domingo, 30 de dezembro de 2012
http://www.google.com.br/imgres?hl=pt-BR&tbo=d&biw=1273&bih=633&tbm=isch&tbnid=Vvm8ZoPsb2QHFM:&imgrefurl=http://www.downloadswallpapers.com/papel-de-parede/oracao-de-oxala-12409.htm&docid=5deWA6qJdb-t4M&imgurl=http://www.downloadswallpapers.com/wallpapers/2012/julho/oracao-de-oxala-wallpaper-12409.jpg&w=1024&h=768&ei=yVngUPnuOYmo9gTekIGgCw&zoom=1&iact=hc&vpx=808&vpy=325&dur=967&hovh=194&hovw=259&tx=140&ty=150&sig=110644259645193221816&page=1&tbnh=139&tbnw=164&start=0&ndsp=29&ved=1t:429,r:26,s:0,i:208
http://www.google.com.br/imgres?num=10&hl=pt-BR&tbo=d&biw=1366&bih=613&tbm=isch&tbnid=8D9DlbCCPvc83M:&imgrefurl=http://centrominaeourod.blogspot.com/2012/07/nana-buruque-e-sua-historia.html&docid=D7rVLdpbk-uSJM&imgurl=http://www.centropaijoaodeangola.com.br/images/nana1.gif%253F951&w=259&h=298&ei=ZVrgUKq9KoOL4ATkpoDACQ&zoom=1&iact=hc&vpx=190&vpy=107&dur=1492&hovh=238&hovw=207&tx=124&ty=138&sig=114959325399808114823&page=1&tbnh=143&tbnw=124&start=0&ndsp=30&ved=1t:429,r:2,s:0,i:94
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
ano novo
todos riem e saudam o velho ano que quase morre
todos choram e reivindicam o que podem desejar
mendigo velho observa sapato novo
o novo, meu filho, cai da árvore sem vontrade divina
o novo, neste ano, de tão novo não mais nos ilumina
o novo é mais velho que as páginas de um livro de sebo
o novo chegou tarde quando chegaria cedo
o novo ano é mais velho que a mais velha das tecnologias
fobias de verão, vocês varreraõ a materia viva do kaos
serãosemente do novo incapaz
de resolver um equação fugaz
o novo cai de novo
e o velho então revisitado nos olha desconfiado
o que é novo diante de tanta repetição?
fagulhas dfa macdonadls, um mendigo a revirar o mais novo sanduiche
um cantor a cantar a plenos pulmões
que já naão basta rir das coisas, mas repetir o que já se rriu noutro rosto
o novo, meu filho, agora é mais velho que meu tetrravô bicentenário
todos choram e reivindicam o que podem desejar
mendigo velho observa sapato novo
o novo, meu filho, cai da árvore sem vontrade divina
o novo, neste ano, de tão novo não mais nos ilumina
o novo é mais velho que as páginas de um livro de sebo
o novo chegou tarde quando chegaria cedo
o novo ano é mais velho que a mais velha das tecnologias
fobias de verão, vocês varreraõ a materia viva do kaos
serãosemente do novo incapaz
de resolver um equação fugaz
o novo cai de novo
e o velho então revisitado nos olha desconfiado
o que é novo diante de tanta repetição?
fagulhas dfa macdonadls, um mendigo a revirar o mais novo sanduiche
um cantor a cantar a plenos pulmões
que já naão basta rir das coisas, mas repetir o que já se rriu noutro rosto
o novo, meu filho, agora é mais velho que meu tetrravô bicentenário
natal
as coisas vivem sem você
sem seu sorriso, sem seu grito
as coisas são as coisas e você não é mais você...
você muda todo ano e incapaz de olhar a lua, o sol as estrelas
a princesa que abre tua marmita de manhã
você sonha em ser principe de um pais de milhoes de fantasmans
que rondam os pontos em que te encontras
você é mais um e é o heroi de tua casa, tua brasa envole tua
esposa em pernas quentes, charutos em leite
és o heroi de teu lar e para lá da porta, nada mais és , menos que nada
sombra jogada ao léu
és o própriio papel em branco
passas em branco e seu sorriso não já é notado
certificado de velho e a ninguem encantas
posuis uma famíla que te ama q devagar você a abandona
fere, e humilha aos que te amam
espera calafdo o bero da sirena
espara enfastiado na fila do cinema
sozinho...
porque te envergonha os seus que te amam
porque não te reconheces neles
porque és apagado e da borracha da vida pulara para o nada
apagado seus amores apaga
e qual cigarro velho tua familia se cala
vc é o maior ou seja , vc é nada.
sem seu sorriso, sem seu grito
as coisas são as coisas e você não é mais você...
você muda todo ano e incapaz de olhar a lua, o sol as estrelas
a princesa que abre tua marmita de manhã
você sonha em ser principe de um pais de milhoes de fantasmans
que rondam os pontos em que te encontras
você é mais um e é o heroi de tua casa, tua brasa envole tua
esposa em pernas quentes, charutos em leite
és o heroi de teu lar e para lá da porta, nada mais és , menos que nada
sombra jogada ao léu
és o própriio papel em branco
passas em branco e seu sorriso não já é notado
certificado de velho e a ninguem encantas
posuis uma famíla que te ama q devagar você a abandona
fere, e humilha aos que te amam
espera calafdo o bero da sirena
espara enfastiado na fila do cinema
sozinho...
porque te envergonha os seus que te amam
porque não te reconheces neles
porque és apagado e da borracha da vida pulara para o nada
apagado seus amores apaga
e qual cigarro velho tua familia se cala
vc é o maior ou seja , vc é nada.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
pedagogia
Não vou mais te ouvir
vou falar e falar sem parar de falar
rainha da noite e língua de acoite
não vou mais ouvir você quaro o solilóquio
falar, falar, e falar...
Taquicarida nos dentes
semente na ´lingua que não para
parar de falar para ouvir um grande para.
pare no pará que no pará que lá não pare...
Pare já e agora para
Papagaia pedagógica que não respeita a quem te peita
e sempre que profeir verdades já que mais pensadas
Dizer a ti que falas, falas, e não dizes nada...
falar um dizer novo como retatro-estante
andando sonãmbulo pela noite e pela casa
bêbada do Léxico da longas digressões disparatadas
das tétricas informações que no tempo para
já que o tempo da escuta morreu e precisa desabrochar novamente
na rede social ou no muro de chuchu do quintal
Para de falar e vai o mundo riventar com sua falta de fala.
vou falar e falar sem parar de falar
rainha da noite e língua de acoite
não vou mais ouvir você quaro o solilóquio
falar, falar, e falar...
Taquicarida nos dentes
semente na ´lingua que não para
parar de falar para ouvir um grande para.
pare no pará que no pará que lá não pare...
Pare já e agora para
Papagaia pedagógica que não respeita a quem te peita
e sempre que profeir verdades já que mais pensadas
Dizer a ti que falas, falas, e não dizes nada...
falar um dizer novo como retatro-estante
andando sonãmbulo pela noite e pela casa
bêbada do Léxico da longas digressões disparatadas
das tétricas informações que no tempo para
já que o tempo da escuta morreu e precisa desabrochar novamente
na rede social ou no muro de chuchu do quintal
Para de falar e vai o mundo riventar com sua falta de fala.
devolva
Para Nilsa
Devolva...
Devolva meus olhos brilhantes
e leve os cansados.
Devolva as flores jogadas e leve as gritadas
Devolva as horas trabalhadas no pano de chão pisadas
A minha bela e escancarada gargalhada.
Você e elas me devem meu ferido orgulho
quero abracá-las novamente no meu peito, minhas sementes...
Quero te rever novamente como éramos e não como somos
Devolva a simplicidade e leve o remédios
Trabalho de burro em cargas dágua que meu corpo fere
angústia de menina que mae agora espera...
devolva a pessoa que sou e leve a pessoa que eu não era
é pesada a pena que carrego
é imensa a escada que detesto
é triste a recompensa que recebo.. por que então
devolva-me, porque sou mãe, mulher e amante
Devolva-me meus cachos brilhantes de instantes
devolva o que é meu, meu sorriso constante
Que eu darei a vocês o céu e farei dele nossa morada
devova sua mae, sua menina, sua namorada.
Devolva...
Devolva meus olhos brilhantes
e leve os cansados.
Devolva as flores jogadas e leve as gritadas
Devolva as horas trabalhadas no pano de chão pisadas
A minha bela e escancarada gargalhada.
Você e elas me devem meu ferido orgulho
quero abracá-las novamente no meu peito, minhas sementes...
Quero te rever novamente como éramos e não como somos
Devolva a simplicidade e leve o remédios
Trabalho de burro em cargas dágua que meu corpo fere
angústia de menina que mae agora espera...
devolva a pessoa que sou e leve a pessoa que eu não era
é pesada a pena que carrego
é imensa a escada que detesto
é triste a recompensa que recebo.. por que então
devolva-me, porque sou mãe, mulher e amante
Devolva-me meus cachos brilhantes de instantes
devolva o que é meu, meu sorriso constante
Que eu darei a vocês o céu e farei dele nossa morada
devova sua mae, sua menina, sua namorada.
se
se cansasso tivesse nome, eu seria por ele chamado
se macaco pulasse de fome eu seria por ele aclamado
se buraco falasse do dono, eu seria pejorativamnete xingado
se migalhas falassem do sono eu seria de onírico pisoteado
se o riso falasse das margens, eu seria folha viva descascada
se meu sobrinho falasse de games, eu seria um robô hipnotizado
se a guerra falasse da paz eu seria combatente revoltado
se a putra falasse do macho eu seria de viado chamado
se a groselha reclamasse do vermelho, eu seria do azul descolorado
se a infãncia reiventasse a morte, eu seria no kaos eternizado
se o ônibus fassa da estrada, eu seria placa desmiolada
se o sapato xingasse a perna, eu seria unha encravada
se o pasaarinho não cantasse, eu seria silêncio falado
se o avião nãotivesse motor, eu seria a dor do encouraçado
se o portão não tivesse cadeado, eu seria da janela jogado
se meu imrão não viesse de longe e seria barbie murchada
se as provas não fossem provas, eu seria folhas de margem
se o se não sesenão se eu seria ou não do não do não
se o não fosse o sim, eu seria reiventado.....
se macaco pulasse de fome eu seria por ele aclamado
se buraco falasse do dono, eu seria pejorativamnete xingado
se migalhas falassem do sono eu seria de onírico pisoteado
se o riso falasse das margens, eu seria folha viva descascada
se meu sobrinho falasse de games, eu seria um robô hipnotizado
se a guerra falasse da paz eu seria combatente revoltado
se a putra falasse do macho eu seria de viado chamado
se a groselha reclamasse do vermelho, eu seria do azul descolorado
se a infãncia reiventasse a morte, eu seria no kaos eternizado
se o ônibus fassa da estrada, eu seria placa desmiolada
se o sapato xingasse a perna, eu seria unha encravada
se o pasaarinho não cantasse, eu seria silêncio falado
se o avião nãotivesse motor, eu seria a dor do encouraçado
se o portão não tivesse cadeado, eu seria da janela jogado
se meu imrão não viesse de longe e seria barbie murchada
se as provas não fossem provas, eu seria folhas de margem
se o se não sesenão se eu seria ou não do não do não
se o não fosse o sim, eu seria reiventado.....
domingo, 2 de dezembro de 2012
caminhoneiro
roda a roda meu amor
viajo porque preciso
voltei porque a cama é macia
não há na estrada poesia
se poeira voasse volante
seria eu um cavaleiro errante de metal cavalo
corrigindo placas, asfálticas, nevráujicas
serpente que tenho que o corpo percorrer...
no meio dela o signo em branco
ora presente, ora falho gancho
se viajo no seu carro ou se viaja em meu bagajeiro
só sei que já li de tudo, letreiro
arreebite,
já com Deus estou quite
e com são cristiovam limite
estrada velha, vida velha, correria sempre
mulher que não é nova
de singular somente aurora
o resto br de vitória
grito de gol
o volantre preso ao pescoço
minha profissão é meu gosto
subir pélo pais, descer nos seus quadris
caminhoneiro, viajo porque quero
não volto mais por que não te espero.
viajo porque preciso
voltei porque a cama é macia
não há na estrada poesia
se poeira voasse volante
seria eu um cavaleiro errante de metal cavalo
corrigindo placas, asfálticas, nevráujicas
serpente que tenho que o corpo percorrer...
no meio dela o signo em branco
ora presente, ora falho gancho
se viajo no seu carro ou se viaja em meu bagajeiro
só sei que já li de tudo, letreiro
arreebite,
já com Deus estou quite
e com são cristiovam limite
estrada velha, vida velha, correria sempre
mulher que não é nova
de singular somente aurora
o resto br de vitória
grito de gol
o volantre preso ao pescoço
minha profissão é meu gosto
subir pélo pais, descer nos seus quadris
caminhoneiro, viajo porque quero
não volto mais por que não te espero.
a veia
nu, seu meninu
já num to dano ciencia de mais nada
grandiosas mimórias, maria
já num to dano ciencia de mais nada
a[i que dor nas junta
aí que trombose multiplA
AÍ EU SOU UM SUS AMBULANTE
aí, esaa, menina, num via bem na iscola
essa outa, só que sabe do funck
eeu não entendeno nada de nada
eu nãio paromais de estar cansada
aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, dor nas cadeiras
nas pérnas, no lasso baço
dor de cotovelelira que dá inchaço
dor de reumatismo de cansasso
dor de véspera de jogasso
orinária! ordinário! fiquei sozinha
peru que não é amis galinha
frnago assado tal qual ppena
ele é que faz seus puemas
moida a mola enferma
subida e descida erma
coisa fina que desepêra
aí, grandiosas mimórias
gloriosas penas dalvas
finas cabeças calvas
sentimento de domingo nalma
já num to dano ciencia de mais nada
grandiosas mimórias, maria
já num to dano ciencia de mais nada
a[i que dor nas junta
aí que trombose multiplA
AÍ EU SOU UM SUS AMBULANTE
aí, esaa, menina, num via bem na iscola
essa outa, só que sabe do funck
eeu não entendeno nada de nada
eu nãio paromais de estar cansada
aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, dor nas cadeiras
nas pérnas, no lasso baço
dor de cotovelelira que dá inchaço
dor de reumatismo de cansasso
dor de véspera de jogasso
orinária! ordinário! fiquei sozinha
peru que não é amis galinha
frnago assado tal qual ppena
ele é que faz seus puemas
moida a mola enferma
subida e descida erma
coisa fina que desepêra
aí, grandiosas mimórias
gloriosas penas dalvas
finas cabeças calvas
sentimento de domingo nalma
no outro
já é dia 03 de dezembro
no outro
já é natal
no outro
carnaval
no outro eu to solteiro
no outro
a ambição
no outro o mais de mim
no outro
dia do trabalho
no outro
festa de aniversário
no outro cansado sempre
no ourtro
já é de costume o ciúme
nno outro
deixa ver a queimada na praça e nam montanha
no outro é lua branda
no outro já é novemnbro
no ourro canudos de novo
no outro
dezembro de novo
no outro dia 03 de dezembro
já é dia 03 de dezembro
no outro
já é natal
no outro
carnaval
no outro eu to solteiro
no outro
a ambição
no outro o mais de mim
no outro
dia do trabalho
no outro
festa de aniversário
no outro cansado sempre
no ourtro
já é de costume o ciúme
nno outro
deixa ver a queimada na praça e nam montanha
no outro é lua branda
no outro já é novemnbro
no ourro canudos de novo
no outro
dezembro de novo
no outro dia 03 de dezembro
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