eu ouço uivos de silêncio
eu abano meu lenço
eu sei que eu nao me pertenço
eu sei
você sao sabe , nunca saberá da minha dor
eu sei
que devo correr correrdor
seus lábios enfeitam a tarde
e eu sou luz que arde
ouço gritos de nada
vejo filtros sem água
vou dormir sem anágua
vou ser multiplo sem ser um
vou estar sorrindo em lugar algum
eu vejo sombras enluaradas
eu vejo meninas desesperadas
eu vejo o riso da cirançada
eu vejo a parentela cantada
eu vejo, vejo, observo e me calo
eu vejo uivos de calos
Nenhum comentário:
Postar um comentário