caio no frio do feriado
carros em pólvora e mulheres turcas
a televisão mente mais que o papa
a papa fina do dia tranforma-se em desalento
quero fugir, mesmo sem per passagem
quero ser flor selvalgem
quero me deitar em braços mil
quero desaparece na névoa estática da tarde
como arde meu piloto coração
quero me banhar em folha de cansanssão
meu mundo caiu por você, maysa, minha deusa do tedio e da sedução
quero oucir a voz que se perdeu no tempo e
reprozí-la mentalmente
quero sair tranças livresw no ar
quero feriado e babar
para quando segunda chegar
eu calado, silêncio eteno do segundo
volto e me conformo e ser nada
enadar no som do novo tranbalho
feriado acabou e a cida recomeça, mas até lá, sou pura lira
sou noite, sou seu, sou sua
sou u eterno éter de sua nuvem
a televisão me meostra estradas intrafegáveis
eu me ostro sonolento
quero conhjecder a turquia no próximo feriado.
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