Pardal pula de galho em galho
Revela a alegria do apogeu do verão.
A festa imensa das cores da vida faz dos calangos sentinelas dragões.
O dia passa e as nuvens ensaiam o balé das moças novas diáfanas e que vivem pouco mas ressurgem da lama,do caos e do lodo, do aparente imenso nada.
Um verão se desenvolve pleno como voam os filhos insetos pequenos intrépidos e que nas manhãs criaram asas e invadiram assim os telhados das luzes das humildes portas e casas
Chuva, vento e mel a dilacerar nos humanos a baba de fel e
do mundo o ressurgir da vida
na palma da mão, na cor da canção, no bater de todos os corações.
O verão dignifica vida nova, a borboleta de asas lustrosas
os passos, o paço a receber a chuva ...
a alegria da saúva viúva a cavar a vida na cova da curva
o imenso grito do grilo a trazer sorte para todos no ecossistema. Assim gritante teorema, o mais importante de todos os mundos por sob os nervosos pés imundos ,
Vira nada pois do verão os humanos só xingam a alegria que jamais verão no orgulhoso e brilhante grito da poça dágua.
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