domingo, 23 de junho de 2013

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sou nada mais que palavra que vaza da torneira da alma

sábado, 22 de junho de 2013

primavera

a sorte grade que terei no amor vem de sua boca que é resumo da tarde ensolalaradas de primaveras mil, se colocam na nova face do brasil bom da gás lacrimogênio nas faces rosadas em gritos para que os filhos deles!, agora enfrefentrassem o povo em seus furor antes gritos roucos e escondididos agora francas bombas aos gritos essa sensação de que perdemos o mundo na última condenão da terra numa lista ridícula de verdadeiramente querida de casos de currupção essa sensação nova de amor inda cai virar flor nas mãos de um anjo um brasileiro robusto verdadeiro portador da verdade do povo brasileiro capaz que não mais furar fila, gritar só por gritar, aprender a amar nosaa própria de selvagerias selvageria selvageria selvageria o verso é o de repente antes da sequência do tempo, elemento e rico amigo da história[ que mais nos invejamos com possíveis e malacabados felicianus que infestação a vida de gente honesta que grita palavrão e sequestra a palavra para nada dizerem em troca condordância ideológíca praticas novas de uma espera que parece que cheira a presente incerto menos ruim que um que presente subtraído

sexta-feira, 7 de junho de 2013

rodoviária

meu amor me deixou em um fétida rodoviária
nem sequer olhou pra tras
ligou o motor e saiu como se rodas fossem braços
queria alcançar não sei o que

sozinho na rodoviária vejo a vida passar
mulheres, mochilas, manias,  minas maravilhas
o mundo é tão grande e se resume  a um grupo que sofre debaixo de um toldo

chove na plataforma
meu amor será seco por isso me entregou ao mais alagado dos lugares
meu amor pouco risonho
por isso gesto tão bisonho
meu amor ciclista
 e eu utopista, neologismo de plantão flor vazia de ãos

eu que digo sim à planta que que te digo não
que sei de aritmáticomas não sei dizer bom dia
eu te digo
que amor maior de rodoviária
é sempre será amor de pouco viagra
sempre será maior de nada
será amálgama.

show

O dia acorda e lembra a a miga noite que já é hora
A alvorada faz festa no céu limpo
todo azul de cor nova de sexta
ou de qualquer dia de qualquer lugar ímpar

O sol se esconde no manto da montanha
e se prepara para entrar em cena
e desfilar a mostrar raios mil
a planta agradece e faz seu serviço matinal

fotossintáticamente efusivos grãos
desafiam pisadas no barro do chão
libertárias ideias desfilam no rol das iniquidades

Borboletas e pássaros forma  pequeno grande carro alegórico
cães visitam seus antepassados...
formigas sabem do seu trabalho
e o ser humano apenas deveria ser
diante de tanta coisa que definitivamente somente é.

vamos fazer nossa fotto de ideias
vamos jogá-las no caldeirão da plateia
vamos ser nós mesmos que a diferença
vamos ser agora já memoria de uma necessária esssência