O tempo passouy correndo e não
tive tempo de cumprimentá-lo
tal sua velocidade brusca
pouca entao a minha busca
o espaço ficou parado entre nuvens e dilacerando meu coração em petalas
me mostou quem eu sou na corrida
infinda e que não cessa, não cessa ainda
minha flor da existência se desabrochava em puro cerão inventado
no calor dos meus velozes passos passados
nas mãos que redesenham o venro
na secura que lambe minha língua
no escuro que já principia
nas luzes de natal anigas
o tempo passou no átimo
eu não sou eu eu sou o novo rei reiventado
eu corro para alcancá-lo
eu paro para contemplá-lo
eu que sou op destrerrado
eu que me sinto de mim renegado
eu então por mim reiventado
o tempo me ensina, no dia em que o, pegarei
já não mais serei humano
serei também tempo
e memória terrestre
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