domingo, 30 de dezembro de 2012

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terça-feira, 25 de dezembro de 2012

ano novo

todos riem e saudam o velho ano que quase morre
todos choram e reivindicam o que podem  desejar
mendigo velho observa  sapato novo

o novo, meu filho, cai da árvore sem vontrade divina
o novo, neste ano, de tão novo não mais nos ilumina
o novo é mais velho que as páginas de um livro de sebo
o novo chegou tarde quando chegaria cedo

o novo ano é mais velho que a mais velha das tecnologias
fobias de verão, vocês varreraõ a materia viva  do kaos
serãosemente do novo incapaz
de resolver um equação fugaz
o novo cai de novo
e o velho então revisitado nos olha desconfiado
o que é novo diante de tanta repetição?
fagulhas dfa macdonadls, um mendigo a revirar o mais  novo sanduiche
um cantor a cantar a plenos pulmões
que já naão basta rir das coisas, mas repetir o que já se rriu noutro rosto
o novo, meu filho, agora é mais velho que meu tetrravô bicentenário


natal

as coisas vivem sem você
sem seu sorriso, sem seu grito
as coisas são as coisas e você não é mais você...

você muda todo ano e incapaz de olhar a lua, o sol as estrelas
a princesa que abre tua marmita de manhã
você sonha em ser principe de um pais de milhoes de fantasmans
que rondam os pontos em que te encontras
você é mais um e é o heroi de tua casa, tua brasa envole tua
esposa em pernas quentes, charutos em leite
és o heroi de teu lar e para lá da porta, nada mais és , menos que nada
sombra jogada ao léu
és o própriio papel em branco
passas em branco e seu sorriso não já é notado
certificado de velho e  a ninguem  encantas

posuis uma famíla que te  ama q devagar você a abandona
fere, e humilha aos que te amam
espera calafdo o bero da sirena
espara enfastiado na fila do cinema
sozinho...
porque te envergonha os seus que te amam

porque não te reconheces neles
porque és apagado e da borracha da vida pulara para o nada
apagado seus amores apaga
e qual cigarro velho tua  familia se cala
vc é o maior ou seja , vc é nada.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

pedagogia

Não vou mais te ouvir
vou falar e falar sem parar de falar
rainha da noite e  língua de acoite
não vou mais ouvir você quaro o solilóquio
falar, falar, e falar...

Taquicarida nos dentes
semente na ´lingua que não para
parar de falar para ouvir um grande para.
pare no pará que no pará que lá não pare...

Pare já e agora para
Papagaia pedagógica que não respeita a quem te peita
e sempre que profeir verdades já que mais pensadas
Dizer a ti que falas, falas, e não dizes nada...
falar um dizer novo como retatro-estante
andando sonãmbulo pela noite e pela casa
bêbada do Léxico da longas digressões disparatadas
das tétricas informações que no tempo para
já que o tempo da escuta  morreu e precisa desabrochar novamente
na rede social ou no muro de chuchu do quintal


Para de falar e vai o mundo riventar com sua falta de fala.

devolva

Para Nilsa

Devolva...
Devolva meus olhos brilhantes
e leve os cansados.
Devolva as flores jogadas e leve as gritadas
Devolva as horas trabalhadas no pano de chão pisadas
A minha bela e escancarada gargalhada.

Você e elas me devem  meu ferido orgulho
quero abracá-las novamente no meu peito, minhas sementes...

Quero te rever novamente como éramos e não como somos

Devolva a simplicidade e leve o remédios
Trabalho de burro em cargas dágua que meu corpo fere
angústia de menina que mae agora espera...
devolva a pessoa que sou e leve a pessoa que eu não era
é pesada a pena que carrego
é imensa a escada que detesto
é triste a recompensa que recebo.. por que então
devolva-me, porque sou mãe, mulher e amante
Devolva-me meus cachos brilhantes de instantes
devolva o que é meu, meu sorriso constante

Que eu darei a vocês o céu e farei dele nossa morada
devova sua mae, sua menina, sua namorada.




se

se cansasso tivesse nome, eu seria por ele chamado
se macaco pulasse de fome eu seria por ele aclamado
se buraco falasse do dono, eu seria pejorativamnete xingado

se migalhas falassem do sono eu seria de onírico pisoteado
se o riso falasse das margens, eu seria folha viva descascada
se meu sobrinho falasse de games, eu seria um robô hipnotizado

se a guerra falasse da paz eu seria combatente revoltado
se a putra falasse do macho eu seria de viado chamado
se a groselha reclamasse do vermelho, eu seria do azul descolorado
se a infãncia reiventasse a  morte, eu seria no kaos eternizado
se o ônibus fassa da estrada, eu seria placa desmiolada

se o sapato xingasse a perna, eu seria unha encravada
se o pasaarinho não cantasse, eu seria silêncio falado
se o avião nãotivesse motor, eu seria a dor do encouraçado

se o portão não tivesse cadeado, eu seria da janela jogado
se meu imrão não viesse de longe e seria barbie murchada
se as provas não fossem provas, eu seria folhas de margem
se o se não sesenão se eu seria ou não do não do não

se o não fosse o sim, eu seria reiventado.....

domingo, 2 de dezembro de 2012

caminhoneiro

roda a roda meu amor
viajo porque preciso
voltei porque a cama é macia

não há na estrada poesia
se poeira voasse volante
seria eu um cavaleiro errante de metal cavalo

corrigindo placas, asfálticas, nevráujicas
serpente que tenho que o  corpo percorrer...
no meio dela o signo em branco
ora presente, ora falho gancho

se viajo no seu carro ou se viaja em meu bagajeiro
só sei que já li de tudo, letreiro
arreebite,
já com Deus estou quite
e com são cristiovam limite

estrada velha, vida velha, correria sempre
mulher que não é nova
de singular somente aurora
o resto br de vitória
grito de gol
o volantre preso ao pescoço
minha profissão é meu gosto
subir pélo pais, descer nos seus quadris

caminhoneiro, viajo porque quero
não volto mais por que não te espero.

a veia

nu, seu meninu
já num to dano ciencia de mais nada
grandiosas mimórias, maria
já num to  dano ciencia de mais nada

a[i que  dor nas junta
aí que trombose multiplA
AÍ EU SOU UM SUS AMBULANTE
aí, esaa, menina, num via bem na iscola
essa outa, só que sabe do funck
 eeu não entendeno nada de nada
 eu nãio paromais de estar cansada

aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, dor nas cadeiras
nas pérnas, no lasso baço
dor de cotovelelira que dá inchaço
dor de reumatismo de cansasso
dor de véspera de jogasso

orinária! ordinário! fiquei sozinha
peru que não é amis galinha
frnago assado tal qual ppena
ele é que faz seus puemas

moida  a mola enferma
subida e descida erma
coisa fina que desepêra
aí, grandiosas mimórias
gloriosas penas dalvas
finas cabeças calvas
sentimento de domingo nalma

no outro
já é dia 03 de dezembro
no outro
já é natal
no outro
carnaval
no outro eu to solteiro

no outro
a ambição
no outro o mais de mim
no outro
dia do trabalho
no outro
festa de aniversário
no outro cansado sempre
no ourtro
já é de costume o ciúme
nno outro
deixa ver a queimada na praça e nam montanha
no outro é lua branda
no outro já é novemnbro
no ourro canudos de novo
no outro
dezembro de novo
no outro dia 03 de dezembro

domingo, 25 de novembro de 2012

d

ouvir boas histórias  de mimha mãe
ouvir bons tangos do sertão da patagônia
saber-se volátil ao meio-dia
saber-se sábio e não ser

não ter que ter
ser o que é ser
e simplesmente ser

ouvir novamnete e apoiar-se na memória
da alma
agora calma
e  esvair-se sempre e contentar-se sem ser contente

ouvir  minha nova carochinha
ser emergente e divergente manifesto
ocupar o inocupavel
ser medio e mediocre medio

eu agradeço por não ser nada e respirar o perfume da tarde
e aerder na panela que arde
epoder ser nulo
e mudo


privilégio de nao ter
sem compromisso a não ser o respirar
e ouvir minha mãe  contar históriasnovas e novas de tão usadas pela palavra
o domingo me invade
sem alarde
talvez isso seja alegria
ou a esperança de um novo dia
sem medos, sem pejos
um momento de lassidão
sono de verão
que  todos verão
sejam meus olhos um pouco de água
seja histórias de lágrimas salgadas
e escancaradas risadas


tudo

a memoria da alma
sentimento da intensidade do corpo
vazio infinito do copo
relexo profundo do poço
da estrutura da bolha de sabão
dos canos de mamoeiro

a sensação de um tempo novo
de todas as  coisas poucas
e ocas
a memoria, o medo não têm estruturas
são cegos que passeiam
no éter
são as vibrações do olhar violeta
risco nos olhos
a dança não  se mensura
cura a dor d "alma
cria o sorriso verdadeiro da tarde

os disas comovidos e mudos
é persona que vamos
descbrirmo-nos
ou deconhecermo-nos
para todo o sempre

a verdade a chama da alma
não se esaure, nem se apaga
vaga... e silenciosamente grita e para.

domingo, 18 de novembro de 2012

decepção no silêncio

olhso na academia
olhos de difeteria
olhos cansados do meio dia e ilusões dispersas

silêncio também é sintaxe
silêncio também é linguagem
límpida na escura rua da carruagem das verborrágicas palavras

que babam das bocas cansadas mas que falam
silêncio também é movimento
de ar de narinas
somente silencio sem espumas
somente somente  de so ser somente silencio
silencio agora ppois estou pertificado com a sordidez humana
 to pasmo com as palavras que me enganaram a tarde  toda
quero silenciar....
psiu pra todos
quero apenas observar o movimento do mundo

as coisas, só o movimento das coisas....
e ponto final de ar
ponto febril se silêncio.


Um boa noite verde de melissa
um boa noite ruim palmeirense
um bom noite vivo decadente
um boa noite mono descendente

um bom dia descrente na pasta do dente
um bom dia amargo nos lábios do crente
um bom dia sereno de gastro de quente
um bom dia  bom dia que de tão bom nos faz gente

uma boa tarde que arde nas entranhas estranhas de minha carne
uma nova boa tarde de cafezinho, bolachas e achaques
uma boa tarde relâmpago para que se entre na sala
uma boa tarde fuzil para que se saiba que  que foi lá
que se fez o mundo
um boa tarde para um surdo-mudo

uma nova bao noite no mundo escuro das precipitações aparentes
a etiqueta da conversa
a pressa que espera

a noiva nova de vestido de Hera
uma boite noite pra vocês
uma boa semana talvez
um mundo novo nunca
uma nova tarde que me supra
um novo discruso que me iluda.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

soul

eu sou a brisa
eu sou a tarde
eucmainho no ar despetalado
eu sou menos eu e sou tpodas as coisas naturais

eu sou a noite escura
eu sou o sapato quebrado
eu sou menos eu quando solto fogo
quando chuto a raiva
quando chuto a preguiça
quando chuto o chute

eu sou cartas rasgadas entre lágrimas
eu sou o som do automovel que ligeiro passa
que  sou uva passa que passa
eu sou aquele que passa
eu sou aquele
sem pronome
sem nome
sem ais

eu sopu uma força da natureza
em etrerna beleza
eu sou uma dádiva
e sou nada
eu sou a porta fechada de tua cara
eu sou eu
eu sou nada

DIGNIDADE

Está em você
no seu jeito de sorrir, andar, conversar, correr...
Está em você, na sua ida e vinda
na sua falsa despedida
na sua loucura, nas su busca pelo ar, resto de mar e brisa

está em você
não adianta esconder, é visível, grita, xinga a ofensa e atira
no seu sentar, andar, contar piada, blefar
saber de quem se foi ou de quem se diga
olhar o nada pela janela do busao

está em você
não está na poça dágua que te mira
está em você

está na sua coragem, na sua teimosia
está nos seus olhos baixos depois do meio-dia
está em você, só em você
mas em nada, nada mais está
e seus passos redescobrem a noite, lá também está
e suas gengivas saboreiam o dia
lá também está...

está em você em nemhum outro lugar
basta fechar os olhos e olhar
seu olhar que se bastaa na névoa pouca
quese fecha na garganta rouca
que dança na festa tal qual louca
que chora de c ulpa e não sabe o porquê
não está no outro, mas somentre em você

está em você viver de ar
e não mais saber o que

sim, esteve, está e sempre estará em você...

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

feriado

caio no frio do feriado
carros em pólvora e mulheres turcas
a televisão mente  mais que o papa

a papa fina do dia tranforma-se em desalento
quero fugir, mesmo sem per passagem
quero ser flor selvalgem
quero me deitar em braços mil
quero desaparece na névoa estática da tarde
como arde meu piloto coração

quero me banhar em folha de cansanssão
meu mundo caiu por você, maysa, minha deusa do tedio e da sedução
quero oucir a voz que se perdeu no tempo e
reprozí-la mentalmente
quero sair tranças livresw no ar
quero feriado e babar
para quando segunda chegar
eu calado, silêncio eteno do segundo
volto e me conformo e ser nada
enadar no som do novo tranbalho

feriado acabou e a cida  recomeça, mas até lá, sou pura lira
sou noite, sou seu, sou sua
sou u eterno éter de sua nuvem
a televisão me meostra estradas intrafegáveis
eu me ostro sonolento
quero conhjecder a turquia no próximo feriado.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

seu olhar colore  minha tarde
arde sem dor
seu olhar é um colar com amencoeiras em flor

seu olhar me deixou sozinho depois que se foi
sozinho estou
a tarja da tarde me deixa sozin
preto e branco
em guardanapos e fósforos...

sem você nao tenho tinta
 me colore se  puder felxionar o verbo

espero vc de novo num domingo desses
espero sua cor, seus olhos sem dor
espero seu calor sem me tocar

seu olhar, minha verdade

domingo, 4 de novembro de 2012

eu ouço uivos de silêncio
eu abano  meu lenço
eu sei que eu nao me pertenço

eu sei
você sao sabe , nunca saberá da minha dor
eu sei
que devo correr  correrdor
seus lábios enfeitam a tarde
e eu sou luz que arde

ouço gritos de nada
vejo filtros sem água
vou dormir sem anágua
vou ser multiplo sem ser um
vou estar sorrindo em lugar algum

eu vejo sombras enluaradas
eu vejo meninas desesperadas
eu vejo o riso da cirançada
eu vejo a parentela cantada
eu vejo, vejo, observo e me calo

eu vejo uivos de calos
to parado
to calado
to arrasado
to amuado
to suado
to assustado
to ainda to cansado
aliás, vico cansado
só mne pedem  nada me dao
to me sentindo latindo cao
sou um cão
to latindo de medo do futuro;;;
to perdido no presente
somras  que olham, sobra de gente
to estirado no tempo
to decepcionado   comigo
to me sentido miho nao colhido

to arrasado
sei que sou nada
e serei pó daqui a pouco
mas enquanto isso resisto
abro minha boca  e digo o indizível
danço o indançável
sorrio o insorrível
eu posso ser horrivel
matar meus dêmonios e ser feliz
basta um passo
mas  estou aboreecido
sou livro esquecido em sua estante
nao entrendo mais a felicidade do instante
quero ser constante
qeurro ser mais quennera vogal e consoante
fonemas soltos no ar
gargalahdas de ar


estou triste, mas resito
vou  resissitir o quanto puder e quando nao mais puder , viro memória

eu sei que nada vai acontecer
eu sei mas  vou continuar, por teimosia, a viver
eu sei de vc

eu sei que vc nao me quer
eu sei que vc é uma flor de pañtano
eu sei que sozinho você enlaça o vento

eu quero aprender a me querer bem
eu quero gostar mais de mim
eu quero ficar cendom a tarde e me sentir mais frida
eu quero mudar de vida

eu quero mais estranho ser
eu quero você
no espelho da academia
na pista de corrida
na aula de metafísica
eu quero me querer

quero beijar-me, abraçar-me
eu quero gostar mais de mim
eu quero ser um pardal pequeno
no abacateiro
da lima quero ser a flor da primavera
eu quero rir a toa da vida velha
eu nao quero culpa
eu quero tirar do meu peito essa dor que me arrsaa
eu quero  ficar sentado na praça
uma poça dágua, eu quero ser tudo
ao mesmo tempo eu quero ser nada

belo aprende a amar-se
porque você merece, meu nego
você sempre lutou muito e  tem nada
mas terá a paz dos mortos
o noa ser
mas antres disso ser feliz
ou entao só ser, ser e ser
sem me preocupar com mais nada
quero apenas existir e repsirar ar
quero nadar na piscina de mar
quero sair de casa de magrudada a me procurar
só quero existir com menos  angústia
isso está acabando comigo...



Da janela do ônibus vi um beijo desafiar a tarde
Era um garoto branco, obeso, camisa de time de futrebol
desceu as escadas, e um homem
a cara do garoto, dez vezes mais gordo  que o menino
o esperava na calçada

espreitei em minha tormenta de vida
desapareceu, quando já na calçada, o pai beija o filho
o garoto nao gosta e diz, para pai
o pai, fica sem graça e os dois seguem
o onibus continua
eu também
meus olhos doem de areia
vejom pouco amor a meu lado
vejo um pai ensinar um filho sentimento
vejo uma tarde feia  do inteior se bari
vejo cimento em meus lábios
calados cerram minha boca
não tenho filhos para fraternalmente beijar
tenho a noite inteira para no sonho dançar
já não há msia um mundo para domar
há somenbtre este mundo pra viver
e um beijo desafia a vergonha
pra me dizer que vale a pena viver
e acordar noutro dia para somente ser

minha morte

quero voltar aos braços de shakespeare
quero que machado me leve
quero estar  leve quando parir
de mim memso ima lama  imagem

quemor sumir

quero ser só um minuto no palco
quero ver no escuro seu grito de nada a me dizer que vale a pena  viver

sem o teatro sou nada
 e como nada quero morrer
quero nadar nas peças quero subir e  sumir no escuro
quero, mas quero ser feliz na atuação
nada que nao seja isso e nem mesmo canção

sem o teatro nao quero mais viver
estou sentido uma perguiça de tudo,
pessoas, caras, e dublagens a  me falar
que  tudo melhora
melhora nada
yo cansado de ser nada
que o nada que nada
quero nadar na piscina do escuro e na coxia ficar vendo a melhor das  vidas
não quero mais sofrer, sou capaz de morrer de maor pelo teatro

quero ibsen, beckett, brecht e nelson
não quero seus olhos
quero os meus  brilhando no esxuro e palmas a ame  escutar e me coroar

se não mais  pra atuar, perfiro que á noite, mephisto me leve
me leve e não mais serei
voarei  com fausto e flores de ar
quero descer no corpo e  subri na alma
palco de nuvens vou dançar
e o restro nao mais importa
serei nada e tudo de  nada me faz nova carta para o teatro
meu aneçl é o teatro
o terceiro sinal é meu afeto
a atução minha vida
o final  da peça minha diária  esquisitice
meu fim, quero morrer...
quero morrer no palco
que mephisto aja hoje e me leve para nunca mais sofrer
para  viver cheio, repleto de nada

tudo passa

tudo passa
até a uva
quem sabe a chuva
leve minha dor
quem saben aprendo o apaga-dor

e desapareço com o cansaço
vontade de nao mais ser
nessa tristeza me desfaço

não posso esperar de quem me ama
mais amor...
posso esperar de quem nao me ve
que me observe passar
passo a passo e laço o ar e passo a dançar

tudo permance
a chuva, o vento e a neve
como se nao parasse um até breve
gesto perdido nos seus olhos
energia que some nao volta
tudo passa e permance
nem que por um segundo acontece
e desfazo sentimento do breve
em novas brevidades leves

nao sei

nao sei pegar bus meu bem
vagalume no escuro capta a luz do numero cem
estudante reprovado no enem
filho que deseja nao ser e é nenem

eu sinto tua falta mas nao sei ainda amar
to velho para a vida e nao sei namorar, o óbvio
aprendi de pequeno o verbo desrespeitar
estou desaprendendo este verbo conjugar

eu nao sei ir de táxi, meu amor
o pedregulho da  rua chuvosa me  entristece de dor
como pizza  como quem bebe champagne
corro do surto como qyuem corre do diabo

nao sei mais ficar sozinho, meu amor
sei cantar passarinho  de dor
no escuro e no silêncio do quarto
eu vejo no espelho meu móvel retrato
que me inspira dor...
to tão triste que nao sei porque
e essas linhas traduzem o calvário do existir

quero que minha alma largue meu corpo
antes que sofra de novo
quero pegar o  último bus da esperança que se esvai na chuva

eu nao sei amar e to triste por isso



sábado, 27 de outubro de 2012

pequeno

pequeno entrou no meu quarto, desarrumou tudo
pqueno parece um carneirinho
pequeno já disse, é pequenininho
pequeno é meu sobrinho...

boom boom poow pequeno gosta e canta sorridente
de saber o futuro também
adivinhar artistas e jogar
correr pela casa  e nos animar

pequeno está novinho
tão pequenininho gosta de dançar
peqqueno sabe ler e escrever
prqueno já vai à escola
pewqueno não joga  bola
pequeno tem uma namorada
ela dança, ele  ,. ri e ela volta pro nada
igual sorvete de morango
péqeno ´pe um pequeno jango
dexce  a ladeira, canta, se diverte
pequeno nao inverte  a beleza da vida
não se quebra em choro
quebra todo o jogo
abre a cena, é pequeno na cena
claro, tyão grande que parece  menor ainda
é pequeno que se faz, não se fez ainda.

pewqueno é meu sobrinho, e o carinho
faz dele  eternamnete nosso pequenino
ainda que crecça
, natural movimento da vida
voom, boom  poow e ri de nossa piada
e colnta coutra reiventadea.
a tarde arde entrre o acordar e o tempo
a tarde se abrecomo um jogo de canastra ingenuo
a tsrde e o seu momento

o calor nos faz imóveis cimentos
pássros de roupas no trânsito lento, divagador
sob uma pessoa, desxce um elemento
emo motorista suor no rosto ri ara nada e de nada

a tarde enfumaça o ônibus
a tarde rearruma a vida seja nos silêncios ou nas breves palavras ditas a ouvidos atentos
a tarde é como um ônibus que queima nas piores  horas e passa em mim como folhas de um imício de tarde
e de cimento.
a rarde passa em mim,  como um ônibus passsou em minha vida
e fez de mim mais um número da dividida soma da desigualdade táctil
dos invertidos  números da leviandande
do fel do tempo
do céu em lamento
do sertanejo sedento
do aconchego sem tempo

a tarde entre o descansar e o sono
as pesssoas viram nada e só sombras piodem  cobri-las
novo arco-iris preto e branco
cela solta  no nascimento da noite
luz de âmbar a embaçar a corpos para a noite quase infina
o ônibus chega  ao ponto a tarrede escorreu-lhe pleos pneus e sonho com o próximo dia
e das aflições acalmadas desço e voua casa
saúdo a nova noite como prima velha da tarde.







sexta-feira, 26 de outubro de 2012

PITÁCULO - DITO O FEITO!: há um discurso que se perde no vento

PITÁCULO - DITO O FEITO!: há um discurso que se perde no vento: todavia todas as flores decompostas no chão e então, por mim pisadas e clemências de um tempo novo um tempo da potência e de sua constante...

raikai

a tarde cobre tudo e o azul se mistura com o verde abacate
tão escuro e vivo como um filete de alegria
giramos juntos e escurecemos à tenra idade
caminhantes de uma força que entrega a uma nova circundante

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

potência e poder

Eu não quero poder, eu sou potência...
eu naom quero mais catnar meramente palavras de som
quero o agodão-doce das palavras
a finuta do tecido em minha afiada lingua e caneta

queria um mundo que n~çao fosse tão velho, careta

queria poder fazerc areta pra dor
sua rosa vermelha e procura, meu amor

não queo o poder, quero flertar com ela
mas quero a mim mesmo
ratifixcxar o que de mim é intensidade

não curar  a própria dor pela metade
ser você, eu, nada ,quem sabe
se é que há alguém que sabe

e saber é poder
então eu  quero mais que o saber
quero saber se sei de nada
porque apagado reafirmo minha força
não quero soluços de camisa de força

quero semente a força e a forma da forca
quero ser somente ser que é intensidade em mim
petálas de jasmim
café canforado
e seu sorriso sem fim

a potñcia de ser o pder e o poder deve ser a forma nao a força.............................

A Corrida

Somente o som  dos meus pés batendo no chão e que procuram  a melhor pisada: isso era o que eu queria. Estava há duas horas e corria contra mim mesmo, e enlouquecia endorfinamente e  sarava e me sarava  nos saltos, que saltos e suor do salto. Borboletas me viam e eu me desviava delas. então, formávamos um estranho bailado não combinado, e tudo era silêncio e tudo era  minha pura respiração e ainda o olhar doce dos caes que compunham o Jardim da Imperatriz,assim como eu batizei o lugar queeu corria, os caes olhavam-se e  olhavam-me com os olhos intensos de uma tarde , e eu corria, corria, corria de mim. Foi quando eu vi o conflito pela primeira vez.
Estavam os dois de mãos dadas: uma moca branca e um rapaz negro. se olhavam profundamente como as cores da juvenude amada se olham ela, de cabeça baixa chorava  baixinho e ele, com os ombros pousados no dela, dizia... calma,meu amor, isso passa, parecia isso e tudo parece ser alguma coisa e eu passei coreendo, imaginei, já em   minha cabeça estética elétrica Otelo e desdemona, se,m  ciúmes, mas vexados de algo, talvez a baba de iago já os contaminava. lindo casal de um sábado à tarde, numa pista de corrida e  meus  passos me  diziam muito. A melhor corrida, a corrrida  do amor maior, a maior  e melhor e ainda ahvia   meu corpo que  reclamava maiores  suores, e aí corri mais e mais e  esqueci-me do casal, porque lemnbrei-me . lembrei dos canos de descarga dos carros, das mulheres louras que andavamn  com os namorados e do dia na  pista de  corrida.
passei na segunda volta e vi a repetição da cena e da imagem, já os pássaros voavam baixinho perto deles, porque estavam quase parados. marionetes de Kantor. Continuei, corria . A cura da alma está nas flores
e na alma das flores, em nós  também, quando deparados com o susto original da vida em movimento, o primeiro susto em percdeber o amor imenso era que um  mantinha pelo outro. Beijam-se eameçam despedida, quando percebo um olhar imenso entre os dois, ele vira , me vê e faz cara de pessoa ruim, sei que nao o é, passo e refaço  o caminho da volta, solto no espaço.
Agora os músculos pedem mais do meu corpo e na subida sinto a reação dos movimentos, desço até perto da praça, lá,evangélicos oram na igreja e seus cantos preenchem a tarde, faço a meia volta , viro-me e já vejo, ao longe, um carro parado e uma senhora aparentada dos quarenta anos , nossa desdemona nos braçoos dela a soluçãr, a mulher que a encoraja a encoroja... vamos lá, vai passar, e lá em cima pra cima da coroa da imperatriz, eu vejo o mancebo a descer a rua, a garotsa, muito antes  disso disso a m moça  entra no carro, abraçam-se novamente ,  as duas,a mulher liga o carro e vão-se.
passei correndo e pelo rapaz lancei oilhar que parece que não se está olhando e olhei nas faces dele que chorava e ria ao memso tempo. não entendi a expressão do meninote
Ah, conjurações das palavras que me faz contar tais impressoes. desço veloz,  já sinto menos dor.
ai, as ultimas voltas  são de puro suor no corpo e velocidade, e já me preparo para ir-me quando vejo

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

fera ferida

eu sinto uma saudade de nao sei quê
eu sinto uma  vontade de não ter por quê
eu sinto um convulsaão dalma
e um carma... ser ou nao ser

eu quero ser feliz mesmo tendo a certeza de nao ser
eu quero chorar rios enquanto há seca
que uqero ser seu rio
pousar sua cabçea no meu colo e derramar-me em chuva
que quero choraf o choro que nuca fora chorado
quero me ver num espellho bocado
como jardim de mim quero ser também pela água impregnado
soltar  meus lenços... meus ventos...
não ser mais sofrimento
eu quero também participar do banquete da vida
fazer de minha ferida pra outros  comida
eu quero ser ainda
feliz quem sabe que nade
contra a maré...
eu quero a calma do yoga
que quero a palma da mão
eu sinto que estou caindo pleonasticamnte no chão das ideias
eu quero chorar rios de  alegria
 eu sinto uma vontade de não existir
eu sinto uma vontade de parir
uma ideia nova, capaz de  revolucionar o instante
eu quero marmita, bebida e refrigerante
eu  quero se feliz do meu jeito inconstante.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

DESEJO

QUERO QUE A GRIPE VÁ EMBORA
QUERO QUE O CALOR VÁ TAMBÉM
QUERO SER CLARO QUANDO FALO
QUERO SEU  COLO DE NINGUÉM

QUERO QUERO QUERO E JÁ NÃO QUERO
QUERO POCÇA DÁGUA NO ABISMO DO SONHO
QUERO ESSE REDEMOINHO...
QUERO VOLTAR A SEDRE MENININHO
QUERO NÃO SER TÃO MINEIRINHO

QUERO OUVIRM O QUERO QUERO
BEBER, COMER E NÃO ENGORDAR
QUERO SER UM SABIÁ
QUEROINTERPRETAR E SER INTERPRETRADO
JÁ DISSE QUE QUERO QUERO
MANULEZAMENTE DESQUERO
BANDEIRAMENTE REQUERO
QUERO E NÃO QUERO
JÕA  NÃO SINTO O LERO-LERO
QUERO SRER PÁGINA VIRADA
QUERO ACORDAR DESMAIADO
QUERO SER SEU ÚLTIMO CIGARRO
QUERO CANTAR A ULTIMA CIGARRA DO VERÃO E DA JANELA VERÃO
QUE QUERO QUERO QUERO É NADA.

faz calor
faz calor em tudo todos e somos vítimas de nós mesmos
faz calor,m mas não está bom paran ir á praia,
faz calor e não há que,m queira sair de casa
faz calor e suor
mas desta vez é estranho como sofremos como se num estufa estivéssemos
faz calor, só sei que faz calor..,.
A ÁGUA

A ÁGUA BERROU NA PIA, RODOPIOU E DESAPARECEU  PELO RALO
EU SAÍ DESEMBESTADO ATRAS DELA
NÃO DESAPAREÇA COMPANHEIRA SEM COR, EU GRITAVA
NÃO ME  DEIXE SOZINHO EM PURA AQUOSA DOR

EU FIZ DA CORRIDA SUOR PRA REVER A ÁGUA EM MIM
EU  MENTI PORQUE SALGADA SÓ ÁGUA DO MAR
TÁ SECO O CÉU, TÁ SECO O VÉU DA NOIVA AO CASAR
TÁ SUADO SEU SORRISO SOB A LOUÇA DO JANTAR

A ÁGUA AGORA SILENCIO DERRETE-SE EM NADA EM VIRA VAPOR
FUMAÇA EXSTRANHA QUE DESENTRANHA A FACE
A NOIVA NOVA DA DOR
AS FOLRES MURCHAM
SETEMBRO MURCHO
EU MURCHO EM TI ÁGUA ELEVADOR
A AGUA BERROU DE NOVO, FEZ BARULHO E PROMETEU VOLTAR
ABSIOSO ESPERO POR ELA.......................................................................