domingo, 17 de abril de 2016

POEMA DE AMOR AO OPRIMIDO QUE QUER SER OPRESSOR NO DIA EM QUE O MUNDO PAROU

POEMA DE AMOR AO OPRIMIDO QUE QUER SER OPRESSOR NO DIA EM QUE O MUNDO PAROU.
O lugar do abandono é um um lugar detestado por todos os homens
o pequeno-burguês cria então o ódio de selo no coração do povo
para assim, recolher as cinzas de milhares de ideias novas que abortadas antes de germinadas garantam ao poderoso covarde a morte da criatividade da massa teleguiada.
Exposto por covardia ao ridículo de existir, armas em punho , o oprimido investe contra seus irmãos excluídos na esperança de encontrar no sangue derramado a sua falsa redenção.
Então apropria-se do discurso de quem historicamente o odeia
Sente-se importante quando privado de educação, saúde, segurança, cultura e existência de qualidade primeira.
Pensa pertencer a uma classe que não é a sua, como se a que frequentasse não valesse nada
Ser financeiramente desprovido de dinheiro não é crime,mas dar bom-dia ao assassino de sonhos é a maior imbecilidade de todas as que todos os dias o reprime de inúmeras maneiras
Então mando um grito de amor ao oprimido para que assim e sempre :
O pobre veja valor em outro pobre
A mulher veja qualidades em outra mulher
O gay respeite a existência de outro gay
O índio não entre em guerra contra outro índio
O negro não queira forçosamente ter um ridículo e mascarado embranquecimento .
O branco caricato não veja valor somente em Miame e Orlando sem facto.
Que esse país seja uma nação de todos e para todos
Não somente para o maldito que grita de gozo em paraísos fiscais
Que o povo brasileiro não mais ache bonito ser tratado como lixo
Ademais, que se revolte organizada-mente e faça deste lugar uma seara de todas as pessoas e terra fértil de inclusas e dignas sementes..

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