doloridas costas já não me cansam mais
pesquisas loucas já não consomem meu tempo
frituras não moredem meu estomago
pinturas não desenham minha figura
eu sou o invisível a teus olhos
eu sou o novo velho marcado de morte
eu sou você no gafite da escola
eu sou eu eu e eu sou tudo e nda
caimbaras de janeiro me soccoram
mulhrres volumosas em ônibus me acudam
funck novo, velho rótulo
simples ouvir o inaudito
simples requerer o silêncio de uma borboleta
simples ver a noticía brijada no chão da boa
ferraduras de ferereiro as encontrarei decerto
e armarei para a nova idade do ouro
e do couro
que minha mães me enlouquecem
chuvas de verão visitem meu coração e chorem lágiemas de poço
esas ferias são um eterno desgosto de sal além da conta
de suas pernas trorneadas prontas
de seu mel na boca e no osso
de minha alma à beira do fosso
minha cantiga de silêncio estoura os tímpano do maior barulho
e dançamos um frenético bate estaca enquanto a noite não nos diz nada
filha do vento, bolsão de ar, meninas correm e o tempo além delas
o som com elas
esse já vencemos jaz tempo....
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