terça-feira, 7 de maio de 2013

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arde tarde sem sol
que a continuidade do vento a quebre forte
como a filigrana  de teus olhos
como uma terra de atalhos a despedaçar-se em mim no que há.

poemizar a própria existência
com a mesma clarivdência de um tataravô alpino


carne clave sob o sol
vida de farol e a luz dança no arrebol
poesia feita de caos jorrados no quintal
vista grossa no lamaçal
geral! agora é luz  nova
agora é tarde alegre[
agora é você luzidia
agora é a tarde à beira do dia

o sono invade de imensas nuvens no último grito de sol
imensas elas mundanans formas de a´gua vapor
 renovam o desejo pregresso da noite
que viráeelas cairão

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