Eu te sinto do voo que rima
Teus telhados. Teus apartamentos.
Eu sento e olho a corrente dàgua
Eu gargalho de fome
Eu irei varrer o piso do convento
Eu me colho no vento
Me reinvento no girar do catavento
segunda-feira, 24 de junho de 2019
Eu volto aqui como quando olho para o chão
Eu seguro de ti qual areia no algodão
Eu volto, sento no banco sendo toco quase pouco.
Eu volto aqui para celebrar os grandes beijos
E também desafetos do agora nada
Eu aqui sou o amor no canto da madrugada
Vou pegar minhas asas e sumir na alvorada
Vou chorar lágrimas de concreto.
Eu volto aqui e de vez fico.