu pensava na frida khalo, na força desta mulher, no exemplo p´ra outra s mulhere do mundo, mas cai do méxico e vim para na minha cida quando percebio uma somenbra cionhecida, lá na academia via a somrba dela no espelho, agora sei que está perto,passa por mim, eu nada sinto, nada comreendo, não sei o que acolntece, passa por mim e em olha novcamente, será que epensava que eu era da raça alexanrina, se pensava que sim acertava e e u nem o vcia porque via a noigte e a luz dos postes repletos de meriposas, chega a hora de voltar Ele passa e entra numa casa bonita. descubro naquele momento que é qusase vizinho de mim, mora ali e entra robusto e cara de desdém na boca semiaberta. Estranha forma que não se vce no outro, meus passou estõa em harmonia com meu corpo, subo o morro da minha casa e passo na porta, nsesse a´timo de segundo, em que eu estava a frente da garagem da casa do meu grande amigo de velha data percebo , primeiro um barulho, um estrondo que vinha de dentro do lado do muro, meus ouvidos já não queriam ouv ir, masd foram obrigados devido o alyto silencio que rodeava o acto, dizia uma voz de mulher amadurecida--- vagabundo, sem vergonha ce ta penando que eu sou o que , e a outra voz dizia,--- calma mae, calma mae, ela respondia: calma, vocçe, usa a cueca e suja ela toda de cocoÇo e eu tenho que ter calma, marca de bicicleta num hoemem deste tamanhaho, toma vergonha rapaz. OUtro som de batidas--- Fala alto nao, mae,o mae.... e a voz some, ensaioe faço uma gargalhada nova mas que não seria ouvida por eles. Viro a esquina vejo minha casa , entro, desanso e durmo.

?

Um tempo novo de escolhas novas um cheiro antigo de incertezas velhas um canto triste a lapela na tarde de sábado espera todo amor que iluda não traz fruto que sendo o mias importante atributo das almas seja silêncio minutos tempo que se decompõe em desejo absurdo freud novo nova era novo canto de sániá de primvara casca da lima do limão quem dera vida de gato no telhado da vida salada mix de tevista velha de artista caneta nova cnaeta fina caneta é o canto da caligrafia um velho tempo e suas recordações decorar quadro veha nova insitente lição que um tempo novo adviria seria entao um tempo do mais e do bem enquanto as coisa de Pandora seriam aniquiladas contra a mulher ainda há esse ruim emblema de maldade nos homens ] para que exista tempo ou novo momento] agressão deixará de ser o tom e furta novca da mn hã descerá do céu poura alegria em todo tempo em toda compamnhia

ser

Deucalião e Pirra
desatado no sábado
a espera de algo maior que isso
talvez a tristeza ou o paraíso
isso
me dá vontade de cantar lá rá rá

É-me difícil ser sem anser
essa vontade que não devé ser mais que mera identidade
fogadas ao fogo ou sob a boca do  trovão
morre jazida dentro de mim, explosão

a vida passa a carruagem dos minutos inunda seu estilo
e treme a terra de meteoritos que quase batem
ou de detritos do sol da tarde
essa imagem de vulnerável beleza nos enche de pequenas virtudes diárias.
ser os dois primeiros helenos
ser mais ou menos
ser você e nao é ser menos
 ser cabelo de vênus
na tarde nova do dia dia  do mais ou menos.


domingo, 3 de fevereiro de 2013

spash, delicia etérea, depois o medo
sofrer os anseios milares
nos degraus da razão e docoração.

splas na carra, no corpo inteiro
a pequena morte nos avisa da grande
a sereia milimétrica se enhe de pus de vida
na subida dos desejos, na descida de terceiros.

se o que peecede é extase eo que depois acontece é a vida
o momneto exato é artefacto
é acto
é pacto mesmo que momentâneo....

spash na cara de quem dá carinho e  passa amor
splah contra os assassinos da  flor
sphas em em mim,,em você, meu amor



segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

marabá

Seu olhar me come e me faz sumir de mim
seu olhar é um paraíso que não conheço
desfaleço
torno-me entao pintura clássica no ar
torno-me movimento do instante
torno-me mais que distante

seu olhar e sua pupilas prenunciam o tropeço
sua namorada é puro furor e medo
eu, o quandor antigo pouco imperativo
dis-se de que de quadro vivo da obra de gonçalves dias
de dia marabá
de noite o meu sublimne olhar!
sua visão agora está a acabar porque há uma esquina tre nós dois
o contrato é nosso.acaba-se a imagem e subo a casa e durmo orgulhoso

domingo, 20 de janeiro de 2013

musica

você me convidou para uma valsa
fui lá e era forró
você destruiu minhas espernaças
nas pista de dança.

você me trocou por um homem
eu que sempre fui sua costela de adão
e jurei amor eterno no altar
saiu da festa eme deixou lá

forró maldito, destruidor da mulher
fez de mim escrava do som, da moda
fez da minha crinça, resto, trapo de nada e que se cansa
você me trocou pro outro no forró
disse que falava demais
mas qual mulher
só sentiria saudades de meu tropeiro
já que me cheiro agora é de caminhão de estrada
você me trocou por um louro
bruto feito machado
me deixou sozinha ouvindo nina
me deixou aqui e aqui vou ficar
mas de forro me basto
agora quero tecno, samba, axé, cantoras de academia
desta vez você vai ver quando a gata mia
desta vez você vai ver uma leoa irmã
ter seu novo leão
e rir de ter te tido, mas nunca com rancor
seremos amigos
mais que amigos, seremos irmãos,
ninguem manda em nosso coração
e entaõ... pronto pra dancar o arrocha ?

valeu, aproveita

você é pagodeiro
disse que valeu e que aproveitasse
não entendi o que disse e te ouvi de novo
na manhã seguinte não mais estaria na cama

disso tudo digo o contrário
entrou cantando pagode , saiu mozart do morro
mora em minha casa
e fazemos altas algazarras
o que a letra dizia não combinava com a vida
é seu secretario
amante
e artista
dorme comigo e não mais diz que não aparecerá
some no meio do dia e volta
pro seu ninho, sem pagode, sem chapéu panamá
sua cara safada querenso me amar

valeu, aproveita, que pode acordaar vc sim seu emim


gota

mais um dia claro
e caro
mais um embaraço
mais uma tarifa media e cara
mais um homem  a fazer novas velhas promessas
mais uma gota que cai e ninguem vê

o que seria entao viver?

som

doloridas costas já não me cansam mais
pesquisas loucas já não consomem meu tempo
frituras não moredem meu estomago
pinturas não desenham minha figura

eu sou o invisível a teus olhos
eu sou o novo velho marcado de morte
eu sou você no gafite da escola
eu sou eu eu e eu sou tudo e nda

caimbaras de janeiro me soccoram
mulhrres volumosas em ônibus me acudam
funck novo, velho rótulo
simples ouvir o inaudito
simples requerer o silêncio de uma borboleta
simples ver a noticía brijada no chão da boa

ferraduras de ferereiro as encontrarei decerto
e armarei para a nova idade do ouro
e do couro
que minha mães me enlouquecem

chuvas de verão visitem meu coração e chorem lágiemas de poço
esas ferias são um eterno desgosto de sal além da conta
de suas pernas trorneadas prontas
de seu mel na boca e no osso
de minha alma à beira do  fosso

minha cantiga de silêncio estoura os tímpano do maior barulho
e dançamos um frenético bate estaca enquanto a noite não nos diz nada
filha do vento, bolsão de ar, meninas correm e o tempo além delas
o som com elas
esse já vencemos jaz tempo....

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

corrida

O tempo passouy correndo e não
 tive tempo de cumprimentá-lo
tal sua velocidade brusca
pouca entao a minha busca

o espaço ficou parado entre nuvens e dilacerando meu coração em petalas
me mostou  quem eu sou na corrida
infinda e que não cessa, não cessa ainda

minha flor da existência se desabrochava em puro cerão inventado
no calor dos meus velozes passos passados
nas mãos que redesenham o venro
na secura que lambe minha língua
no escuro que já principia
nas luzes de natal anigas

o tempo passou no átimo
eu não sou eu eu sou o novo rei reiventado
eu corro para alcancá-lo
eu paro para contemplá-lo
eu que sou op destrerrado
eu  que me sinto de mim renegado
eu então por mim reiventado
o tempo me ensina, no dia em que o, pegarei
já não mais serei humano
serei também tempo
e memória terrestre

domingo, 6 de janeiro de 2013

Das desculpas indesculpáveis

Não deu... se quisesse daria,
Não pude... se pudesse faria,
Vou fazer o impossível... então faça!
Cheguei atrasado...não venha,
Dependendo das condições... não dependa,
É muito difícil...só poque você quer,
Queria muito.... mentira, não quer,
Ai, se desse... para você não dá,
Se fosse noutros tempos... seria o mesmo Kaos,
Se pegasse leve... então não pegue,
Não sei como fazer... te escuto e te ensino uma só vez,
mas você.. eu. eu não, eu nada sou
No futuro quem sabe... esqueça não sabe,
Faria de novo...não, esqueça,
Prometo nunca mais...de novo, de novo esqueça,
Com você é diferente...mais uma vez suma, desapareça.

Justificativas doem n'alma e irritam o ser
Entao cale-se e faça calado sua pequena Revolução
Inimigue-se da justificatica
assuma  já uma verdeira atitude
E reencontre o grande SIM e o grande NÂO guardados em sua escuridão anímica
 Invente-os e nunca mais nada  justifique.

sábado, 5 de janeiro de 2013

SER

EU SOU A MENINA MOÇA QUE LÊ NA SACADA
EU SOU VELHA NOVCA SUA NUNCA NAMORADA
EU SOU UM NADA FEITO DE PAPADA

EU LEIO E QUANDO LEIO VOU A OUTROS MUNDOS
ABSURDOS
CONFUSOS
SOU SUA SOBRINHA DECAPTADA
SUA NOVA MENINA EMPREGADA
SUA NOIVA D ALGODÃO FANTASMA
 SOU O MEIO0DIA DA VIDA
SOU O PRINCIPIAR DE TUDO
SOU EU MESMA FILHA DAS PALAVRAS
SOU BORBOLETA ANTES DE SER LARVA
OU VEGETAL QUE CAVA
OU CABELUDA E CALVA
DE JULIETA SOU ACLAVA
DE ROMEU O MAOR PERFEITO
DE OFELIA A MORTE
DE HAMLET A POUCA SORTE
EU SOU A MENIAN QUE TE OLHA NO ONIBUS
EU SOU UM FIASCO HUMANO
EU SOU O MINDEFINIVEL
O SENSÍVEL
O QUE QUER SAIR DA VIDA
O QUE LE MACHADO E CLARICE
O QUE SABE QUE NINGUEM MAIS OUVE NADAO TEMPO TODO
EU SOU O SILENCIO DA MADRUGADA
EUSOU TUDO , SOU NADA

SEXO

DESGRAÇADO
NUNCA MAIS ME ELOGIE
NUNCA MAIS ME CHAME INTELIGENTE
NUNCA MAIS DIGA TER ORGULHO DE MIM
NUNCA MAIS SE VANGLORIE DE TER ME CONHECIDO
CACHORRO
FILHODE UM PUTO
VAGABUNDO
SACRÍLEGO CRISTÃO
NUNCA MAIS ME OLHE COM OLHOS DE TERNURA
EU TE PROIBO VEGETAL
NUNCA MAIS DIGA GOSTAR DE MIM
NÃO TE PERDOO
NETO DE UMA RAPARIGA
NUNCA MAIS DIGA QUE SOU BONZINHO
NUNCA EXPERIMENTE UMA SÓ PALAVRA DE CARINHO

MUNDANO
SUJO VERME
NUNCA ME OLHE NOS OLHOS
ME VEJA COMO A VERGONHA ENCARNADA
ME VEJA COMO UMA SUJA POÇA DÁGIUA
QUE É O QUE SOU
NÃO VALHO NADA
NÃO ME ELOGIES, SOU  PUTA VELHA
NADA VALHO
NO ORVALHO
DECREPITO AINDA NOVO
NÃO VENHA  NO MEU SOCORRO
SAI DE MIM LIXO HUMANO
NÃO QUEIRA SER MEU SEGUIDOR QUE SÓ ME CAUSA DOR

QUERO SEU LÍQUIDO
SUAS ÁGUAS, SÓ ISSO
SE NÃO DER ISSO ENTAO VÁ SE FUDER SEM ME CONHECER
SEM ME RECONHECER
SOU O NADA DA NOITE
SOU O KAOS, O ELEMENTO PRIMORDIAL
SOU UM GRANDE AVOLUMADO ANIMAL

FILHO DA PUTA SUMA DA MINHA   VISTA E NÃO MAIS ME ESCUTA
QUERO SOMENTE SUA ESPUMA NA BOCA E SÓ E SÓ
ISSO ME BASTA BASTARDO

XASO

NO DIA DO SEU CASAMENTO
 ME VESTI DE NEGRO E CHOREI AO VENTO
NO DIA DO SEU CASAMENTO
NADA MAIS FAZIA SENTIDO, A BRUMA, O LENÇO
A ENXUGAR LÁGRIMAS AMARGAS E NOITES TÃO BEM VIRADAS

SEU CORPO PESAVCA NO MEU
HOJE SEU SORRISO DE NOIVO É MEU BREU
MEU SILÊNCIO NO FUNDO DA SALA QUE ARDE DE VIDA
E EU ESQUECIDA DE  MIM
SÓ PENSO EM TI, MEU AMOR
AGORA FELIZ PARA AS APARÊNCIAS
DE TI SÓ UM LENCINHO, UMA ESSÊNCIA QUE FICOU

NO DIA DO SEU VELÓRIO
VOU DAR UMA FESTA E CHORAR DE ÓDIO
BRINDAR NA SUA TUMBA E DEPOIS ME AGARRAR AO CONCRETO
PEDINDO SUA ÚLTIUMA TREPADA
SUA ÚLTIMA CASACA DE PALHA
SEU DERRADEIRO ADEUS
MINHA DESBOCADA GRAGALHADA
MEUS NERVOS EM FORMA DE ASAS

QUANDO VOCÊ RESSUSCITAR
JÁ TEREI MORRIDO DE MEDO
E NÃO CONTAREI NA RÁDIO PRINCIPAL SEU SÓRDIDOS SEGREDOS
SEREI UMA MOÇA NOVA NOVA  NO FUNDO DA IGREJA A TE VER BATIZAR
SEREI SUA TIA AVÓ MORTA AO TE VER CRISMAR
SEREI SEU PASSADO TOLO QUE VOCÊ NÃO MAIS ENTENDE
AQUI, AGORA, NO ALTAR, NA HORA DO SEU CASAMANTO...

SOUL

EU SOU UMA BOSTA DE VACA
EUJ SOU UM CANO ESTOURADO
EU SOU UM GRITO NÃO GRITADO
EU SOU UMA NÉVOA DE CARVÃO NAS PALMA DE SUA MÃO

OSSO

EM MIM NÃO HÁ NADA NOVO
SOU MAIS VELHO QUE A RECENTE CASCA DE OVO
SOU MAIS IDOSO QUE HESIODO NOVO

CHEGUEI AOS QUARENTA SEM DAR POR MIM
EU QUE SEMPRE FIZ CONTAS DA IDADE DOS OUTROS
AGORA ME DIZEM
VOCÊ NÃO PARECE TÃO DESCARTÁVEL ASSIM
VOCÊ AINDA SERVE PARA SUBIR O KILIMANDJARO
CORRER NA PISTA ENQUANTO ESCARRO
NO MAR NAVIO ANCORADO
SINTO QUE ALGO DE BOM SE PERDE EM MIM
SINTO QUE JÁ NÃO ME SINTO TÃO BEM ASSIM
SINTO QUE SOU SALSINHA E ALÇAFRÃO PROS OUTROS
CARREGO O ESTIMGMA DO TOURO TOLO
FERDINANDO IRRITADO
ORLANDO FURIOSO
BELLINI ENCOSTADO

QUERO MORRER E NÃO SEI COMO
QUERO VIVER E NÃO SEI COMO
SINTO QUE O AQUÁRIO SE ESQUENTA E NÃO SEI PULAR AINDA
SINTO QUE SINTO UMA FEBRE CONSUMIDA
MEU CORPO SE CONTORCE DE PRAZER NA SOLIDÃO DO MEU QUARTO
NÃPO SEI ATÉ QUANDO AGUENTAREI
SÓ SEI QUE SEI E ESTÁ ANGÚSTIAME MATA
SINTO QUE A HORA  NÃO CHEGA ,, NÃO CHEGA O ESPAÇO
O RELOGIO DO CUCO SE QUEBROU NA VIRADA
SINTO QUE SOU TUDO, SOU NADA.





eu quero te mandar um recado
não me use como se fosse descartável
não abuse do sorriso frágil
não se lambuze e suba ao altar de branco

eu quero te mandar no noticiário
pasmo ao me ver na tv a sua frente
só você vai ver

minha vingança por me usar
será sua loucura ao se deitar
sua infelicidade quando que rico arrotar
minha tristeza hoje é júbilo
ao te ver na terra se arrstando
cantando hinos evangélicos
patéticos

do lençol sujo em que me jogaste te mando um fuzil
a bala há de percorrerteu corpo de mármore
e eu solto não mais existirei
no escuro eu sou Kali
no claro eu sou divindade
na madrugada eu sou virada
na manhãzinha eu não sou nada

eu quero te dar os parabéns por você ser ninguém
e sendo assim cumpre o que teu pai te ensinou
se maltrata ou se finge que não
sou sua marmita velha jogada ao chão
menos que peão, mais que seu irmão

hoje te mando um cartaz
você desaparece e eu fico
você se esquece  do que faz
e eu mijo nas suas contradições

o maior recado dos recados dados
seja infeliz até qu alguém tam,bém tre use como eu quis
até que voc~e seja espuma de charfariz
até que espirre de tristeza de meretriz

vai se fuder, filhinho de papai
papa nova quwe agora cai
velho de 20 anos, idoso em calças de cambraia
sua vida eterna vaia!

sei lá

Hoje meu grito é silêncio revoltado
meus joelhos que doem gritam na subida
sua fala engole a minha goela abaixo
sou rato e rato de tempo me calo

Sou a planície inexistente
sou a verdade em sua cara incoerente
sou verdadeiramente semente
sou palavra de água
sou vento de sua anágua

Meu silêncio é grito acomodado
queria não mais ser de tanto chocado
com o que não sei dizer
não me falta nda, mas tudo  do nada me falta
asfalto quebrado
gelo derretido
ema que grita no suspiro do espaço

hoje eu sinto que a morte é bem vinda
com sua chegada estrelada
e aprender a morrer e ser
nada
e nada contra a correnteza das certezas
e nada contra o sufoco grito gritado
e no momento silenciado espasmo.