a tarde arde entrre o acordar e o tempo
a tarde se abrecomo um jogo de canastra ingenuo
a tsrde e o seu momento
o calor nos faz imóveis cimentos
pássros de roupas no trânsito lento, divagador
sob uma pessoa, desxce um elemento
emo motorista suor no rosto ri ara nada e de nada
a tarde enfumaça o ônibus
a tarde rearruma a vida seja nos silêncios ou nas breves palavras ditas a ouvidos atentos
a tarde é como um ônibus que queima nas piores horas e passa em mim como folhas de um imício de tarde
e de cimento.
a rarde passa em mim, como um ônibus passsou em minha vida
e fez de mim mais um número da dividida soma da desigualdade táctil
dos invertidos números da leviandande
do fel do tempo
do céu em lamento
do sertanejo sedento
do aconchego sem tempo
a tarde entre o descansar e o sono
as pesssoas viram nada e só sombras piodem cobri-las
novo arco-iris preto e branco
cela solta no nascimento da noite
luz de âmbar a embaçar a corpos para a noite quase infina
o ônibus chega ao ponto a tarrede escorreu-lhe pleos pneus e sonho com o próximo dia
e das aflições acalmadas desço e voua casa
saúdo a nova noite como prima velha da tarde.
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