arde tarde sem sol
que a continuidade do vento a quebre forte
como a filigrana de teus olhos
como uma terra de atalhos a despedaçar-se em mim no que há.
poemizar a própria existência
com a mesma clarivdência de um tataravô alpino
carne clave sob o sol
vida de farol e a luz dança no arrebol
poesia feita de caos jorrados no quintal
vista grossa no lamaçal
geral! agora é luz nova
agora é tarde alegre[
agora é você luzidia
agora é a tarde à beira do dia
o sono invade de imensas nuvens no último grito de sol
imensas elas mundanans formas de a´gua vapor
renovam o desejo pregresso da noite
que viráeelas cairão
foto
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