sábado, 27 de outubro de 2012

pequeno

pequeno entrou no meu quarto, desarrumou tudo
pqueno parece um carneirinho
pequeno já disse, é pequenininho
pequeno é meu sobrinho...

boom boom poow pequeno gosta e canta sorridente
de saber o futuro também
adivinhar artistas e jogar
correr pela casa  e nos animar

pequeno está novinho
tão pequenininho gosta de dançar
peqqueno sabe ler e escrever
prqueno já vai à escola
pewqueno não joga  bola
pequeno tem uma namorada
ela dança, ele  ,. ri e ela volta pro nada
igual sorvete de morango
péqeno ´pe um pequeno jango
dexce  a ladeira, canta, se diverte
pequeno nao inverte  a beleza da vida
não se quebra em choro
quebra todo o jogo
abre a cena, é pequeno na cena
claro, tyão grande que parece  menor ainda
é pequeno que se faz, não se fez ainda.

pewqueno é meu sobrinho, e o carinho
faz dele  eternamnete nosso pequenino
ainda que crecça
, natural movimento da vida
voom, boom  poow e ri de nossa piada
e colnta coutra reiventadea.
a tarde arde entrre o acordar e o tempo
a tarde se abrecomo um jogo de canastra ingenuo
a tsrde e o seu momento

o calor nos faz imóveis cimentos
pássros de roupas no trânsito lento, divagador
sob uma pessoa, desxce um elemento
emo motorista suor no rosto ri ara nada e de nada

a tarde enfumaça o ônibus
a tarde rearruma a vida seja nos silêncios ou nas breves palavras ditas a ouvidos atentos
a tarde é como um ônibus que queima nas piores  horas e passa em mim como folhas de um imício de tarde
e de cimento.
a rarde passa em mim,  como um ônibus passsou em minha vida
e fez de mim mais um número da dividida soma da desigualdade táctil
dos invertidos  números da leviandande
do fel do tempo
do céu em lamento
do sertanejo sedento
do aconchego sem tempo

a tarde entre o descansar e o sono
as pesssoas viram nada e só sombras piodem  cobri-las
novo arco-iris preto e branco
cela solta  no nascimento da noite
luz de âmbar a embaçar a corpos para a noite quase infina
o ônibus chega  ao ponto a tarrede escorreu-lhe pleos pneus e sonho com o próximo dia
e das aflições acalmadas desço e voua casa
saúdo a nova noite como prima velha da tarde.







sexta-feira, 26 de outubro de 2012

PITÁCULO - DITO O FEITO!: há um discurso que se perde no vento

PITÁCULO - DITO O FEITO!: há um discurso que se perde no vento: todavia todas as flores decompostas no chão e então, por mim pisadas e clemências de um tempo novo um tempo da potência e de sua constante...

raikai

a tarde cobre tudo e o azul se mistura com o verde abacate
tão escuro e vivo como um filete de alegria
giramos juntos e escurecemos à tenra idade
caminhantes de uma força que entrega a uma nova circundante

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

potência e poder

Eu não quero poder, eu sou potência...
eu naom quero mais catnar meramente palavras de som
quero o agodão-doce das palavras
a finuta do tecido em minha afiada lingua e caneta

queria um mundo que n~çao fosse tão velho, careta

queria poder fazerc areta pra dor
sua rosa vermelha e procura, meu amor

não queo o poder, quero flertar com ela
mas quero a mim mesmo
ratifixcxar o que de mim é intensidade

não curar  a própria dor pela metade
ser você, eu, nada ,quem sabe
se é que há alguém que sabe

e saber é poder
então eu  quero mais que o saber
quero saber se sei de nada
porque apagado reafirmo minha força
não quero soluços de camisa de força

quero semente a força e a forma da forca
quero ser somente ser que é intensidade em mim
petálas de jasmim
café canforado
e seu sorriso sem fim

a potñcia de ser o pder e o poder deve ser a forma nao a força.............................

A Corrida

Somente o som  dos meus pés batendo no chão e que procuram  a melhor pisada: isso era o que eu queria. Estava há duas horas e corria contra mim mesmo, e enlouquecia endorfinamente e  sarava e me sarava  nos saltos, que saltos e suor do salto. Borboletas me viam e eu me desviava delas. então, formávamos um estranho bailado não combinado, e tudo era silêncio e tudo era  minha pura respiração e ainda o olhar doce dos caes que compunham o Jardim da Imperatriz,assim como eu batizei o lugar queeu corria, os caes olhavam-se e  olhavam-me com os olhos intensos de uma tarde , e eu corria, corria, corria de mim. Foi quando eu vi o conflito pela primeira vez.
Estavam os dois de mãos dadas: uma moca branca e um rapaz negro. se olhavam profundamente como as cores da juvenude amada se olham ela, de cabeça baixa chorava  baixinho e ele, com os ombros pousados no dela, dizia... calma,meu amor, isso passa, parecia isso e tudo parece ser alguma coisa e eu passei coreendo, imaginei, já em   minha cabeça estética elétrica Otelo e desdemona, se,m  ciúmes, mas vexados de algo, talvez a baba de iago já os contaminava. lindo casal de um sábado à tarde, numa pista de corrida e  meus  passos me  diziam muito. A melhor corrida, a corrrida  do amor maior, a maior  e melhor e ainda ahvia   meu corpo que  reclamava maiores  suores, e aí corri mais e mais e  esqueci-me do casal, porque lemnbrei-me . lembrei dos canos de descarga dos carros, das mulheres louras que andavamn  com os namorados e do dia na  pista de  corrida.
passei na segunda volta e vi a repetição da cena e da imagem, já os pássaros voavam baixinho perto deles, porque estavam quase parados. marionetes de Kantor. Continuei, corria . A cura da alma está nas flores
e na alma das flores, em nós  também, quando deparados com o susto original da vida em movimento, o primeiro susto em percdeber o amor imenso era que um  mantinha pelo outro. Beijam-se eameçam despedida, quando percebo um olhar imenso entre os dois, ele vira , me vê e faz cara de pessoa ruim, sei que nao o é, passo e refaço  o caminho da volta, solto no espaço.
Agora os músculos pedem mais do meu corpo e na subida sinto a reação dos movimentos, desço até perto da praça, lá,evangélicos oram na igreja e seus cantos preenchem a tarde, faço a meia volta , viro-me e já vejo, ao longe, um carro parado e uma senhora aparentada dos quarenta anos , nossa desdemona nos braçoos dela a soluçãr, a mulher que a encoraja a encoroja... vamos lá, vai passar, e lá em cima pra cima da coroa da imperatriz, eu vejo o mancebo a descer a rua, a garotsa, muito antes  disso disso a m moça  entra no carro, abraçam-se novamente ,  as duas,a mulher liga o carro e vão-se.
passei correndo e pelo rapaz lancei oilhar que parece que não se está olhando e olhei nas faces dele que chorava e ria ao memso tempo. não entendi a expressão do meninote
Ah, conjurações das palavras que me faz contar tais impressoes. desço veloz,  já sinto menos dor.
ai, as ultimas voltas  são de puro suor no corpo e velocidade, e já me preparo para ir-me quando vejo