Eu vivo em um mundo em que todos os dias se diz adeus.
Um novo mundo nos espera sem fila de espera
um momento a ser inaugurado em uma justa nova terra.
Um ciclo em que a religião será para unir os irmãos
não para fazê-los entrar em guerra.
Quando a palavra do outro valerá tanto quanto eu a tinha
e conseguirei me colocar no sofrimento alheio e perceber que a verdade não era somente minha
Mas também é reativa para quem veio não somente contemplar, estará de facto a degustar a vida e seus desejos.
Vai estar não para passear, mas para ver o sistema mudar, tornar-se céu de véu, vértice solar.
Minha língua ferina, minha angústia de aguilhão transformar-se ao em pombas o monte imenso das bobagens que ouço sobre o grande aluvião.
E voarão sobre a mediocridade imposta por quem se diz irmão e te trai com um sorriso nas costas ..., que não entende que você é o mesmo mas também é o outro que não olha somente , mas observa tudo durante uma fala torta.
Minha vida imensa de futuro, minha sede de justiça aqui ora posta
Se tornarão um novo tempo justo e que valerá para os viventes, dementes, indecentes, pouco crentes, mas todos verdadeiramente formados de carne, gente.
Janelas e portas abertas para uma nova seara com menos ódio dogmas, menos togas e menos crentes em si mesmos e torturadores de sua gente , então escravizada por tudo o que o sujeito pequeno sente.
Irmão não mais mata irmão, mas coroam a vida como obra da
terra, como algo bom que advirá..
Da mãe Gaia e de seus filhos novos, que nos abrigarão, que não quererão mais ver briga por própria estúpida briga
que entenderão que gente também respeita os demais seres existentes
que inaugurarão assim nova semente que contaminará e matará em todos nós o preconceito das pequenas gentes.
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