todos riem e saudam o velho ano que quase morre
todos choram e reivindicam o que podem desejar
mendigo velho observa sapato novo
o novo, meu filho, cai da árvore sem vontrade divina
o novo, neste ano, de tão novo não mais nos ilumina
o novo é mais velho que as páginas de um livro de sebo
o novo chegou tarde quando chegaria cedo
o novo ano é mais velho que a mais velha das tecnologias
fobias de verão, vocês varreraõ a materia viva do kaos
serãosemente do novo incapaz
de resolver um equação fugaz
o novo cai de novo
e o velho então revisitado nos olha desconfiado
o que é novo diante de tanta repetição?
fagulhas dfa macdonadls, um mendigo a revirar o mais novo sanduiche
um cantor a cantar a plenos pulmões
que já naão basta rir das coisas, mas repetir o que já se rriu noutro rosto
o novo, meu filho, agora é mais velho que meu tetrravô bicentenário
Nenhum comentário:
Postar um comentário