sábado, 28 de dezembro de 2013

Nossa Senhora dos caminhoneiros

dói na minha carne a história que pede para ser contada, pois faz parte deste imenso baú que carrego comigo e que sumirá quando eu não mais houver por aqui, ou então  quando eu for poeira de estrada, no meio do inclemente sol de agosto. tudo perecerá, até esta vontade de sumir e esse não sei o que que me devora e me faz escrever de desabafo palavras, de sonhos imagens revividas e agora recontadas com cara de ideia. com cara de revividas ante esquecidas por mim ou por joão. Bem, mas quem é José? Alguém como você e eu que luta por um caminho seu , e, naquela tarde, mal sabia eu, que o encontro com a divindade estava marcado , só não saberia que se tratava de um br mal cuidada e um caminhoneiro dentro da barca de caronte.
Eu esperava o momento exato em que o carro ou caminhão pararia e me levaria à cidade grande. Eu estava debaixo de um sol que beirava os 40 e uma vontade de estudar, ser alguém para longe de minha aldeia. Os carros não paravam ao perceberem meu aceno, um, dois, trẽs, passaram vários, e então quando era um apessoa de minha aldeia, esta fazia gestos incompreessíveis para me lembrar de que não iria pelo mesmo caminho que o meu, eu assim,  parado com o sol já a ameaçar cair de seu maior Pêndulo. Ia desistir da carona , quando a surpresa aconteceu....

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