domingo, 30 de dezembro de 2012
http://www.google.com.br/imgres?hl=pt-BR&tbo=d&biw=1273&bih=633&tbm=isch&tbnid=Vvm8ZoPsb2QHFM:&imgrefurl=http://www.downloadswallpapers.com/papel-de-parede/oracao-de-oxala-12409.htm&docid=5deWA6qJdb-t4M&imgurl=http://www.downloadswallpapers.com/wallpapers/2012/julho/oracao-de-oxala-wallpaper-12409.jpg&w=1024&h=768&ei=yVngUPnuOYmo9gTekIGgCw&zoom=1&iact=hc&vpx=808&vpy=325&dur=967&hovh=194&hovw=259&tx=140&ty=150&sig=110644259645193221816&page=1&tbnh=139&tbnw=164&start=0&ndsp=29&ved=1t:429,r:26,s:0,i:208
http://www.google.com.br/imgres?num=10&hl=pt-BR&tbo=d&biw=1366&bih=613&tbm=isch&tbnid=8D9DlbCCPvc83M:&imgrefurl=http://centrominaeourod.blogspot.com/2012/07/nana-buruque-e-sua-historia.html&docid=D7rVLdpbk-uSJM&imgurl=http://www.centropaijoaodeangola.com.br/images/nana1.gif%253F951&w=259&h=298&ei=ZVrgUKq9KoOL4ATkpoDACQ&zoom=1&iact=hc&vpx=190&vpy=107&dur=1492&hovh=238&hovw=207&tx=124&ty=138&sig=114959325399808114823&page=1&tbnh=143&tbnw=124&start=0&ndsp=30&ved=1t:429,r:2,s:0,i:94
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
ano novo
todos riem e saudam o velho ano que quase morre
todos choram e reivindicam o que podem desejar
mendigo velho observa sapato novo
o novo, meu filho, cai da árvore sem vontrade divina
o novo, neste ano, de tão novo não mais nos ilumina
o novo é mais velho que as páginas de um livro de sebo
o novo chegou tarde quando chegaria cedo
o novo ano é mais velho que a mais velha das tecnologias
fobias de verão, vocês varreraõ a materia viva do kaos
serãosemente do novo incapaz
de resolver um equação fugaz
o novo cai de novo
e o velho então revisitado nos olha desconfiado
o que é novo diante de tanta repetição?
fagulhas dfa macdonadls, um mendigo a revirar o mais novo sanduiche
um cantor a cantar a plenos pulmões
que já naão basta rir das coisas, mas repetir o que já se rriu noutro rosto
o novo, meu filho, agora é mais velho que meu tetrravô bicentenário
todos choram e reivindicam o que podem desejar
mendigo velho observa sapato novo
o novo, meu filho, cai da árvore sem vontrade divina
o novo, neste ano, de tão novo não mais nos ilumina
o novo é mais velho que as páginas de um livro de sebo
o novo chegou tarde quando chegaria cedo
o novo ano é mais velho que a mais velha das tecnologias
fobias de verão, vocês varreraõ a materia viva do kaos
serãosemente do novo incapaz
de resolver um equação fugaz
o novo cai de novo
e o velho então revisitado nos olha desconfiado
o que é novo diante de tanta repetição?
fagulhas dfa macdonadls, um mendigo a revirar o mais novo sanduiche
um cantor a cantar a plenos pulmões
que já naão basta rir das coisas, mas repetir o que já se rriu noutro rosto
o novo, meu filho, agora é mais velho que meu tetrravô bicentenário
natal
as coisas vivem sem você
sem seu sorriso, sem seu grito
as coisas são as coisas e você não é mais você...
você muda todo ano e incapaz de olhar a lua, o sol as estrelas
a princesa que abre tua marmita de manhã
você sonha em ser principe de um pais de milhoes de fantasmans
que rondam os pontos em que te encontras
você é mais um e é o heroi de tua casa, tua brasa envole tua
esposa em pernas quentes, charutos em leite
és o heroi de teu lar e para lá da porta, nada mais és , menos que nada
sombra jogada ao léu
és o própriio papel em branco
passas em branco e seu sorriso não já é notado
certificado de velho e a ninguem encantas
posuis uma famíla que te ama q devagar você a abandona
fere, e humilha aos que te amam
espera calafdo o bero da sirena
espara enfastiado na fila do cinema
sozinho...
porque te envergonha os seus que te amam
porque não te reconheces neles
porque és apagado e da borracha da vida pulara para o nada
apagado seus amores apaga
e qual cigarro velho tua familia se cala
vc é o maior ou seja , vc é nada.
sem seu sorriso, sem seu grito
as coisas são as coisas e você não é mais você...
você muda todo ano e incapaz de olhar a lua, o sol as estrelas
a princesa que abre tua marmita de manhã
você sonha em ser principe de um pais de milhoes de fantasmans
que rondam os pontos em que te encontras
você é mais um e é o heroi de tua casa, tua brasa envole tua
esposa em pernas quentes, charutos em leite
és o heroi de teu lar e para lá da porta, nada mais és , menos que nada
sombra jogada ao léu
és o própriio papel em branco
passas em branco e seu sorriso não já é notado
certificado de velho e a ninguem encantas
posuis uma famíla que te ama q devagar você a abandona
fere, e humilha aos que te amam
espera calafdo o bero da sirena
espara enfastiado na fila do cinema
sozinho...
porque te envergonha os seus que te amam
porque não te reconheces neles
porque és apagado e da borracha da vida pulara para o nada
apagado seus amores apaga
e qual cigarro velho tua familia se cala
vc é o maior ou seja , vc é nada.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
pedagogia
Não vou mais te ouvir
vou falar e falar sem parar de falar
rainha da noite e língua de acoite
não vou mais ouvir você quaro o solilóquio
falar, falar, e falar...
Taquicarida nos dentes
semente na ´lingua que não para
parar de falar para ouvir um grande para.
pare no pará que no pará que lá não pare...
Pare já e agora para
Papagaia pedagógica que não respeita a quem te peita
e sempre que profeir verdades já que mais pensadas
Dizer a ti que falas, falas, e não dizes nada...
falar um dizer novo como retatro-estante
andando sonãmbulo pela noite e pela casa
bêbada do Léxico da longas digressões disparatadas
das tétricas informações que no tempo para
já que o tempo da escuta morreu e precisa desabrochar novamente
na rede social ou no muro de chuchu do quintal
Para de falar e vai o mundo riventar com sua falta de fala.
vou falar e falar sem parar de falar
rainha da noite e língua de acoite
não vou mais ouvir você quaro o solilóquio
falar, falar, e falar...
Taquicarida nos dentes
semente na ´lingua que não para
parar de falar para ouvir um grande para.
pare no pará que no pará que lá não pare...
Pare já e agora para
Papagaia pedagógica que não respeita a quem te peita
e sempre que profeir verdades já que mais pensadas
Dizer a ti que falas, falas, e não dizes nada...
falar um dizer novo como retatro-estante
andando sonãmbulo pela noite e pela casa
bêbada do Léxico da longas digressões disparatadas
das tétricas informações que no tempo para
já que o tempo da escuta morreu e precisa desabrochar novamente
na rede social ou no muro de chuchu do quintal
Para de falar e vai o mundo riventar com sua falta de fala.
devolva
Para Nilsa
Devolva...
Devolva meus olhos brilhantes
e leve os cansados.
Devolva as flores jogadas e leve as gritadas
Devolva as horas trabalhadas no pano de chão pisadas
A minha bela e escancarada gargalhada.
Você e elas me devem meu ferido orgulho
quero abracá-las novamente no meu peito, minhas sementes...
Quero te rever novamente como éramos e não como somos
Devolva a simplicidade e leve o remédios
Trabalho de burro em cargas dágua que meu corpo fere
angústia de menina que mae agora espera...
devolva a pessoa que sou e leve a pessoa que eu não era
é pesada a pena que carrego
é imensa a escada que detesto
é triste a recompensa que recebo.. por que então
devolva-me, porque sou mãe, mulher e amante
Devolva-me meus cachos brilhantes de instantes
devolva o que é meu, meu sorriso constante
Que eu darei a vocês o céu e farei dele nossa morada
devova sua mae, sua menina, sua namorada.
Devolva...
Devolva meus olhos brilhantes
e leve os cansados.
Devolva as flores jogadas e leve as gritadas
Devolva as horas trabalhadas no pano de chão pisadas
A minha bela e escancarada gargalhada.
Você e elas me devem meu ferido orgulho
quero abracá-las novamente no meu peito, minhas sementes...
Quero te rever novamente como éramos e não como somos
Devolva a simplicidade e leve o remédios
Trabalho de burro em cargas dágua que meu corpo fere
angústia de menina que mae agora espera...
devolva a pessoa que sou e leve a pessoa que eu não era
é pesada a pena que carrego
é imensa a escada que detesto
é triste a recompensa que recebo.. por que então
devolva-me, porque sou mãe, mulher e amante
Devolva-me meus cachos brilhantes de instantes
devolva o que é meu, meu sorriso constante
Que eu darei a vocês o céu e farei dele nossa morada
devova sua mae, sua menina, sua namorada.
se
se cansasso tivesse nome, eu seria por ele chamado
se macaco pulasse de fome eu seria por ele aclamado
se buraco falasse do dono, eu seria pejorativamnete xingado
se migalhas falassem do sono eu seria de onírico pisoteado
se o riso falasse das margens, eu seria folha viva descascada
se meu sobrinho falasse de games, eu seria um robô hipnotizado
se a guerra falasse da paz eu seria combatente revoltado
se a putra falasse do macho eu seria de viado chamado
se a groselha reclamasse do vermelho, eu seria do azul descolorado
se a infãncia reiventasse a morte, eu seria no kaos eternizado
se o ônibus fassa da estrada, eu seria placa desmiolada
se o sapato xingasse a perna, eu seria unha encravada
se o pasaarinho não cantasse, eu seria silêncio falado
se o avião nãotivesse motor, eu seria a dor do encouraçado
se o portão não tivesse cadeado, eu seria da janela jogado
se meu imrão não viesse de longe e seria barbie murchada
se as provas não fossem provas, eu seria folhas de margem
se o se não sesenão se eu seria ou não do não do não
se o não fosse o sim, eu seria reiventado.....
se macaco pulasse de fome eu seria por ele aclamado
se buraco falasse do dono, eu seria pejorativamnete xingado
se migalhas falassem do sono eu seria de onírico pisoteado
se o riso falasse das margens, eu seria folha viva descascada
se meu sobrinho falasse de games, eu seria um robô hipnotizado
se a guerra falasse da paz eu seria combatente revoltado
se a putra falasse do macho eu seria de viado chamado
se a groselha reclamasse do vermelho, eu seria do azul descolorado
se a infãncia reiventasse a morte, eu seria no kaos eternizado
se o ônibus fassa da estrada, eu seria placa desmiolada
se o sapato xingasse a perna, eu seria unha encravada
se o pasaarinho não cantasse, eu seria silêncio falado
se o avião nãotivesse motor, eu seria a dor do encouraçado
se o portão não tivesse cadeado, eu seria da janela jogado
se meu imrão não viesse de longe e seria barbie murchada
se as provas não fossem provas, eu seria folhas de margem
se o se não sesenão se eu seria ou não do não do não
se o não fosse o sim, eu seria reiventado.....
domingo, 2 de dezembro de 2012
caminhoneiro
roda a roda meu amor
viajo porque preciso
voltei porque a cama é macia
não há na estrada poesia
se poeira voasse volante
seria eu um cavaleiro errante de metal cavalo
corrigindo placas, asfálticas, nevráujicas
serpente que tenho que o corpo percorrer...
no meio dela o signo em branco
ora presente, ora falho gancho
se viajo no seu carro ou se viaja em meu bagajeiro
só sei que já li de tudo, letreiro
arreebite,
já com Deus estou quite
e com são cristiovam limite
estrada velha, vida velha, correria sempre
mulher que não é nova
de singular somente aurora
o resto br de vitória
grito de gol
o volantre preso ao pescoço
minha profissão é meu gosto
subir pélo pais, descer nos seus quadris
caminhoneiro, viajo porque quero
não volto mais por que não te espero.
viajo porque preciso
voltei porque a cama é macia
não há na estrada poesia
se poeira voasse volante
seria eu um cavaleiro errante de metal cavalo
corrigindo placas, asfálticas, nevráujicas
serpente que tenho que o corpo percorrer...
no meio dela o signo em branco
ora presente, ora falho gancho
se viajo no seu carro ou se viaja em meu bagajeiro
só sei que já li de tudo, letreiro
arreebite,
já com Deus estou quite
e com são cristiovam limite
estrada velha, vida velha, correria sempre
mulher que não é nova
de singular somente aurora
o resto br de vitória
grito de gol
o volantre preso ao pescoço
minha profissão é meu gosto
subir pélo pais, descer nos seus quadris
caminhoneiro, viajo porque quero
não volto mais por que não te espero.
a veia
nu, seu meninu
já num to dano ciencia de mais nada
grandiosas mimórias, maria
já num to dano ciencia de mais nada
a[i que dor nas junta
aí que trombose multiplA
AÍ EU SOU UM SUS AMBULANTE
aí, esaa, menina, num via bem na iscola
essa outa, só que sabe do funck
eeu não entendeno nada de nada
eu nãio paromais de estar cansada
aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, dor nas cadeiras
nas pérnas, no lasso baço
dor de cotovelelira que dá inchaço
dor de reumatismo de cansasso
dor de véspera de jogasso
orinária! ordinário! fiquei sozinha
peru que não é amis galinha
frnago assado tal qual ppena
ele é que faz seus puemas
moida a mola enferma
subida e descida erma
coisa fina que desepêra
aí, grandiosas mimórias
gloriosas penas dalvas
finas cabeças calvas
sentimento de domingo nalma
já num to dano ciencia de mais nada
grandiosas mimórias, maria
já num to dano ciencia de mais nada
a[i que dor nas junta
aí que trombose multiplA
AÍ EU SOU UM SUS AMBULANTE
aí, esaa, menina, num via bem na iscola
essa outa, só que sabe do funck
eeu não entendeno nada de nada
eu nãio paromais de estar cansada
aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, dor nas cadeiras
nas pérnas, no lasso baço
dor de cotovelelira que dá inchaço
dor de reumatismo de cansasso
dor de véspera de jogasso
orinária! ordinário! fiquei sozinha
peru que não é amis galinha
frnago assado tal qual ppena
ele é que faz seus puemas
moida a mola enferma
subida e descida erma
coisa fina que desepêra
aí, grandiosas mimórias
gloriosas penas dalvas
finas cabeças calvas
sentimento de domingo nalma
no outro
já é dia 03 de dezembro
no outro
já é natal
no outro
carnaval
no outro eu to solteiro
no outro
a ambição
no outro o mais de mim
no outro
dia do trabalho
no outro
festa de aniversário
no outro cansado sempre
no ourtro
já é de costume o ciúme
nno outro
deixa ver a queimada na praça e nam montanha
no outro é lua branda
no outro já é novemnbro
no ourro canudos de novo
no outro
dezembro de novo
no outro dia 03 de dezembro
já é dia 03 de dezembro
no outro
já é natal
no outro
carnaval
no outro eu to solteiro
no outro
a ambição
no outro o mais de mim
no outro
dia do trabalho
no outro
festa de aniversário
no outro cansado sempre
no ourtro
já é de costume o ciúme
nno outro
deixa ver a queimada na praça e nam montanha
no outro é lua branda
no outro já é novemnbro
no ourro canudos de novo
no outro
dezembro de novo
no outro dia 03 de dezembro
domingo, 25 de novembro de 2012
d
ouvir boas histórias de mimha mãe
ouvir bons tangos do sertão da patagônia
saber-se volátil ao meio-dia
saber-se sábio e não ser
não ter que ter
ser o que é ser
e simplesmente ser
ouvir novamnete e apoiar-se na memória
da alma
agora calma
e esvair-se sempre e contentar-se sem ser contente
ouvir minha nova carochinha
ser emergente e divergente manifesto
ocupar o inocupavel
ser medio e mediocre medio
eu agradeço por não ser nada e respirar o perfume da tarde
e aerder na panela que arde
epoder ser nulo
e mudo
privilégio de nao ter
sem compromisso a não ser o respirar
e ouvir minha mãe contar históriasnovas e novas de tão usadas pela palavra
o domingo me invade
sem alarde
talvez isso seja alegria
ou a esperança de um novo dia
sem medos, sem pejos
um momento de lassidão
sono de verão
que todos verão
sejam meus olhos um pouco de água
seja histórias de lágrimas salgadas
e escancaradas risadas
ouvir bons tangos do sertão da patagônia
saber-se volátil ao meio-dia
saber-se sábio e não ser
não ter que ter
ser o que é ser
e simplesmente ser
ouvir novamnete e apoiar-se na memória
da alma
agora calma
e esvair-se sempre e contentar-se sem ser contente
ouvir minha nova carochinha
ser emergente e divergente manifesto
ocupar o inocupavel
ser medio e mediocre medio
eu agradeço por não ser nada e respirar o perfume da tarde
e aerder na panela que arde
epoder ser nulo
e mudo
privilégio de nao ter
sem compromisso a não ser o respirar
e ouvir minha mãe contar históriasnovas e novas de tão usadas pela palavra
o domingo me invade
sem alarde
talvez isso seja alegria
ou a esperança de um novo dia
sem medos, sem pejos
um momento de lassidão
sono de verão
que todos verão
sejam meus olhos um pouco de água
seja histórias de lágrimas salgadas
e escancaradas risadas
tudo
a memoria da alma
sentimento da intensidade do corpo
vazio infinito do copo
relexo profundo do poço
da estrutura da bolha de sabão
dos canos de mamoeiro
a sensação de um tempo novo
de todas as coisas poucas
e ocas
a memoria, o medo não têm estruturas
são cegos que passeiam
no éter
são as vibrações do olhar violeta
risco nos olhos
a dança não se mensura
cura a dor d "alma
cria o sorriso verdadeiro da tarde
os disas comovidos e mudos
é persona que vamos
descbrirmo-nos
ou deconhecermo-nos
para todo o sempre
a verdade a chama da alma
não se esaure, nem se apaga
vaga... e silenciosamente grita e para.
sentimento da intensidade do corpo
vazio infinito do copo
relexo profundo do poço
da estrutura da bolha de sabão
dos canos de mamoeiro
a sensação de um tempo novo
de todas as coisas poucas
e ocas
a memoria, o medo não têm estruturas
são cegos que passeiam
no éter
são as vibrações do olhar violeta
risco nos olhos
a dança não se mensura
cura a dor d "alma
cria o sorriso verdadeiro da tarde
os disas comovidos e mudos
é persona que vamos
descbrirmo-nos
ou deconhecermo-nos
para todo o sempre
a verdade a chama da alma
não se esaure, nem se apaga
vaga... e silenciosamente grita e para.
domingo, 18 de novembro de 2012
decepção no silêncio
olhso na academia
olhos de difeteria
olhos cansados do meio dia e ilusões dispersas
silêncio também é sintaxe
silêncio também é linguagem
límpida na escura rua da carruagem das verborrágicas palavras
que babam das bocas cansadas mas que falam
silêncio também é movimento
de ar de narinas
somente silencio sem espumas
somente somente de so ser somente silencio
silencio agora ppois estou pertificado com a sordidez humana
to pasmo com as palavras que me enganaram a tarde toda
quero silenciar....
psiu pra todos
quero apenas observar o movimento do mundo
as coisas, só o movimento das coisas....
e ponto final de ar
ponto febril se silêncio.
olhos de difeteria
olhos cansados do meio dia e ilusões dispersas
silêncio também é sintaxe
silêncio também é linguagem
límpida na escura rua da carruagem das verborrágicas palavras
que babam das bocas cansadas mas que falam
silêncio também é movimento
de ar de narinas
somente silencio sem espumas
somente somente de so ser somente silencio
silencio agora ppois estou pertificado com a sordidez humana
to pasmo com as palavras que me enganaram a tarde toda
quero silenciar....
psiu pra todos
quero apenas observar o movimento do mundo
as coisas, só o movimento das coisas....
e ponto final de ar
ponto febril se silêncio.
Um boa noite verde de melissa
um boa noite ruim palmeirense
um bom noite vivo decadente
um boa noite mono descendente
um bom dia descrente na pasta do dente
um bom dia amargo nos lábios do crente
um bom dia sereno de gastro de quente
um bom dia bom dia que de tão bom nos faz gente
uma boa tarde que arde nas entranhas estranhas de minha carne
uma nova boa tarde de cafezinho, bolachas e achaques
uma boa tarde relâmpago para que se entre na sala
uma boa tarde fuzil para que se saiba que que foi lá
que se fez o mundo
um boa tarde para um surdo-mudo
uma nova bao noite no mundo escuro das precipitações aparentes
a etiqueta da conversa
a pressa que espera
a noiva nova de vestido de Hera
uma boite noite pra vocês
uma boa semana talvez
um mundo novo nunca
uma nova tarde que me supra
um novo discruso que me iluda.
um boa noite ruim palmeirense
um bom noite vivo decadente
um boa noite mono descendente
um bom dia descrente na pasta do dente
um bom dia amargo nos lábios do crente
um bom dia sereno de gastro de quente
um bom dia bom dia que de tão bom nos faz gente
uma boa tarde que arde nas entranhas estranhas de minha carne
uma nova boa tarde de cafezinho, bolachas e achaques
uma boa tarde relâmpago para que se entre na sala
uma boa tarde fuzil para que se saiba que que foi lá
que se fez o mundo
um boa tarde para um surdo-mudo
uma nova bao noite no mundo escuro das precipitações aparentes
a etiqueta da conversa
a pressa que espera
a noiva nova de vestido de Hera
uma boite noite pra vocês
uma boa semana talvez
um mundo novo nunca
uma nova tarde que me supra
um novo discruso que me iluda.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
soul
eu sou a brisa
eu sou a tarde
eucmainho no ar despetalado
eu sou menos eu e sou tpodas as coisas naturais
eu sou a noite escura
eu sou o sapato quebrado
eu sou menos eu quando solto fogo
quando chuto a raiva
quando chuto a preguiça
quando chuto o chute
eu sou cartas rasgadas entre lágrimas
eu sou o som do automovel que ligeiro passa
que sou uva passa que passa
eu sou aquele que passa
eu sou aquele
sem pronome
sem nome
sem ais
eu sopu uma força da natureza
em etrerna beleza
eu sou uma dádiva
e sou nada
eu sou a porta fechada de tua cara
eu sou eu
eu sou nada
eu sou a tarde
eucmainho no ar despetalado
eu sou menos eu e sou tpodas as coisas naturais
eu sou a noite escura
eu sou o sapato quebrado
eu sou menos eu quando solto fogo
quando chuto a raiva
quando chuto a preguiça
quando chuto o chute
eu sou cartas rasgadas entre lágrimas
eu sou o som do automovel que ligeiro passa
que sou uva passa que passa
eu sou aquele que passa
eu sou aquele
sem pronome
sem nome
sem ais
eu sopu uma força da natureza
em etrerna beleza
eu sou uma dádiva
e sou nada
eu sou a porta fechada de tua cara
eu sou eu
eu sou nada
DIGNIDADE
Está em você
no seu jeito de sorrir, andar, conversar, correr...
Está em você, na sua ida e vinda
na sua falsa despedida
na sua loucura, nas su busca pelo ar, resto de mar e brisa
está em você
não adianta esconder, é visível, grita, xinga a ofensa e atira
no seu sentar, andar, contar piada, blefar
saber de quem se foi ou de quem se diga
olhar o nada pela janela do busao
está em você
não está na poça dágua que te mira
está em você
está na sua coragem, na sua teimosia
está nos seus olhos baixos depois do meio-dia
está em você, só em você
mas em nada, nada mais está
e seus passos redescobrem a noite, lá também está
e suas gengivas saboreiam o dia
lá também está...
está em você em nemhum outro lugar
basta fechar os olhos e olhar
seu olhar que se bastaa na névoa pouca
quese fecha na garganta rouca
que dança na festa tal qual louca
que chora de c ulpa e não sabe o porquê
não está no outro, mas somentre em você
está em você viver de ar
e não mais saber o que
sim, esteve, está e sempre estará em você...
no seu jeito de sorrir, andar, conversar, correr...
Está em você, na sua ida e vinda
na sua falsa despedida
na sua loucura, nas su busca pelo ar, resto de mar e brisa
está em você
não adianta esconder, é visível, grita, xinga a ofensa e atira
no seu sentar, andar, contar piada, blefar
saber de quem se foi ou de quem se diga
olhar o nada pela janela do busao
está em você
não está na poça dágua que te mira
está em você
está na sua coragem, na sua teimosia
está nos seus olhos baixos depois do meio-dia
está em você, só em você
mas em nada, nada mais está
e seus passos redescobrem a noite, lá também está
e suas gengivas saboreiam o dia
lá também está...
está em você em nemhum outro lugar
basta fechar os olhos e olhar
seu olhar que se bastaa na névoa pouca
quese fecha na garganta rouca
que dança na festa tal qual louca
que chora de c ulpa e não sabe o porquê
não está no outro, mas somentre em você
está em você viver de ar
e não mais saber o que
sim, esteve, está e sempre estará em você...
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
feriado
caio no frio do feriado
carros em pólvora e mulheres turcas
a televisão mente mais que o papa
a papa fina do dia tranforma-se em desalento
quero fugir, mesmo sem per passagem
quero ser flor selvalgem
quero me deitar em braços mil
quero desaparece na névoa estática da tarde
como arde meu piloto coração
quero me banhar em folha de cansanssão
meu mundo caiu por você, maysa, minha deusa do tedio e da sedução
quero oucir a voz que se perdeu no tempo e
reprozí-la mentalmente
quero sair tranças livresw no ar
quero feriado e babar
para quando segunda chegar
eu calado, silêncio eteno do segundo
volto e me conformo e ser nada
enadar no som do novo tranbalho
feriado acabou e a cida recomeça, mas até lá, sou pura lira
sou noite, sou seu, sou sua
sou u eterno éter de sua nuvem
a televisão me meostra estradas intrafegáveis
eu me ostro sonolento
quero conhjecder a turquia no próximo feriado.
carros em pólvora e mulheres turcas
a televisão mente mais que o papa
a papa fina do dia tranforma-se em desalento
quero fugir, mesmo sem per passagem
quero ser flor selvalgem
quero me deitar em braços mil
quero desaparece na névoa estática da tarde
como arde meu piloto coração
quero me banhar em folha de cansanssão
meu mundo caiu por você, maysa, minha deusa do tedio e da sedução
quero oucir a voz que se perdeu no tempo e
reprozí-la mentalmente
quero sair tranças livresw no ar
quero feriado e babar
para quando segunda chegar
eu calado, silêncio eteno do segundo
volto e me conformo e ser nada
enadar no som do novo tranbalho
feriado acabou e a cida recomeça, mas até lá, sou pura lira
sou noite, sou seu, sou sua
sou u eterno éter de sua nuvem
a televisão me meostra estradas intrafegáveis
eu me ostro sonolento
quero conhjecder a turquia no próximo feriado.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
seu olhar colore minha tarde
arde sem dor
seu olhar é um colar com amencoeiras em flor
seu olhar me deixou sozinho depois que se foi
sozinho estou
a tarja da tarde me deixa sozin
preto e branco
em guardanapos e fósforos...
sem você nao tenho tinta
me colore se puder felxionar o verbo
espero vc de novo num domingo desses
espero sua cor, seus olhos sem dor
espero seu calor sem me tocar
seu olhar, minha verdade
arde sem dor
seu olhar é um colar com amencoeiras em flor
seu olhar me deixou sozinho depois que se foi
sozinho estou
a tarja da tarde me deixa sozin
preto e branco
em guardanapos e fósforos...
sem você nao tenho tinta
me colore se puder felxionar o verbo
espero vc de novo num domingo desses
espero sua cor, seus olhos sem dor
espero seu calor sem me tocar
seu olhar, minha verdade
domingo, 4 de novembro de 2012
eu ouço uivos de silêncio
eu abano meu lenço
eu sei que eu nao me pertenço
eu sei
você sao sabe , nunca saberá da minha dor
eu sei
que devo correr correrdor
seus lábios enfeitam a tarde
e eu sou luz que arde
ouço gritos de nada
vejo filtros sem água
vou dormir sem anágua
vou ser multiplo sem ser um
vou estar sorrindo em lugar algum
eu vejo sombras enluaradas
eu vejo meninas desesperadas
eu vejo o riso da cirançada
eu vejo a parentela cantada
eu vejo, vejo, observo e me calo
eu vejo uivos de calos
eu abano meu lenço
eu sei que eu nao me pertenço
eu sei
você sao sabe , nunca saberá da minha dor
eu sei
que devo correr correrdor
seus lábios enfeitam a tarde
e eu sou luz que arde
ouço gritos de nada
vejo filtros sem água
vou dormir sem anágua
vou ser multiplo sem ser um
vou estar sorrindo em lugar algum
eu vejo sombras enluaradas
eu vejo meninas desesperadas
eu vejo o riso da cirançada
eu vejo a parentela cantada
eu vejo, vejo, observo e me calo
eu vejo uivos de calos
to parado
to calado
to arrasado
to amuado
to suado
to assustado
to ainda to cansado
aliás, vico cansado
só mne pedem nada me dao
to me sentindo latindo cao
sou um cão
to latindo de medo do futuro;;;
to perdido no presente
somras que olham, sobra de gente
to estirado no tempo
to decepcionado comigo
to me sentido miho nao colhido
to arrasado
sei que sou nada
e serei pó daqui a pouco
mas enquanto isso resisto
abro minha boca e digo o indizível
danço o indançável
sorrio o insorrível
eu posso ser horrivel
matar meus dêmonios e ser feliz
basta um passo
mas estou aboreecido
sou livro esquecido em sua estante
nao entrendo mais a felicidade do instante
quero ser constante
qeurro ser mais quennera vogal e consoante
fonemas soltos no ar
gargalahdas de ar
estou triste, mas resito
vou resissitir o quanto puder e quando nao mais puder , viro memória
to calado
to arrasado
to amuado
to suado
to assustado
to ainda to cansado
aliás, vico cansado
só mne pedem nada me dao
to me sentindo latindo cao
sou um cão
to latindo de medo do futuro;;;
to perdido no presente
somras que olham, sobra de gente
to estirado no tempo
to decepcionado comigo
to me sentido miho nao colhido
to arrasado
sei que sou nada
e serei pó daqui a pouco
mas enquanto isso resisto
abro minha boca e digo o indizível
danço o indançável
sorrio o insorrível
eu posso ser horrivel
matar meus dêmonios e ser feliz
basta um passo
mas estou aboreecido
sou livro esquecido em sua estante
nao entrendo mais a felicidade do instante
quero ser constante
qeurro ser mais quennera vogal e consoante
fonemas soltos no ar
gargalahdas de ar
estou triste, mas resito
vou resissitir o quanto puder e quando nao mais puder , viro memória
eu sei que nada vai acontecer
eu sei mas vou continuar, por teimosia, a viver
eu sei de vc
eu sei que vc nao me quer
eu sei que vc é uma flor de pañtano
eu sei que sozinho você enlaça o vento
eu quero aprender a me querer bem
eu quero gostar mais de mim
eu quero ficar cendom a tarde e me sentir mais frida
eu quero mudar de vida
eu quero mais estranho ser
eu quero você
no espelho da academia
na pista de corrida
na aula de metafísica
eu quero me querer
quero beijar-me, abraçar-me
eu quero gostar mais de mim
eu quero ser um pardal pequeno
no abacateiro
da lima quero ser a flor da primavera
eu quero rir a toa da vida velha
eu nao quero culpa
eu quero tirar do meu peito essa dor que me arrsaa
eu quero ficar sentado na praça
uma poça dágua, eu quero ser tudo
ao mesmo tempo eu quero ser nada
belo aprende a amar-se
porque você merece, meu nego
você sempre lutou muito e tem nada
mas terá a paz dos mortos
o noa ser
mas antres disso ser feliz
ou entao só ser, ser e ser
sem me preocupar com mais nada
quero apenas existir e repsirar ar
quero nadar na piscina de mar
quero sair de casa de magrudada a me procurar
só quero existir com menos angústia
isso está acabando comigo...
eu sei mas vou continuar, por teimosia, a viver
eu sei de vc
eu sei que vc nao me quer
eu sei que vc é uma flor de pañtano
eu sei que sozinho você enlaça o vento
eu quero aprender a me querer bem
eu quero gostar mais de mim
eu quero ficar cendom a tarde e me sentir mais frida
eu quero mudar de vida
eu quero mais estranho ser
eu quero você
no espelho da academia
na pista de corrida
na aula de metafísica
eu quero me querer
quero beijar-me, abraçar-me
eu quero gostar mais de mim
eu quero ser um pardal pequeno
no abacateiro
da lima quero ser a flor da primavera
eu quero rir a toa da vida velha
eu nao quero culpa
eu quero tirar do meu peito essa dor que me arrsaa
eu quero ficar sentado na praça
uma poça dágua, eu quero ser tudo
ao mesmo tempo eu quero ser nada
belo aprende a amar-se
porque você merece, meu nego
você sempre lutou muito e tem nada
mas terá a paz dos mortos
o noa ser
mas antres disso ser feliz
ou entao só ser, ser e ser
sem me preocupar com mais nada
quero apenas existir e repsirar ar
quero nadar na piscina de mar
quero sair de casa de magrudada a me procurar
só quero existir com menos angústia
isso está acabando comigo...
Da janela do ônibus vi um beijo desafiar a tarde
Era um garoto branco, obeso, camisa de time de futrebol
desceu as escadas, e um homem
a cara do garoto, dez vezes mais gordo que o menino
o esperava na calçada
espreitei em minha tormenta de vida
desapareceu, quando já na calçada, o pai beija o filho
o garoto nao gosta e diz, para pai
o pai, fica sem graça e os dois seguem
o onibus continua
eu também
meus olhos doem de areia
vejom pouco amor a meu lado
vejo um pai ensinar um filho sentimento
vejo uma tarde feia do inteior se bari
vejo cimento em meus lábios
calados cerram minha boca
não tenho filhos para fraternalmente beijar
tenho a noite inteira para no sonho dançar
já não há msia um mundo para domar
há somenbtre este mundo pra viver
e um beijo desafia a vergonha
pra me dizer que vale a pena viver
e acordar noutro dia para somente ser
Era um garoto branco, obeso, camisa de time de futrebol
desceu as escadas, e um homem
a cara do garoto, dez vezes mais gordo que o menino
o esperava na calçada
espreitei em minha tormenta de vida
desapareceu, quando já na calçada, o pai beija o filho
o garoto nao gosta e diz, para pai
o pai, fica sem graça e os dois seguem
o onibus continua
eu também
meus olhos doem de areia
vejom pouco amor a meu lado
vejo um pai ensinar um filho sentimento
vejo uma tarde feia do inteior se bari
vejo cimento em meus lábios
calados cerram minha boca
não tenho filhos para fraternalmente beijar
tenho a noite inteira para no sonho dançar
já não há msia um mundo para domar
há somenbtre este mundo pra viver
e um beijo desafia a vergonha
pra me dizer que vale a pena viver
e acordar noutro dia para somente ser
minha morte
quero voltar aos braços de shakespeare
quero que machado me leve
quero estar leve quando parir
de mim memso ima lama imagem
quemor sumir
quero ser só um minuto no palco
quero ver no escuro seu grito de nada a me dizer que vale a pena viver
sem o teatro sou nada
e como nada quero morrer
quero nadar nas peças quero subir e sumir no escuro
quero, mas quero ser feliz na atuação
nada que nao seja isso e nem mesmo canção
sem o teatro nao quero mais viver
estou sentido uma perguiça de tudo,
pessoas, caras, e dublagens a me falar
que tudo melhora
melhora nada
yo cansado de ser nada
que o nada que nada
quero nadar na piscina do escuro e na coxia ficar vendo a melhor das vidas
não quero mais sofrer, sou capaz de morrer de maor pelo teatro
quero ibsen, beckett, brecht e nelson
não quero seus olhos
quero os meus brilhando no esxuro e palmas a ame escutar e me coroar
se não mais pra atuar, perfiro que á noite, mephisto me leve
me leve e não mais serei
voarei com fausto e flores de ar
quero descer no corpo e subri na alma
palco de nuvens vou dançar
e o restro nao mais importa
serei nada e tudo de nada me faz nova carta para o teatro
meu aneçl é o teatro
o terceiro sinal é meu afeto
a atução minha vida
o final da peça minha diária esquisitice
meu fim, quero morrer...
quero morrer no palco
que mephisto aja hoje e me leve para nunca mais sofrer
para viver cheio, repleto de nada
quero que machado me leve
quero estar leve quando parir
de mim memso ima lama imagem
quemor sumir
quero ser só um minuto no palco
quero ver no escuro seu grito de nada a me dizer que vale a pena viver
sem o teatro sou nada
e como nada quero morrer
quero nadar nas peças quero subir e sumir no escuro
quero, mas quero ser feliz na atuação
nada que nao seja isso e nem mesmo canção
sem o teatro nao quero mais viver
estou sentido uma perguiça de tudo,
pessoas, caras, e dublagens a me falar
que tudo melhora
melhora nada
yo cansado de ser nada
que o nada que nada
quero nadar na piscina do escuro e na coxia ficar vendo a melhor das vidas
não quero mais sofrer, sou capaz de morrer de maor pelo teatro
quero ibsen, beckett, brecht e nelson
não quero seus olhos
quero os meus brilhando no esxuro e palmas a ame escutar e me coroar
se não mais pra atuar, perfiro que á noite, mephisto me leve
me leve e não mais serei
voarei com fausto e flores de ar
quero descer no corpo e subri na alma
palco de nuvens vou dançar
e o restro nao mais importa
serei nada e tudo de nada me faz nova carta para o teatro
meu aneçl é o teatro
o terceiro sinal é meu afeto
a atução minha vida
o final da peça minha diária esquisitice
meu fim, quero morrer...
quero morrer no palco
que mephisto aja hoje e me leve para nunca mais sofrer
para viver cheio, repleto de nada
tudo passa
tudo passa
até a uva
quem sabe a chuva
leve minha dor
quem saben aprendo o apaga-dor
e desapareço com o cansaço
vontade de nao mais ser
nessa tristeza me desfaço
não posso esperar de quem me ama
mais amor...
posso esperar de quem nao me ve
que me observe passar
passo a passo e laço o ar e passo a dançar
tudo permance
a chuva, o vento e a neve
como se nao parasse um até breve
gesto perdido nos seus olhos
energia que some nao volta
tudo passa e permance
nem que por um segundo acontece
e desfazo sentimento do breve
em novas brevidades leves
até a uva
quem sabe a chuva
leve minha dor
quem saben aprendo o apaga-dor
e desapareço com o cansaço
vontade de nao mais ser
nessa tristeza me desfaço
não posso esperar de quem me ama
mais amor...
posso esperar de quem nao me ve
que me observe passar
passo a passo e laço o ar e passo a dançar
tudo permance
a chuva, o vento e a neve
como se nao parasse um até breve
gesto perdido nos seus olhos
energia que some nao volta
tudo passa e permance
nem que por um segundo acontece
e desfazo sentimento do breve
em novas brevidades leves
nao sei
nao sei pegar bus meu bem
vagalume no escuro capta a luz do numero cem
estudante reprovado no enem
filho que deseja nao ser e é nenem
eu sinto tua falta mas nao sei ainda amar
to velho para a vida e nao sei namorar, o óbvio
aprendi de pequeno o verbo desrespeitar
estou desaprendendo este verbo conjugar
eu nao sei ir de táxi, meu amor
o pedregulho da rua chuvosa me entristece de dor
como pizza como quem bebe champagne
corro do surto como qyuem corre do diabo
nao sei mais ficar sozinho, meu amor
sei cantar passarinho de dor
no escuro e no silêncio do quarto
eu vejo no espelho meu móvel retrato
que me inspira dor...
to tão triste que nao sei porque
e essas linhas traduzem o calvário do existir
quero que minha alma largue meu corpo
antes que sofra de novo
quero pegar o último bus da esperança que se esvai na chuva
eu nao sei amar e to triste por isso
vagalume no escuro capta a luz do numero cem
estudante reprovado no enem
filho que deseja nao ser e é nenem
eu sinto tua falta mas nao sei ainda amar
to velho para a vida e nao sei namorar, o óbvio
aprendi de pequeno o verbo desrespeitar
estou desaprendendo este verbo conjugar
eu nao sei ir de táxi, meu amor
o pedregulho da rua chuvosa me entristece de dor
como pizza como quem bebe champagne
corro do surto como qyuem corre do diabo
nao sei mais ficar sozinho, meu amor
sei cantar passarinho de dor
no escuro e no silêncio do quarto
eu vejo no espelho meu móvel retrato
que me inspira dor...
to tão triste que nao sei porque
e essas linhas traduzem o calvário do existir
quero que minha alma largue meu corpo
antes que sofra de novo
quero pegar o último bus da esperança que se esvai na chuva
eu nao sei amar e to triste por isso
sábado, 27 de outubro de 2012
pequeno
pequeno entrou no meu quarto, desarrumou tudo
pqueno parece um carneirinho
pequeno já disse, é pequenininho
pequeno é meu sobrinho...
boom boom poow pequeno gosta e canta sorridente
de saber o futuro também
adivinhar artistas e jogar
correr pela casa e nos animar
pequeno está novinho
tão pequenininho gosta de dançar
peqqueno sabe ler e escrever
prqueno já vai à escola
pewqueno não joga bola
pequeno tem uma namorada
ela dança, ele ,. ri e ela volta pro nada
igual sorvete de morango
péqeno ´pe um pequeno jango
dexce a ladeira, canta, se diverte
pequeno nao inverte a beleza da vida
não se quebra em choro
quebra todo o jogo
abre a cena, é pequeno na cena
claro, tyão grande que parece menor ainda
é pequeno que se faz, não se fez ainda.
pewqueno é meu sobrinho, e o carinho
faz dele eternamnete nosso pequenino
ainda que crecça
, natural movimento da vida
voom, boom poow e ri de nossa piada
e colnta coutra reiventadea.
pqueno parece um carneirinho
pequeno já disse, é pequenininho
pequeno é meu sobrinho...
boom boom poow pequeno gosta e canta sorridente
de saber o futuro também
adivinhar artistas e jogar
correr pela casa e nos animar
pequeno está novinho
tão pequenininho gosta de dançar
peqqueno sabe ler e escrever
prqueno já vai à escola
pewqueno não joga bola
pequeno tem uma namorada
ela dança, ele ,. ri e ela volta pro nada
igual sorvete de morango
péqeno ´pe um pequeno jango
dexce a ladeira, canta, se diverte
pequeno nao inverte a beleza da vida
não se quebra em choro
quebra todo o jogo
abre a cena, é pequeno na cena
claro, tyão grande que parece menor ainda
é pequeno que se faz, não se fez ainda.
pewqueno é meu sobrinho, e o carinho
faz dele eternamnete nosso pequenino
ainda que crecça
, natural movimento da vida
voom, boom poow e ri de nossa piada
e colnta coutra reiventadea.
a tarde arde entrre o acordar e o tempo
a tarde se abrecomo um jogo de canastra ingenuo
a tsrde e o seu momento
o calor nos faz imóveis cimentos
pássros de roupas no trânsito lento, divagador
sob uma pessoa, desxce um elemento
emo motorista suor no rosto ri ara nada e de nada
a tarde enfumaça o ônibus
a tarde rearruma a vida seja nos silêncios ou nas breves palavras ditas a ouvidos atentos
a tarde é como um ônibus que queima nas piores horas e passa em mim como folhas de um imício de tarde
e de cimento.
a rarde passa em mim, como um ônibus passsou em minha vida
e fez de mim mais um número da dividida soma da desigualdade táctil
dos invertidos números da leviandande
do fel do tempo
do céu em lamento
do sertanejo sedento
do aconchego sem tempo
a tarde entre o descansar e o sono
as pesssoas viram nada e só sombras piodem cobri-las
novo arco-iris preto e branco
cela solta no nascimento da noite
luz de âmbar a embaçar a corpos para a noite quase infina
o ônibus chega ao ponto a tarrede escorreu-lhe pleos pneus e sonho com o próximo dia
e das aflições acalmadas desço e voua casa
saúdo a nova noite como prima velha da tarde.
a tarde se abrecomo um jogo de canastra ingenuo
a tsrde e o seu momento
o calor nos faz imóveis cimentos
pássros de roupas no trânsito lento, divagador
sob uma pessoa, desxce um elemento
emo motorista suor no rosto ri ara nada e de nada
a tarde enfumaça o ônibus
a tarde rearruma a vida seja nos silêncios ou nas breves palavras ditas a ouvidos atentos
a tarde é como um ônibus que queima nas piores horas e passa em mim como folhas de um imício de tarde
e de cimento.
a rarde passa em mim, como um ônibus passsou em minha vida
e fez de mim mais um número da dividida soma da desigualdade táctil
dos invertidos números da leviandande
do fel do tempo
do céu em lamento
do sertanejo sedento
do aconchego sem tempo
a tarde entre o descansar e o sono
as pesssoas viram nada e só sombras piodem cobri-las
novo arco-iris preto e branco
cela solta no nascimento da noite
luz de âmbar a embaçar a corpos para a noite quase infina
o ônibus chega ao ponto a tarrede escorreu-lhe pleos pneus e sonho com o próximo dia
e das aflições acalmadas desço e voua casa
saúdo a nova noite como prima velha da tarde.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
PITÁCULO - DITO O FEITO!: há um discurso que se perde no vento
PITÁCULO - DITO O FEITO!: há um discurso que se perde no vento: todavia todas as flores decompostas no chão e então, por mim pisadas e clemências de um tempo novo um tempo da potência e de sua constante...
raikai
a tarde cobre tudo e o azul se mistura com o verde abacate
tão escuro e vivo como um filete de alegria
giramos juntos e escurecemos à tenra idade
caminhantes de uma força que entrega a uma nova circundante
tão escuro e vivo como um filete de alegria
giramos juntos e escurecemos à tenra idade
caminhantes de uma força que entrega a uma nova circundante
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
potência e poder
Eu não quero poder, eu sou potência...
eu naom quero mais catnar meramente palavras de som
quero o agodão-doce das palavras
a finuta do tecido em minha afiada lingua e caneta
queria um mundo que n~çao fosse tão velho, careta
queria poder fazerc areta pra dor
sua rosa vermelha e procura, meu amor
não queo o poder, quero flertar com ela
mas quero a mim mesmo
ratifixcxar o que de mim é intensidade
não curar a própria dor pela metade
ser você, eu, nada ,quem sabe
se é que há alguém que sabe
e saber é poder
então eu quero mais que o saber
quero saber se sei de nada
porque apagado reafirmo minha força
não quero soluços de camisa de força
quero semente a força e a forma da forca
quero ser somente ser que é intensidade em mim
petálas de jasmim
café canforado
e seu sorriso sem fim
a potñcia de ser o pder e o poder deve ser a forma nao a força.............................
eu naom quero mais catnar meramente palavras de som
quero o agodão-doce das palavras
a finuta do tecido em minha afiada lingua e caneta
queria um mundo que n~çao fosse tão velho, careta
queria poder fazerc areta pra dor
sua rosa vermelha e procura, meu amor
não queo o poder, quero flertar com ela
mas quero a mim mesmo
ratifixcxar o que de mim é intensidade
não curar a própria dor pela metade
ser você, eu, nada ,quem sabe
se é que há alguém que sabe
e saber é poder
então eu quero mais que o saber
quero saber se sei de nada
porque apagado reafirmo minha força
não quero soluços de camisa de força
quero semente a força e a forma da forca
quero ser somente ser que é intensidade em mim
petálas de jasmim
café canforado
e seu sorriso sem fim
a potñcia de ser o pder e o poder deve ser a forma nao a força.............................
A Corrida
Somente o som dos meus pés batendo no chão e que procuram a melhor pisada: isso era o que eu queria. Estava há duas horas e corria contra mim mesmo, e enlouquecia endorfinamente e sarava e me sarava nos saltos, que saltos e suor do salto. Borboletas me viam e eu me desviava delas. então, formávamos um estranho bailado não combinado, e tudo era silêncio e tudo era minha pura respiração e ainda o olhar doce dos caes que compunham o Jardim da Imperatriz,assim como eu batizei o lugar queeu corria, os caes olhavam-se e olhavam-me com os olhos intensos de uma tarde , e eu corria, corria, corria de mim. Foi quando eu vi o conflito pela primeira vez.
Estavam os dois de mãos dadas: uma moca branca e um rapaz negro. se olhavam profundamente como as cores da juvenude amada se olham ela, de cabeça baixa chorava baixinho e ele, com os ombros pousados no dela, dizia... calma,meu amor, isso passa, parecia isso e tudo parece ser alguma coisa e eu passei coreendo, imaginei, já em minha cabeça estética elétrica Otelo e desdemona, se,m ciúmes, mas vexados de algo, talvez a baba de iago já os contaminava. lindo casal de um sábado à tarde, numa pista de corrida e meus passos me diziam muito. A melhor corrida, a corrrida do amor maior, a maior e melhor e ainda ahvia meu corpo que reclamava maiores suores, e aí corri mais e mais e esqueci-me do casal, porque lemnbrei-me . lembrei dos canos de descarga dos carros, das mulheres louras que andavamn com os namorados e do dia na pista de corrida.
passei na segunda volta e vi a repetição da cena e da imagem, já os pássaros voavam baixinho perto deles, porque estavam quase parados. marionetes de Kantor. Continuei, corria . A cura da alma está nas flores
e na alma das flores, em nós também, quando deparados com o susto original da vida em movimento, o primeiro susto em percdeber o amor imenso era que um mantinha pelo outro. Beijam-se eameçam despedida, quando percebo um olhar imenso entre os dois, ele vira , me vê e faz cara de pessoa ruim, sei que nao o é, passo e refaço o caminho da volta, solto no espaço.
Agora os músculos pedem mais do meu corpo e na subida sinto a reação dos movimentos, desço até perto da praça, lá,evangélicos oram na igreja e seus cantos preenchem a tarde, faço a meia volta , viro-me e já vejo, ao longe, um carro parado e uma senhora aparentada dos quarenta anos , nossa desdemona nos braçoos dela a soluçãr, a mulher que a encoraja a encoroja... vamos lá, vai passar, e lá em cima pra cima da coroa da imperatriz, eu vejo o mancebo a descer a rua, a garotsa, muito antes disso disso a m moça entra no carro, abraçam-se novamente , as duas,a mulher liga o carro e vão-se.
passei correndo e pelo rapaz lancei oilhar que parece que não se está olhando e olhei nas faces dele que chorava e ria ao memso tempo. não entendi a expressão do meninote
Ah, conjurações das palavras que me faz contar tais impressoes. desço veloz, já sinto menos dor.
ai, as ultimas voltas são de puro suor no corpo e velocidade, e já me preparo para ir-me quando vejo
Estavam os dois de mãos dadas: uma moca branca e um rapaz negro. se olhavam profundamente como as cores da juvenude amada se olham ela, de cabeça baixa chorava baixinho e ele, com os ombros pousados no dela, dizia... calma,meu amor, isso passa, parecia isso e tudo parece ser alguma coisa e eu passei coreendo, imaginei, já em minha cabeça estética elétrica Otelo e desdemona, se,m ciúmes, mas vexados de algo, talvez a baba de iago já os contaminava. lindo casal de um sábado à tarde, numa pista de corrida e meus passos me diziam muito. A melhor corrida, a corrrida do amor maior, a maior e melhor e ainda ahvia meu corpo que reclamava maiores suores, e aí corri mais e mais e esqueci-me do casal, porque lemnbrei-me . lembrei dos canos de descarga dos carros, das mulheres louras que andavamn com os namorados e do dia na pista de corrida.
passei na segunda volta e vi a repetição da cena e da imagem, já os pássaros voavam baixinho perto deles, porque estavam quase parados. marionetes de Kantor. Continuei, corria . A cura da alma está nas flores
e na alma das flores, em nós também, quando deparados com o susto original da vida em movimento, o primeiro susto em percdeber o amor imenso era que um mantinha pelo outro. Beijam-se eameçam despedida, quando percebo um olhar imenso entre os dois, ele vira , me vê e faz cara de pessoa ruim, sei que nao o é, passo e refaço o caminho da volta, solto no espaço.
Agora os músculos pedem mais do meu corpo e na subida sinto a reação dos movimentos, desço até perto da praça, lá,evangélicos oram na igreja e seus cantos preenchem a tarde, faço a meia volta , viro-me e já vejo, ao longe, um carro parado e uma senhora aparentada dos quarenta anos , nossa desdemona nos braçoos dela a soluçãr, a mulher que a encoraja a encoroja... vamos lá, vai passar, e lá em cima pra cima da coroa da imperatriz, eu vejo o mancebo a descer a rua, a garotsa, muito antes disso disso a m moça entra no carro, abraçam-se novamente , as duas,a mulher liga o carro e vão-se.
passei correndo e pelo rapaz lancei oilhar que parece que não se está olhando e olhei nas faces dele que chorava e ria ao memso tempo. não entendi a expressão do meninote
Ah, conjurações das palavras que me faz contar tais impressoes. desço veloz, já sinto menos dor.
ai, as ultimas voltas são de puro suor no corpo e velocidade, e já me preparo para ir-me quando vejo
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
fera ferida
eu sinto uma saudade de nao sei quê
eu sinto uma vontade de não ter por quê
eu sinto um convulsaão dalma
e um carma... ser ou nao ser
eu quero ser feliz mesmo tendo a certeza de nao ser
eu quero chorar rios enquanto há seca
que uqero ser seu rio
pousar sua cabçea no meu colo e derramar-me em chuva
que quero choraf o choro que nuca fora chorado
quero me ver num espellho bocado
como jardim de mim quero ser também pela água impregnado
soltar meus lenços... meus ventos...
não ser mais sofrimento
eu quero também participar do banquete da vida
fazer de minha ferida pra outros comida
eu quero ser ainda
feliz quem sabe que nade
contra a maré...
eu quero a calma do yoga
que quero a palma da mão
eu sinto que estou caindo pleonasticamnte no chão das ideias
eu quero chorar rios de alegria
eu sinto uma vontade de não existir
eu sinto uma vontade de parir
uma ideia nova, capaz de revolucionar o instante
eu quero marmita, bebida e refrigerante
eu quero se feliz do meu jeito inconstante.
eu sinto uma vontade de não ter por quê
eu sinto um convulsaão dalma
e um carma... ser ou nao ser
eu quero ser feliz mesmo tendo a certeza de nao ser
eu quero chorar rios enquanto há seca
que uqero ser seu rio
pousar sua cabçea no meu colo e derramar-me em chuva
que quero choraf o choro que nuca fora chorado
quero me ver num espellho bocado
como jardim de mim quero ser também pela água impregnado
soltar meus lenços... meus ventos...
não ser mais sofrimento
eu quero também participar do banquete da vida
fazer de minha ferida pra outros comida
eu quero ser ainda
feliz quem sabe que nade
contra a maré...
eu quero a calma do yoga
que quero a palma da mão
eu sinto que estou caindo pleonasticamnte no chão das ideias
eu quero chorar rios de alegria
eu sinto uma vontade de não existir
eu sinto uma vontade de parir
uma ideia nova, capaz de revolucionar o instante
eu quero marmita, bebida e refrigerante
eu quero se feliz do meu jeito inconstante.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
DESEJO
QUERO QUE A GRIPE VÁ EMBORA
QUERO QUE O CALOR VÁ TAMBÉM
QUERO SER CLARO QUANDO FALO
QUERO SEU COLO DE NINGUÉM
QUERO QUERO QUERO E JÁ NÃO QUERO
QUERO POCÇA DÁGUA NO ABISMO DO SONHO
QUERO ESSE REDEMOINHO...
QUERO VOLTAR A SEDRE MENININHO
QUERO NÃO SER TÃO MINEIRINHO
QUERO OUVIRM O QUERO QUERO
BEBER, COMER E NÃO ENGORDAR
QUERO SER UM SABIÁ
QUEROINTERPRETAR E SER INTERPRETRADO
JÁ DISSE QUE QUERO QUERO
MANULEZAMENTE DESQUERO
BANDEIRAMENTE REQUERO
QUERO E NÃO QUERO
JÕA NÃO SINTO O LERO-LERO
QUERO SRER PÁGINA VIRADA
QUERO ACORDAR DESMAIADO
QUERO SER SEU ÚLTIMO CIGARRO
QUERO CANTAR A ULTIMA CIGARRA DO VERÃO E DA JANELA VERÃO
QUE QUERO QUERO QUERO É NADA.
QUERO QUE O CALOR VÁ TAMBÉM
QUERO SER CLARO QUANDO FALO
QUERO SEU COLO DE NINGUÉM
QUERO QUERO QUERO E JÁ NÃO QUERO
QUERO POCÇA DÁGUA NO ABISMO DO SONHO
QUERO ESSE REDEMOINHO...
QUERO VOLTAR A SEDRE MENININHO
QUERO NÃO SER TÃO MINEIRINHO
QUERO OUVIRM O QUERO QUERO
BEBER, COMER E NÃO ENGORDAR
QUERO SER UM SABIÁ
QUEROINTERPRETAR E SER INTERPRETRADO
JÁ DISSE QUE QUERO QUERO
MANULEZAMENTE DESQUERO
BANDEIRAMENTE REQUERO
QUERO E NÃO QUERO
JÕA NÃO SINTO O LERO-LERO
QUERO SRER PÁGINA VIRADA
QUERO ACORDAR DESMAIADO
QUERO SER SEU ÚLTIMO CIGARRO
QUERO CANTAR A ULTIMA CIGARRA DO VERÃO E DA JANELA VERÃO
QUE QUERO QUERO QUERO É NADA.
A ÁGUA
A ÁGUA BERROU NA PIA, RODOPIOU E DESAPARECEU PELO RALO
EU SAÍ DESEMBESTADO ATRAS DELA
NÃO DESAPAREÇA COMPANHEIRA SEM COR, EU GRITAVA
NÃO ME DEIXE SOZINHO EM PURA AQUOSA DOR
EU FIZ DA CORRIDA SUOR PRA REVER A ÁGUA EM MIM
EU MENTI PORQUE SALGADA SÓ ÁGUA DO MAR
TÁ SECO O CÉU, TÁ SECO O VÉU DA NOIVA AO CASAR
TÁ SUADO SEU SORRISO SOB A LOUÇA DO JANTAR
A ÁGUA AGORA SILENCIO DERRETE-SE EM NADA EM VIRA VAPOR
FUMAÇA EXSTRANHA QUE DESENTRANHA A FACE
A NOIVA NOVA DA DOR
AS FOLRES MURCHAM
SETEMBRO MURCHO
EU MURCHO EM TI ÁGUA ELEVADOR
A AGUA BERROU DE NOVO, FEZ BARULHO E PROMETEU VOLTAR
ABSIOSO ESPERO POR ELA.......................................................................
A ÁGUA BERROU NA PIA, RODOPIOU E DESAPARECEU PELO RALO
EU SAÍ DESEMBESTADO ATRAS DELA
NÃO DESAPAREÇA COMPANHEIRA SEM COR, EU GRITAVA
NÃO ME DEIXE SOZINHO EM PURA AQUOSA DOR
EU FIZ DA CORRIDA SUOR PRA REVER A ÁGUA EM MIM
EU MENTI PORQUE SALGADA SÓ ÁGUA DO MAR
TÁ SECO O CÉU, TÁ SECO O VÉU DA NOIVA AO CASAR
TÁ SUADO SEU SORRISO SOB A LOUÇA DO JANTAR
A ÁGUA AGORA SILENCIO DERRETE-SE EM NADA EM VIRA VAPOR
FUMAÇA EXSTRANHA QUE DESENTRANHA A FACE
A NOIVA NOVA DA DOR
AS FOLRES MURCHAM
SETEMBRO MURCHO
EU MURCHO EM TI ÁGUA ELEVADOR
A AGUA BERROU DE NOVO, FEZ BARULHO E PROMETEU VOLTAR
ABSIOSO ESPERO POR ELA.......................................................................
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