domingo, 23 de março de 2014

SOFRANET

viveria-se mal se somente se visse na tela da vitrine espacial
vive-se bem sem que lhe avisem da beleza do existir

Pequenos seres de inteligência artificial tiram nossa atenção fundamental
prometem-nos conhecimentos, entregam-nos alienação.
máquinas decantadas nunca então por homem das letras cantadas
versos como um ruflar de  casas
sob a agitação desta nova forma de comunicação.bairral bairrista,. do universo artista
A nos incendiar de uma sincera ilusão ,de um novo tempo que não chegará
luzes de cybersvagalumes a inventar o egoísta da noite
música de acoite e toda  a cena do game maquiada
a internet não é somente janela do mundo, mais que nada , e não existe tal qual fora de casa
 Mas que isso: http é;você.
sua noção de tempo é errada
ela nos induz ao abandono de quem amamos por minutos segundos ou na eternidade
eternet quando cortada, brilhanet quando nos casa, porcanet quando enlameada
savanet quando pesquisada, encrenquenet quando toda obrigada
destrunet quando da lâmpada queimada, intrutinet quando bem usada amorete para quem de amores da
tela se perdeu,
 que nas luzidias lanternas que enfeitiçam nossas mentes bárbaras, tal qual ouro por espelho não me vejo, nem prevejo outras hist´rias e sabores da vida e daenseada do medo
a tela agora é nosso desenredo, nosso drama social, por  tentar ver no outro mais que animal
e por não fugir do individualismo fatal
novos tempos e termos e seu avô não pode entrar, pois a luz da sabedoria não brilha tanto como as luzes de neon.
o dia nasce e na sala todos dormem sem terem de facto comunica o essencial o essencial amor
teremos que aprender novamente a virar a cabeça e dizer eu te amo
como sempre fizeram, na história da humanidade, não há softiuer diante da liberdade de uma descompromissada conversa
essa é verdadeiros poque de tela os olhos maiores são donos de nossa essencialidade, de nossa verdadeira vontade.









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