Sinceramente não sei se existe alguém que me lê
se existir peço que comente para que eu saiba que sou lido
menos que querido, mais que desejo de leitura
se assim me lês comente abaixo para que eu não sinta que escrevo para nada e ninguém
esta imensa solidão de interior e do meu inteiro inda pode me matar
mas não acontece se você comentar,
pode ser mesmo xingando, aborrecido, a dizer que isto nem poesia é
vou entender, e ficar assim contente por fazer de meu algoz, meu interloescultor
Sinceramente acho esta postagem é inútil pois ninguém nunca me discute, nem mesmo me vê, ouve, quanto mais me lê
queria ser ouvido inda que calado, queria ser lido inda que hermético
Se estas palavras perpassam a tela, ao caderno, a fala
merce um aceno, uma crítica, uma fala
falta sangue em que te diferencia
não sei se devo continuar a escrever e minhas mãos são as do Lázaro em direção a uma nova vida
vindo então do fundo da tristeza
estou quase a pular o muro e reorganizar-me para ser somente feliz
se sente-se acanhado, dê apenas um OK
assim sei que há vida do outro lado a me escutar
esse poema confissão, essas palavras baratas há de apagar se não saber-se ouvida, lida
para a minha lida continuar, min há sina em transformar palavras em ossos e pedras
o poema reclama de ti uma posição, mesmo que seja para defenestrar-me da poesia
e eu não mais compartilharei se não lido , vou apenas escrever para eu ler o que escrevi de mim e do mundo que me circunda e
gira a terra, gira o mundo, gira a saia e meu lábios na boca da flor
eu quero a calmaria da noite e a alucinação dos dias, da dor
eu quero beber gasolina e arrotar diesel
eu quero ser eu, com seu comentário para não me sentir otário
se fosse só isso seria mais que bobo, seria eu mesmo homem novo
as palavras pedem pra virar poema e eu não tenho noção se alguém lê
o poema-desabafo, o poema-faro, o poema-alegria, o poema-tristeza
todos eles estão em mim, , em minha pele e no meu sorriso ou esgar
resta saber se você me lê como te vejo a ti todos os dias sem você me ver
assim espero e compto a sina do cibernético poeta, novo , velho, tudo e nada
nada em mim diz que sou o que escrevo
sou o que sinto e sinto porque existo
sua avalição é meu dliema, mass minha esperança também
melhor ser criticado que não ser visto e passar incólume na multidão sentindo-se um poeta, quando não passo de um bobão pateta
ps. se você tem lido meus textos, peço que dê um ok se não quiser comentar, tanto quanto se quiser, fique à vontade
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