eu sinto uma saudade de nao sei quê
eu sinto uma vontade de não ter por quê
eu sinto um convulsaão dalma
e um carma... ser ou nao ser
eu quero ser feliz mesmo tendo a certeza de nao ser
eu quero chorar rios enquanto há seca
que uqero ser seu rio
pousar sua cabçea no meu colo e derramar-me em chuva
que quero choraf o choro que nuca fora chorado
quero me ver num espellho bocado
como jardim de mim quero ser também pela água impregnado
soltar meus lenços... meus ventos...
não ser mais sofrimento
eu quero também participar do banquete da vida
fazer de minha ferida pra outros comida
eu quero ser ainda
feliz quem sabe que nade
contra a maré...
eu quero a calma do yoga
que quero a palma da mão
eu sinto que estou caindo pleonasticamnte no chão das ideias
eu quero chorar rios de alegria
eu sinto uma vontade de não existir
eu sinto uma vontade de parir
uma ideia nova, capaz de revolucionar o instante
eu quero marmita, bebida e refrigerante
eu quero se feliz do meu jeito inconstante.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
DESEJO
QUERO QUE A GRIPE VÁ EMBORA
QUERO QUE O CALOR VÁ TAMBÉM
QUERO SER CLARO QUANDO FALO
QUERO SEU COLO DE NINGUÉM
QUERO QUERO QUERO E JÁ NÃO QUERO
QUERO POCÇA DÁGUA NO ABISMO DO SONHO
QUERO ESSE REDEMOINHO...
QUERO VOLTAR A SEDRE MENININHO
QUERO NÃO SER TÃO MINEIRINHO
QUERO OUVIRM O QUERO QUERO
BEBER, COMER E NÃO ENGORDAR
QUERO SER UM SABIÁ
QUEROINTERPRETAR E SER INTERPRETRADO
JÁ DISSE QUE QUERO QUERO
MANULEZAMENTE DESQUERO
BANDEIRAMENTE REQUERO
QUERO E NÃO QUERO
JÕA NÃO SINTO O LERO-LERO
QUERO SRER PÁGINA VIRADA
QUERO ACORDAR DESMAIADO
QUERO SER SEU ÚLTIMO CIGARRO
QUERO CANTAR A ULTIMA CIGARRA DO VERÃO E DA JANELA VERÃO
QUE QUERO QUERO QUERO É NADA.
QUERO QUE O CALOR VÁ TAMBÉM
QUERO SER CLARO QUANDO FALO
QUERO SEU COLO DE NINGUÉM
QUERO QUERO QUERO E JÁ NÃO QUERO
QUERO POCÇA DÁGUA NO ABISMO DO SONHO
QUERO ESSE REDEMOINHO...
QUERO VOLTAR A SEDRE MENININHO
QUERO NÃO SER TÃO MINEIRINHO
QUERO OUVIRM O QUERO QUERO
BEBER, COMER E NÃO ENGORDAR
QUERO SER UM SABIÁ
QUEROINTERPRETAR E SER INTERPRETRADO
JÁ DISSE QUE QUERO QUERO
MANULEZAMENTE DESQUERO
BANDEIRAMENTE REQUERO
QUERO E NÃO QUERO
JÕA NÃO SINTO O LERO-LERO
QUERO SRER PÁGINA VIRADA
QUERO ACORDAR DESMAIADO
QUERO SER SEU ÚLTIMO CIGARRO
QUERO CANTAR A ULTIMA CIGARRA DO VERÃO E DA JANELA VERÃO
QUE QUERO QUERO QUERO É NADA.
A ÁGUA
A ÁGUA BERROU NA PIA, RODOPIOU E DESAPARECEU PELO RALO
EU SAÍ DESEMBESTADO ATRAS DELA
NÃO DESAPAREÇA COMPANHEIRA SEM COR, EU GRITAVA
NÃO ME DEIXE SOZINHO EM PURA AQUOSA DOR
EU FIZ DA CORRIDA SUOR PRA REVER A ÁGUA EM MIM
EU MENTI PORQUE SALGADA SÓ ÁGUA DO MAR
TÁ SECO O CÉU, TÁ SECO O VÉU DA NOIVA AO CASAR
TÁ SUADO SEU SORRISO SOB A LOUÇA DO JANTAR
A ÁGUA AGORA SILENCIO DERRETE-SE EM NADA EM VIRA VAPOR
FUMAÇA EXSTRANHA QUE DESENTRANHA A FACE
A NOIVA NOVA DA DOR
AS FOLRES MURCHAM
SETEMBRO MURCHO
EU MURCHO EM TI ÁGUA ELEVADOR
A AGUA BERROU DE NOVO, FEZ BARULHO E PROMETEU VOLTAR
ABSIOSO ESPERO POR ELA.......................................................................
A ÁGUA BERROU NA PIA, RODOPIOU E DESAPARECEU PELO RALO
EU SAÍ DESEMBESTADO ATRAS DELA
NÃO DESAPAREÇA COMPANHEIRA SEM COR, EU GRITAVA
NÃO ME DEIXE SOZINHO EM PURA AQUOSA DOR
EU FIZ DA CORRIDA SUOR PRA REVER A ÁGUA EM MIM
EU MENTI PORQUE SALGADA SÓ ÁGUA DO MAR
TÁ SECO O CÉU, TÁ SECO O VÉU DA NOIVA AO CASAR
TÁ SUADO SEU SORRISO SOB A LOUÇA DO JANTAR
A ÁGUA AGORA SILENCIO DERRETE-SE EM NADA EM VIRA VAPOR
FUMAÇA EXSTRANHA QUE DESENTRANHA A FACE
A NOIVA NOVA DA DOR
AS FOLRES MURCHAM
SETEMBRO MURCHO
EU MURCHO EM TI ÁGUA ELEVADOR
A AGUA BERROU DE NOVO, FEZ BARULHO E PROMETEU VOLTAR
ABSIOSO ESPERO POR ELA.......................................................................
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