ouvir boas histórias de mimha mãe
ouvir bons tangos do sertão da patagônia
saber-se volátil ao meio-dia
saber-se sábio e não ser
não ter que ter
ser o que é ser
e simplesmente ser
ouvir novamnete e apoiar-se na memória
da alma
agora calma
e esvair-se sempre e contentar-se sem ser contente
ouvir minha nova carochinha
ser emergente e divergente manifesto
ocupar o inocupavel
ser medio e mediocre medio
eu agradeço por não ser nada e respirar o perfume da tarde
e aerder na panela que arde
epoder ser nulo
e mudo
privilégio de nao ter
sem compromisso a não ser o respirar
e ouvir minha mãe contar históriasnovas e novas de tão usadas pela palavra
o domingo me invade
sem alarde
talvez isso seja alegria
ou a esperança de um novo dia
sem medos, sem pejos
um momento de lassidão
sono de verão
que todos verão
sejam meus olhos um pouco de água
seja histórias de lágrimas salgadas
e escancaradas risadas
domingo, 25 de novembro de 2012
tudo
a memoria da alma
sentimento da intensidade do corpo
vazio infinito do copo
relexo profundo do poço
da estrutura da bolha de sabão
dos canos de mamoeiro
a sensação de um tempo novo
de todas as coisas poucas
e ocas
a memoria, o medo não têm estruturas
são cegos que passeiam
no éter
são as vibrações do olhar violeta
risco nos olhos
a dança não se mensura
cura a dor d "alma
cria o sorriso verdadeiro da tarde
os disas comovidos e mudos
é persona que vamos
descbrirmo-nos
ou deconhecermo-nos
para todo o sempre
a verdade a chama da alma
não se esaure, nem se apaga
vaga... e silenciosamente grita e para.
sentimento da intensidade do corpo
vazio infinito do copo
relexo profundo do poço
da estrutura da bolha de sabão
dos canos de mamoeiro
a sensação de um tempo novo
de todas as coisas poucas
e ocas
a memoria, o medo não têm estruturas
são cegos que passeiam
no éter
são as vibrações do olhar violeta
risco nos olhos
a dança não se mensura
cura a dor d "alma
cria o sorriso verdadeiro da tarde
os disas comovidos e mudos
é persona que vamos
descbrirmo-nos
ou deconhecermo-nos
para todo o sempre
a verdade a chama da alma
não se esaure, nem se apaga
vaga... e silenciosamente grita e para.
domingo, 18 de novembro de 2012
decepção no silêncio
olhso na academia
olhos de difeteria
olhos cansados do meio dia e ilusões dispersas
silêncio também é sintaxe
silêncio também é linguagem
límpida na escura rua da carruagem das verborrágicas palavras
que babam das bocas cansadas mas que falam
silêncio também é movimento
de ar de narinas
somente silencio sem espumas
somente somente de so ser somente silencio
silencio agora ppois estou pertificado com a sordidez humana
to pasmo com as palavras que me enganaram a tarde toda
quero silenciar....
psiu pra todos
quero apenas observar o movimento do mundo
as coisas, só o movimento das coisas....
e ponto final de ar
ponto febril se silêncio.
olhos de difeteria
olhos cansados do meio dia e ilusões dispersas
silêncio também é sintaxe
silêncio também é linguagem
límpida na escura rua da carruagem das verborrágicas palavras
que babam das bocas cansadas mas que falam
silêncio também é movimento
de ar de narinas
somente silencio sem espumas
somente somente de so ser somente silencio
silencio agora ppois estou pertificado com a sordidez humana
to pasmo com as palavras que me enganaram a tarde toda
quero silenciar....
psiu pra todos
quero apenas observar o movimento do mundo
as coisas, só o movimento das coisas....
e ponto final de ar
ponto febril se silêncio.
Um boa noite verde de melissa
um boa noite ruim palmeirense
um bom noite vivo decadente
um boa noite mono descendente
um bom dia descrente na pasta do dente
um bom dia amargo nos lábios do crente
um bom dia sereno de gastro de quente
um bom dia bom dia que de tão bom nos faz gente
uma boa tarde que arde nas entranhas estranhas de minha carne
uma nova boa tarde de cafezinho, bolachas e achaques
uma boa tarde relâmpago para que se entre na sala
uma boa tarde fuzil para que se saiba que que foi lá
que se fez o mundo
um boa tarde para um surdo-mudo
uma nova bao noite no mundo escuro das precipitações aparentes
a etiqueta da conversa
a pressa que espera
a noiva nova de vestido de Hera
uma boite noite pra vocês
uma boa semana talvez
um mundo novo nunca
uma nova tarde que me supra
um novo discruso que me iluda.
um boa noite ruim palmeirense
um bom noite vivo decadente
um boa noite mono descendente
um bom dia descrente na pasta do dente
um bom dia amargo nos lábios do crente
um bom dia sereno de gastro de quente
um bom dia bom dia que de tão bom nos faz gente
uma boa tarde que arde nas entranhas estranhas de minha carne
uma nova boa tarde de cafezinho, bolachas e achaques
uma boa tarde relâmpago para que se entre na sala
uma boa tarde fuzil para que se saiba que que foi lá
que se fez o mundo
um boa tarde para um surdo-mudo
uma nova bao noite no mundo escuro das precipitações aparentes
a etiqueta da conversa
a pressa que espera
a noiva nova de vestido de Hera
uma boite noite pra vocês
uma boa semana talvez
um mundo novo nunca
uma nova tarde que me supra
um novo discruso que me iluda.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
soul
eu sou a brisa
eu sou a tarde
eucmainho no ar despetalado
eu sou menos eu e sou tpodas as coisas naturais
eu sou a noite escura
eu sou o sapato quebrado
eu sou menos eu quando solto fogo
quando chuto a raiva
quando chuto a preguiça
quando chuto o chute
eu sou cartas rasgadas entre lágrimas
eu sou o som do automovel que ligeiro passa
que sou uva passa que passa
eu sou aquele que passa
eu sou aquele
sem pronome
sem nome
sem ais
eu sopu uma força da natureza
em etrerna beleza
eu sou uma dádiva
e sou nada
eu sou a porta fechada de tua cara
eu sou eu
eu sou nada
eu sou a tarde
eucmainho no ar despetalado
eu sou menos eu e sou tpodas as coisas naturais
eu sou a noite escura
eu sou o sapato quebrado
eu sou menos eu quando solto fogo
quando chuto a raiva
quando chuto a preguiça
quando chuto o chute
eu sou cartas rasgadas entre lágrimas
eu sou o som do automovel que ligeiro passa
que sou uva passa que passa
eu sou aquele que passa
eu sou aquele
sem pronome
sem nome
sem ais
eu sopu uma força da natureza
em etrerna beleza
eu sou uma dádiva
e sou nada
eu sou a porta fechada de tua cara
eu sou eu
eu sou nada
DIGNIDADE
Está em você
no seu jeito de sorrir, andar, conversar, correr...
Está em você, na sua ida e vinda
na sua falsa despedida
na sua loucura, nas su busca pelo ar, resto de mar e brisa
está em você
não adianta esconder, é visível, grita, xinga a ofensa e atira
no seu sentar, andar, contar piada, blefar
saber de quem se foi ou de quem se diga
olhar o nada pela janela do busao
está em você
não está na poça dágua que te mira
está em você
está na sua coragem, na sua teimosia
está nos seus olhos baixos depois do meio-dia
está em você, só em você
mas em nada, nada mais está
e seus passos redescobrem a noite, lá também está
e suas gengivas saboreiam o dia
lá também está...
está em você em nemhum outro lugar
basta fechar os olhos e olhar
seu olhar que se bastaa na névoa pouca
quese fecha na garganta rouca
que dança na festa tal qual louca
que chora de c ulpa e não sabe o porquê
não está no outro, mas somentre em você
está em você viver de ar
e não mais saber o que
sim, esteve, está e sempre estará em você...
no seu jeito de sorrir, andar, conversar, correr...
Está em você, na sua ida e vinda
na sua falsa despedida
na sua loucura, nas su busca pelo ar, resto de mar e brisa
está em você
não adianta esconder, é visível, grita, xinga a ofensa e atira
no seu sentar, andar, contar piada, blefar
saber de quem se foi ou de quem se diga
olhar o nada pela janela do busao
está em você
não está na poça dágua que te mira
está em você
está na sua coragem, na sua teimosia
está nos seus olhos baixos depois do meio-dia
está em você, só em você
mas em nada, nada mais está
e seus passos redescobrem a noite, lá também está
e suas gengivas saboreiam o dia
lá também está...
está em você em nemhum outro lugar
basta fechar os olhos e olhar
seu olhar que se bastaa na névoa pouca
quese fecha na garganta rouca
que dança na festa tal qual louca
que chora de c ulpa e não sabe o porquê
não está no outro, mas somentre em você
está em você viver de ar
e não mais saber o que
sim, esteve, está e sempre estará em você...
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
feriado
caio no frio do feriado
carros em pólvora e mulheres turcas
a televisão mente mais que o papa
a papa fina do dia tranforma-se em desalento
quero fugir, mesmo sem per passagem
quero ser flor selvalgem
quero me deitar em braços mil
quero desaparece na névoa estática da tarde
como arde meu piloto coração
quero me banhar em folha de cansanssão
meu mundo caiu por você, maysa, minha deusa do tedio e da sedução
quero oucir a voz que se perdeu no tempo e
reprozí-la mentalmente
quero sair tranças livresw no ar
quero feriado e babar
para quando segunda chegar
eu calado, silêncio eteno do segundo
volto e me conformo e ser nada
enadar no som do novo tranbalho
feriado acabou e a cida recomeça, mas até lá, sou pura lira
sou noite, sou seu, sou sua
sou u eterno éter de sua nuvem
a televisão me meostra estradas intrafegáveis
eu me ostro sonolento
quero conhjecder a turquia no próximo feriado.
carros em pólvora e mulheres turcas
a televisão mente mais que o papa
a papa fina do dia tranforma-se em desalento
quero fugir, mesmo sem per passagem
quero ser flor selvalgem
quero me deitar em braços mil
quero desaparece na névoa estática da tarde
como arde meu piloto coração
quero me banhar em folha de cansanssão
meu mundo caiu por você, maysa, minha deusa do tedio e da sedução
quero oucir a voz que se perdeu no tempo e
reprozí-la mentalmente
quero sair tranças livresw no ar
quero feriado e babar
para quando segunda chegar
eu calado, silêncio eteno do segundo
volto e me conformo e ser nada
enadar no som do novo tranbalho
feriado acabou e a cida recomeça, mas até lá, sou pura lira
sou noite, sou seu, sou sua
sou u eterno éter de sua nuvem
a televisão me meostra estradas intrafegáveis
eu me ostro sonolento
quero conhjecder a turquia no próximo feriado.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
seu olhar colore minha tarde
arde sem dor
seu olhar é um colar com amencoeiras em flor
seu olhar me deixou sozinho depois que se foi
sozinho estou
a tarja da tarde me deixa sozin
preto e branco
em guardanapos e fósforos...
sem você nao tenho tinta
me colore se puder felxionar o verbo
espero vc de novo num domingo desses
espero sua cor, seus olhos sem dor
espero seu calor sem me tocar
seu olhar, minha verdade
arde sem dor
seu olhar é um colar com amencoeiras em flor
seu olhar me deixou sozinho depois que se foi
sozinho estou
a tarja da tarde me deixa sozin
preto e branco
em guardanapos e fósforos...
sem você nao tenho tinta
me colore se puder felxionar o verbo
espero vc de novo num domingo desses
espero sua cor, seus olhos sem dor
espero seu calor sem me tocar
seu olhar, minha verdade
domingo, 4 de novembro de 2012
eu ouço uivos de silêncio
eu abano meu lenço
eu sei que eu nao me pertenço
eu sei
você sao sabe , nunca saberá da minha dor
eu sei
que devo correr correrdor
seus lábios enfeitam a tarde
e eu sou luz que arde
ouço gritos de nada
vejo filtros sem água
vou dormir sem anágua
vou ser multiplo sem ser um
vou estar sorrindo em lugar algum
eu vejo sombras enluaradas
eu vejo meninas desesperadas
eu vejo o riso da cirançada
eu vejo a parentela cantada
eu vejo, vejo, observo e me calo
eu vejo uivos de calos
eu abano meu lenço
eu sei que eu nao me pertenço
eu sei
você sao sabe , nunca saberá da minha dor
eu sei
que devo correr correrdor
seus lábios enfeitam a tarde
e eu sou luz que arde
ouço gritos de nada
vejo filtros sem água
vou dormir sem anágua
vou ser multiplo sem ser um
vou estar sorrindo em lugar algum
eu vejo sombras enluaradas
eu vejo meninas desesperadas
eu vejo o riso da cirançada
eu vejo a parentela cantada
eu vejo, vejo, observo e me calo
eu vejo uivos de calos
to parado
to calado
to arrasado
to amuado
to suado
to assustado
to ainda to cansado
aliás, vico cansado
só mne pedem nada me dao
to me sentindo latindo cao
sou um cão
to latindo de medo do futuro;;;
to perdido no presente
somras que olham, sobra de gente
to estirado no tempo
to decepcionado comigo
to me sentido miho nao colhido
to arrasado
sei que sou nada
e serei pó daqui a pouco
mas enquanto isso resisto
abro minha boca e digo o indizível
danço o indançável
sorrio o insorrível
eu posso ser horrivel
matar meus dêmonios e ser feliz
basta um passo
mas estou aboreecido
sou livro esquecido em sua estante
nao entrendo mais a felicidade do instante
quero ser constante
qeurro ser mais quennera vogal e consoante
fonemas soltos no ar
gargalahdas de ar
estou triste, mas resito
vou resissitir o quanto puder e quando nao mais puder , viro memória
to calado
to arrasado
to amuado
to suado
to assustado
to ainda to cansado
aliás, vico cansado
só mne pedem nada me dao
to me sentindo latindo cao
sou um cão
to latindo de medo do futuro;;;
to perdido no presente
somras que olham, sobra de gente
to estirado no tempo
to decepcionado comigo
to me sentido miho nao colhido
to arrasado
sei que sou nada
e serei pó daqui a pouco
mas enquanto isso resisto
abro minha boca e digo o indizível
danço o indançável
sorrio o insorrível
eu posso ser horrivel
matar meus dêmonios e ser feliz
basta um passo
mas estou aboreecido
sou livro esquecido em sua estante
nao entrendo mais a felicidade do instante
quero ser constante
qeurro ser mais quennera vogal e consoante
fonemas soltos no ar
gargalahdas de ar
estou triste, mas resito
vou resissitir o quanto puder e quando nao mais puder , viro memória
eu sei que nada vai acontecer
eu sei mas vou continuar, por teimosia, a viver
eu sei de vc
eu sei que vc nao me quer
eu sei que vc é uma flor de pañtano
eu sei que sozinho você enlaça o vento
eu quero aprender a me querer bem
eu quero gostar mais de mim
eu quero ficar cendom a tarde e me sentir mais frida
eu quero mudar de vida
eu quero mais estranho ser
eu quero você
no espelho da academia
na pista de corrida
na aula de metafísica
eu quero me querer
quero beijar-me, abraçar-me
eu quero gostar mais de mim
eu quero ser um pardal pequeno
no abacateiro
da lima quero ser a flor da primavera
eu quero rir a toa da vida velha
eu nao quero culpa
eu quero tirar do meu peito essa dor que me arrsaa
eu quero ficar sentado na praça
uma poça dágua, eu quero ser tudo
ao mesmo tempo eu quero ser nada
belo aprende a amar-se
porque você merece, meu nego
você sempre lutou muito e tem nada
mas terá a paz dos mortos
o noa ser
mas antres disso ser feliz
ou entao só ser, ser e ser
sem me preocupar com mais nada
quero apenas existir e repsirar ar
quero nadar na piscina de mar
quero sair de casa de magrudada a me procurar
só quero existir com menos angústia
isso está acabando comigo...
eu sei mas vou continuar, por teimosia, a viver
eu sei de vc
eu sei que vc nao me quer
eu sei que vc é uma flor de pañtano
eu sei que sozinho você enlaça o vento
eu quero aprender a me querer bem
eu quero gostar mais de mim
eu quero ficar cendom a tarde e me sentir mais frida
eu quero mudar de vida
eu quero mais estranho ser
eu quero você
no espelho da academia
na pista de corrida
na aula de metafísica
eu quero me querer
quero beijar-me, abraçar-me
eu quero gostar mais de mim
eu quero ser um pardal pequeno
no abacateiro
da lima quero ser a flor da primavera
eu quero rir a toa da vida velha
eu nao quero culpa
eu quero tirar do meu peito essa dor que me arrsaa
eu quero ficar sentado na praça
uma poça dágua, eu quero ser tudo
ao mesmo tempo eu quero ser nada
belo aprende a amar-se
porque você merece, meu nego
você sempre lutou muito e tem nada
mas terá a paz dos mortos
o noa ser
mas antres disso ser feliz
ou entao só ser, ser e ser
sem me preocupar com mais nada
quero apenas existir e repsirar ar
quero nadar na piscina de mar
quero sair de casa de magrudada a me procurar
só quero existir com menos angústia
isso está acabando comigo...
Da janela do ônibus vi um beijo desafiar a tarde
Era um garoto branco, obeso, camisa de time de futrebol
desceu as escadas, e um homem
a cara do garoto, dez vezes mais gordo que o menino
o esperava na calçada
espreitei em minha tormenta de vida
desapareceu, quando já na calçada, o pai beija o filho
o garoto nao gosta e diz, para pai
o pai, fica sem graça e os dois seguem
o onibus continua
eu também
meus olhos doem de areia
vejom pouco amor a meu lado
vejo um pai ensinar um filho sentimento
vejo uma tarde feia do inteior se bari
vejo cimento em meus lábios
calados cerram minha boca
não tenho filhos para fraternalmente beijar
tenho a noite inteira para no sonho dançar
já não há msia um mundo para domar
há somenbtre este mundo pra viver
e um beijo desafia a vergonha
pra me dizer que vale a pena viver
e acordar noutro dia para somente ser
Era um garoto branco, obeso, camisa de time de futrebol
desceu as escadas, e um homem
a cara do garoto, dez vezes mais gordo que o menino
o esperava na calçada
espreitei em minha tormenta de vida
desapareceu, quando já na calçada, o pai beija o filho
o garoto nao gosta e diz, para pai
o pai, fica sem graça e os dois seguem
o onibus continua
eu também
meus olhos doem de areia
vejom pouco amor a meu lado
vejo um pai ensinar um filho sentimento
vejo uma tarde feia do inteior se bari
vejo cimento em meus lábios
calados cerram minha boca
não tenho filhos para fraternalmente beijar
tenho a noite inteira para no sonho dançar
já não há msia um mundo para domar
há somenbtre este mundo pra viver
e um beijo desafia a vergonha
pra me dizer que vale a pena viver
e acordar noutro dia para somente ser
minha morte
quero voltar aos braços de shakespeare
quero que machado me leve
quero estar leve quando parir
de mim memso ima lama imagem
quemor sumir
quero ser só um minuto no palco
quero ver no escuro seu grito de nada a me dizer que vale a pena viver
sem o teatro sou nada
e como nada quero morrer
quero nadar nas peças quero subir e sumir no escuro
quero, mas quero ser feliz na atuação
nada que nao seja isso e nem mesmo canção
sem o teatro nao quero mais viver
estou sentido uma perguiça de tudo,
pessoas, caras, e dublagens a me falar
que tudo melhora
melhora nada
yo cansado de ser nada
que o nada que nada
quero nadar na piscina do escuro e na coxia ficar vendo a melhor das vidas
não quero mais sofrer, sou capaz de morrer de maor pelo teatro
quero ibsen, beckett, brecht e nelson
não quero seus olhos
quero os meus brilhando no esxuro e palmas a ame escutar e me coroar
se não mais pra atuar, perfiro que á noite, mephisto me leve
me leve e não mais serei
voarei com fausto e flores de ar
quero descer no corpo e subri na alma
palco de nuvens vou dançar
e o restro nao mais importa
serei nada e tudo de nada me faz nova carta para o teatro
meu aneçl é o teatro
o terceiro sinal é meu afeto
a atução minha vida
o final da peça minha diária esquisitice
meu fim, quero morrer...
quero morrer no palco
que mephisto aja hoje e me leve para nunca mais sofrer
para viver cheio, repleto de nada
quero que machado me leve
quero estar leve quando parir
de mim memso ima lama imagem
quemor sumir
quero ser só um minuto no palco
quero ver no escuro seu grito de nada a me dizer que vale a pena viver
sem o teatro sou nada
e como nada quero morrer
quero nadar nas peças quero subir e sumir no escuro
quero, mas quero ser feliz na atuação
nada que nao seja isso e nem mesmo canção
sem o teatro nao quero mais viver
estou sentido uma perguiça de tudo,
pessoas, caras, e dublagens a me falar
que tudo melhora
melhora nada
yo cansado de ser nada
que o nada que nada
quero nadar na piscina do escuro e na coxia ficar vendo a melhor das vidas
não quero mais sofrer, sou capaz de morrer de maor pelo teatro
quero ibsen, beckett, brecht e nelson
não quero seus olhos
quero os meus brilhando no esxuro e palmas a ame escutar e me coroar
se não mais pra atuar, perfiro que á noite, mephisto me leve
me leve e não mais serei
voarei com fausto e flores de ar
quero descer no corpo e subri na alma
palco de nuvens vou dançar
e o restro nao mais importa
serei nada e tudo de nada me faz nova carta para o teatro
meu aneçl é o teatro
o terceiro sinal é meu afeto
a atução minha vida
o final da peça minha diária esquisitice
meu fim, quero morrer...
quero morrer no palco
que mephisto aja hoje e me leve para nunca mais sofrer
para viver cheio, repleto de nada
tudo passa
tudo passa
até a uva
quem sabe a chuva
leve minha dor
quem saben aprendo o apaga-dor
e desapareço com o cansaço
vontade de nao mais ser
nessa tristeza me desfaço
não posso esperar de quem me ama
mais amor...
posso esperar de quem nao me ve
que me observe passar
passo a passo e laço o ar e passo a dançar
tudo permance
a chuva, o vento e a neve
como se nao parasse um até breve
gesto perdido nos seus olhos
energia que some nao volta
tudo passa e permance
nem que por um segundo acontece
e desfazo sentimento do breve
em novas brevidades leves
até a uva
quem sabe a chuva
leve minha dor
quem saben aprendo o apaga-dor
e desapareço com o cansaço
vontade de nao mais ser
nessa tristeza me desfaço
não posso esperar de quem me ama
mais amor...
posso esperar de quem nao me ve
que me observe passar
passo a passo e laço o ar e passo a dançar
tudo permance
a chuva, o vento e a neve
como se nao parasse um até breve
gesto perdido nos seus olhos
energia que some nao volta
tudo passa e permance
nem que por um segundo acontece
e desfazo sentimento do breve
em novas brevidades leves
nao sei
nao sei pegar bus meu bem
vagalume no escuro capta a luz do numero cem
estudante reprovado no enem
filho que deseja nao ser e é nenem
eu sinto tua falta mas nao sei ainda amar
to velho para a vida e nao sei namorar, o óbvio
aprendi de pequeno o verbo desrespeitar
estou desaprendendo este verbo conjugar
eu nao sei ir de táxi, meu amor
o pedregulho da rua chuvosa me entristece de dor
como pizza como quem bebe champagne
corro do surto como qyuem corre do diabo
nao sei mais ficar sozinho, meu amor
sei cantar passarinho de dor
no escuro e no silêncio do quarto
eu vejo no espelho meu móvel retrato
que me inspira dor...
to tão triste que nao sei porque
e essas linhas traduzem o calvário do existir
quero que minha alma largue meu corpo
antes que sofra de novo
quero pegar o último bus da esperança que se esvai na chuva
eu nao sei amar e to triste por isso
vagalume no escuro capta a luz do numero cem
estudante reprovado no enem
filho que deseja nao ser e é nenem
eu sinto tua falta mas nao sei ainda amar
to velho para a vida e nao sei namorar, o óbvio
aprendi de pequeno o verbo desrespeitar
estou desaprendendo este verbo conjugar
eu nao sei ir de táxi, meu amor
o pedregulho da rua chuvosa me entristece de dor
como pizza como quem bebe champagne
corro do surto como qyuem corre do diabo
nao sei mais ficar sozinho, meu amor
sei cantar passarinho de dor
no escuro e no silêncio do quarto
eu vejo no espelho meu móvel retrato
que me inspira dor...
to tão triste que nao sei porque
e essas linhas traduzem o calvário do existir
quero que minha alma largue meu corpo
antes que sofra de novo
quero pegar o último bus da esperança que se esvai na chuva
eu nao sei amar e to triste por isso
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