O que diferencia um rato de um servidor público?
simples: o rato protege o seus, enquanto o servidor idiotizado puxa-saco e apenas faz o que lhe manda
imagine um rato humanizado a roer um queijo que não lhe pertence
assim é o servidor público traidor: ele fica com as migalhas de quem o odeia
mas por ser MEDÍOCRE e por perseguir seus próprios companheiros de trabalho, torna-se então escravo de sua própria dignidade.
O vento leva a maldade e a traz de volta com outros ares e um novo comando
um rato solidário observa o rato idiotizado pelo tempo e pela não leitura
prevê, o rato honesto, o futuro reservado aos traidores e já o vê onde estará brevemente este que agora o entrega ao gatunos
sim, o entrega e não o reconhece como um dos seus
um rato também, mas rato sem o pé preso
a pedir desculpas e abaixar a cabeça, implorar um
favor de quem, ontem, em seu jornal vagabundo atacava
esse rato não serve mesmo para nada
nem deveria ser chamado de rato ou verme porque trata-se de uma afronta a esses seres que possuem muito mais que ele, a noção de respeito entre o seus
o idiota puxa saco de quem ri dele noutras conversas e persegue seus colegas de trabalho com bastante diligência, uma vez que lhe falta inteligência e competência
esse lixo com o qual, infelizmente convivo, não sabe que projetos são feitos para o município e não para uma gestão a qual até ontem atacava.
pobre criatura que vive à margem e não se reconhece por apenas reconhecer-se como puxa-saco
miado esquisito no saco, um resto de gente que ninguém respeita
hoje você me persegue, em 2017 te dou o troco.
lixo humano que lê a bíblia e não entende
traidor deve ser punido exemplarmente
basta ver o que acontece aos ratos para ver o que dele pode-se esperar
sua hora vai chegar!
traidor dos servidores! Vais aprender na dor a dor que hoje causas.
segunda-feira, 31 de março de 2014
quinta-feira, 27 de março de 2014
FRIDA
A dor de ser faz de nós todos escravos da existência
presos, arrastados atados como ratos dilacerados sobrevivemos
e fazemos de nossa alegria uma confortável antítese de casos passados por vezes visitados, sabores, amores vãos, amores que se vão
em uma nova grande estação.
A alegria vence a ferida trágica, mas saber-se alegre é conhecer-se, tanto como é maneira de estar, ainda que estranho, fridakaliano no rebanho das aceitações o diferente é o outro na visão do outro, que é distinto das fáceis aceitações e nas quais cria outros gados que riem em um pasto cruel.
uma estrela cantou-me da esperança como matéria de nossos dias e de todas as preocupações
das gerações das feras ações da primeira da gerações
da vida, do tom maior do amor à terra ao amar da vida ou de uma opaca esfera que nos ocupa
como se a coisa dissesse de si a todo momento velazqueano ou suburbano
jaz em você, em mim, a tristeza do simplesmente existir, como que alimentos da fadiga que nos dá ideia da não existência.
mas a alegria sufoca essa tristeza e a faz jorrar em outro quintal
um supremo sorriso de quem diz que está vivo
uma alegre comoção por atos pequenos, cotidianos
nos faz mais felizes e humanos como que inundados de felicidade
a traçar caminhos e criar trilhos para respostas de perguntas novas
O dia anuncia imensa primavera, subir a montanha, concordar com a espera, ser amor, inundado de cordialidade
imenso de pensamento, não falar de pessoas, mas de ideias com base em fatos
sonhar, e reestruturar arquiteto essa nova engenharia
a da existência essa nossa urgência
a certeza de que é fabuloso viver nos alimenta a preservação
inda que doa, amo amar minha existência, estranha, cotidiana, quase pouco, mais de um só, nota em dó
só minha.
presos, arrastados atados como ratos dilacerados sobrevivemos
e fazemos de nossa alegria uma confortável antítese de casos passados por vezes visitados, sabores, amores vãos, amores que se vão
em uma nova grande estação.
A alegria vence a ferida trágica, mas saber-se alegre é conhecer-se, tanto como é maneira de estar, ainda que estranho, fridakaliano no rebanho das aceitações o diferente é o outro na visão do outro, que é distinto das fáceis aceitações e nas quais cria outros gados que riem em um pasto cruel.
uma estrela cantou-me da esperança como matéria de nossos dias e de todas as preocupações
das gerações das feras ações da primeira da gerações
da vida, do tom maior do amor à terra ao amar da vida ou de uma opaca esfera que nos ocupa
como se a coisa dissesse de si a todo momento velazqueano ou suburbano
jaz em você, em mim, a tristeza do simplesmente existir, como que alimentos da fadiga que nos dá ideia da não existência.
mas a alegria sufoca essa tristeza e a faz jorrar em outro quintal
um supremo sorriso de quem diz que está vivo
uma alegre comoção por atos pequenos, cotidianos
nos faz mais felizes e humanos como que inundados de felicidade
a traçar caminhos e criar trilhos para respostas de perguntas novas
O dia anuncia imensa primavera, subir a montanha, concordar com a espera, ser amor, inundado de cordialidade
imenso de pensamento, não falar de pessoas, mas de ideias com base em fatos
sonhar, e reestruturar arquiteto essa nova engenharia
a da existência essa nossa urgência
a certeza de que é fabuloso viver nos alimenta a preservação
inda que doa, amo amar minha existência, estranha, cotidiana, quase pouco, mais de um só, nota em dó
só minha.
A QUEDA DA LEI 100 2
Davi não venceu Golias?
o andar trêmulo dos que no dormem a noite tranquila
Marta venceu o medo e deu nota vermelha o ao marido, o expulsou de casa
minha tia derrubou o câncer e está feliz
um povo unido derrubou o muro de Berlim
eu sou o exército de um homem só, as batalhas estão em meu sangue
a guerra do guerreiro do cotidiano.
Aquela borboleta venceu o cansaço e visitou uma flor
a comunicação entre o serres da vida difícil faz de nossa luta objeto de vitória
a comunicação se dava por tambor, hoje acontece no derrubar da maldade
desde os imemoriais tempos africanos de nossos ascendentes
até a última fala deste dia que precede este
até o último suspiro de alivio e de justiça
a lei caiu mas a falta de respeito ainda reina
o trabalho é maior quando se tem de vencer quem sempre te humilhou com cara de bacana
vencemos a lei 100 pro uma questão eleitoral
vento que sopra deste litoral e nos faz sentir novos inda que velhos de tanto sofrer
quem nos faz sofrer há de pagar por tanta covardia
não há lei 101, há o povo, o direito meu que começa quando seu acaba
o seu ontem acabou,o meu hoje começa
o andar trêmulo dos que no dormem a noite tranquila
Marta venceu o medo e deu nota vermelha o ao marido, o expulsou de casa
minha tia derrubou o câncer e está feliz
um povo unido derrubou o muro de Berlim
eu sou o exército de um homem só, as batalhas estão em meu sangue
a guerra do guerreiro do cotidiano.
Aquela borboleta venceu o cansaço e visitou uma flor
a comunicação entre o serres da vida difícil faz de nossa luta objeto de vitória
a comunicação se dava por tambor, hoje acontece no derrubar da maldade
desde os imemoriais tempos africanos de nossos ascendentes
até a última fala deste dia que precede este
até o último suspiro de alivio e de justiça
a lei caiu mas a falta de respeito ainda reina
o trabalho é maior quando se tem de vencer quem sempre te humilhou com cara de bacana
vencemos a lei 100 pro uma questão eleitoral
vento que sopra deste litoral e nos faz sentir novos inda que velhos de tanto sofrer
quem nos faz sofrer há de pagar por tanta covardia
não há lei 101, há o povo, o direito meu que começa quando seu acaba
o seu ontem acabou,o meu hoje começa
A QUEDA DA LEI 100
Eu atirei em toda forma de covardia
a bala ricocheteou e desceu do muro a covardia continuava lá
lancei cães enormes e alados em sua direção, disse do prazer de viver, ser
Eu desferi um golpe de justiça na lei 100
sem vergonha na cara de quem rouba trabalho de concursado
eu desferi golpes de amor maior onde só resistia a dor
eu venci o medo quando proferi o pior dos segredos eu disse que ainda poderia ser eu na minha triste solitária companhia
eu volvei ,eu voltei a ser o que nunca fui[
eu voltei a ser o projeto inacabado de um homem novo
novas ideias, idas e vindas e tropeços na terra, eu desejo sempre uma nova era
com um povo feliz em uma nova terra
sem companhia desagradáveis por não serem legítimas, companhias de quem trabalha
felicidade que não se acaba
mesmo que nunca efetivo sei que foi feita a justiça
a Constituição não foi escrita a lápis
o meu desejo de conhecimento invade o dia e me faz pensar em novas possibilidades
maldita lei que beneficiou pobres servidores agora órfãos de um agrado governamental
por outro lado, os guerreiros de concurso, agradecem este novo momento
pois sabem o que d=ficar sem dormir para a vida melhorar
lei 100 deve cair como toda forma de opressão e injustiça
a coroa brilha em um ano de muitas mudanças
um gesto na rua denuncia a esperança de dias melhores
sem privilégios, sem lei falsa, sem imagem falsa
educação não é caridade, é algo sério para ser tratado como cabedal de empregos de um bando de incompetentes puxa-sacos
a lei sem vai tarde e construir um novo momento é a grande vontade
sem tucanada mentirosa, sem falsas promessas, sem perseguições desnecessárias.
um novo tempo em que há o que de direito ser,
a bala ricocheteou e desceu do muro a covardia continuava lá
lancei cães enormes e alados em sua direção, disse do prazer de viver, ser
Eu desferi um golpe de justiça na lei 100
sem vergonha na cara de quem rouba trabalho de concursado
eu desferi golpes de amor maior onde só resistia a dor
eu venci o medo quando proferi o pior dos segredos eu disse que ainda poderia ser eu na minha triste solitária companhia
eu volvei ,eu voltei a ser o que nunca fui[
eu voltei a ser o projeto inacabado de um homem novo
novas ideias, idas e vindas e tropeços na terra, eu desejo sempre uma nova era
com um povo feliz em uma nova terra
sem companhia desagradáveis por não serem legítimas, companhias de quem trabalha
felicidade que não se acaba
mesmo que nunca efetivo sei que foi feita a justiça
a Constituição não foi escrita a lápis
o meu desejo de conhecimento invade o dia e me faz pensar em novas possibilidades
maldita lei que beneficiou pobres servidores agora órfãos de um agrado governamental
por outro lado, os guerreiros de concurso, agradecem este novo momento
pois sabem o que d=ficar sem dormir para a vida melhorar
lei 100 deve cair como toda forma de opressão e injustiça
a coroa brilha em um ano de muitas mudanças
um gesto na rua denuncia a esperança de dias melhores
sem privilégios, sem lei falsa, sem imagem falsa
educação não é caridade, é algo sério para ser tratado como cabedal de empregos de um bando de incompetentes puxa-sacos
a lei sem vai tarde e construir um novo momento é a grande vontade
sem tucanada mentirosa, sem falsas promessas, sem perseguições desnecessárias.
um novo tempo em que há o que de direito ser,
segunda-feira, 24 de março de 2014
OI
Eu declinei da esteira e fui até onde mora o ódio
eu o vi como velho companheiro nos olhos de um que me insultava
agora representado por uma birrenta criança
quer destruir a ventura do conhecimento quer nos matar de barulho
que nado no fundo do silêncio e requeiro silêncio
Em sua vida de pobre amargura todo insultado quer ver o sofrimento de seu docente, mas se engana quando escolhe
nem todos se curvam e são ratos covardes
a vida do contato com a raiva do outro já premeditada do outro triste do outro
o dia se mostra sol e clarividente desejo o melhor para esta semente ingrata
ignara e destituída de carinho
tem que se saber quando tem de ser gente para não sofrer de inocência
mas cansa e muito, penso em abandonar maldito trabalho
ser mais eu e mandar tudo ao caralho
e viver somente viajar, ver novas versões do vento e saber -se em outros ambientes[
sinto que este enforcar cotidiano pode me levar ao absurdo do grito
o grito do inaudito
o grito que se possa gritar
o grito no ato de amar e de ver novos mundos em sonhos
livre da tristeza, livre destes demônios de amoníaco
livre de você, na paz, na raiz de cal, no momento fatal
em mim mesmo genjial por sinal
eu o vi como velho companheiro nos olhos de um que me insultava
agora representado por uma birrenta criança
quer destruir a ventura do conhecimento quer nos matar de barulho
que nado no fundo do silêncio e requeiro silêncio
Em sua vida de pobre amargura todo insultado quer ver o sofrimento de seu docente, mas se engana quando escolhe
nem todos se curvam e são ratos covardes
a vida do contato com a raiva do outro já premeditada do outro triste do outro
o dia se mostra sol e clarividente desejo o melhor para esta semente ingrata
ignara e destituída de carinho
tem que se saber quando tem de ser gente para não sofrer de inocência
mas cansa e muito, penso em abandonar maldito trabalho
ser mais eu e mandar tudo ao caralho
e viver somente viajar, ver novas versões do vento e saber -se em outros ambientes[
sinto que este enforcar cotidiano pode me levar ao absurdo do grito
o grito do inaudito
o grito que se possa gritar
o grito no ato de amar e de ver novos mundos em sonhos
livre da tristeza, livre destes demônios de amoníaco
livre de você, na paz, na raiz de cal, no momento fatal
em mim mesmo genjial por sinal
domingo, 23 de março de 2014
SOFRANET
viveria-se mal se somente se visse na tela da vitrine espacial
vive-se bem sem que lhe avisem da beleza do existir
Pequenos seres de inteligência artificial tiram nossa atenção fundamental
prometem-nos conhecimentos, entregam-nos alienação.
máquinas decantadas nunca então por homem das letras cantadas
versos como um ruflar de casas
sob a agitação desta nova forma de comunicação.bairral bairrista,. do universo artista
A nos incendiar de uma sincera ilusão ,de um novo tempo que não chegará
luzes de cybersvagalumes a inventar o egoísta da noite
música de acoite e toda a cena do game maquiada
a internet não é somente janela do mundo, mais que nada , e não existe tal qual fora de casa
Mas que isso: http é;você.
sua noção de tempo é errada
ela nos induz ao abandono de quem amamos por minutos segundos ou na eternidade
eternet quando cortada, brilhanet quando nos casa, porcanet quando enlameada
savanet quando pesquisada, encrenquenet quando toda obrigada
destrunet quando da lâmpada queimada, intrutinet quando bem usada amorete para quem de amores da
tela se perdeu,
que nas luzidias lanternas que enfeitiçam nossas mentes bárbaras, tal qual ouro por espelho não me vejo, nem prevejo outras hist´rias e sabores da vida e daenseada do medo
a tela agora é nosso desenredo, nosso drama social, por tentar ver no outro mais que animal
e por não fugir do individualismo fatal
novos tempos e termos e seu avô não pode entrar, pois a luz da sabedoria não brilha tanto como as luzes de neon.
o dia nasce e na sala todos dormem sem terem de facto comunica o essencial o essencial amor
teremos que aprender novamente a virar a cabeça e dizer eu te amo
como sempre fizeram, na história da humanidade, não há softiuer diante da liberdade de uma descompromissada conversa
essa é verdadeiros poque de tela os olhos maiores são donos de nossa essencialidade, de nossa verdadeira vontade.
vive-se bem sem que lhe avisem da beleza do existir
Pequenos seres de inteligência artificial tiram nossa atenção fundamental
prometem-nos conhecimentos, entregam-nos alienação.
máquinas decantadas nunca então por homem das letras cantadas
versos como um ruflar de casas
sob a agitação desta nova forma de comunicação.bairral bairrista,. do universo artista
A nos incendiar de uma sincera ilusão ,de um novo tempo que não chegará
luzes de cybersvagalumes a inventar o egoísta da noite
música de acoite e toda a cena do game maquiada
a internet não é somente janela do mundo, mais que nada , e não existe tal qual fora de casa
Mas que isso: http é;você.
sua noção de tempo é errada
ela nos induz ao abandono de quem amamos por minutos segundos ou na eternidade
eternet quando cortada, brilhanet quando nos casa, porcanet quando enlameada
savanet quando pesquisada, encrenquenet quando toda obrigada
destrunet quando da lâmpada queimada, intrutinet quando bem usada amorete para quem de amores da
tela se perdeu,
que nas luzidias lanternas que enfeitiçam nossas mentes bárbaras, tal qual ouro por espelho não me vejo, nem prevejo outras hist´rias e sabores da vida e daenseada do medo
a tela agora é nosso desenredo, nosso drama social, por tentar ver no outro mais que animal
e por não fugir do individualismo fatal
novos tempos e termos e seu avô não pode entrar, pois a luz da sabedoria não brilha tanto como as luzes de neon.
o dia nasce e na sala todos dormem sem terem de facto comunica o essencial o essencial amor
teremos que aprender novamente a virar a cabeça e dizer eu te amo
como sempre fizeram, na história da humanidade, não há softiuer diante da liberdade de uma descompromissada conversa
essa é verdadeiros poque de tela os olhos maiores são donos de nossa essencialidade, de nossa verdadeira vontade.
DORES DE AMOR
folheio as páginas das dores de amor
em pétalas de papel eu prendi seu nome em versos
eu náuseas de hotel aguardei sua vinda aos tropeços pela escada tropeço e desmaios da cor da noite
Fechado para balanço total recordo da chama do amor e das vindas em noites claras de sua não mais presença rara
Recordo para não mais me fechar e amar como o céu ama no firmamento por estar
destruir tamboretes de ódio e construir casas de amor na linha da vida que recebe a passagem do tempo
a ingratidão virou névoa, não mais acontece lamento
A minha vida é uma passagem de ida sem caminho para que volte ou vote
colecionar flores de fotografias pardas em palavras novas
novas eras de verdade, verdades nuas, suas, nossas.
repensar e ler o mundo nas asas da borboleta
nos duros olhos caninos de ter dor e que exibem a maldade humana
essa cara matutina de susto quando o vento passa
este gesto em forma de espera, tudo conversa com o homem, de o homem, para o homem como se nada mais por si só se pertencesse,
mas este só escuta o sinal, só pensa no sinal, para que se apresente
e consiga consertar a vida, sem nem ao menos saber da sua a concertar-se aqui
eu encaro minha impossibilidade com brandura e vivaz aceitação
estar também é poder potencialmente, e ser é poder dizer a que vai ou a que veio sem receio
esse novo tempo de cuidar-se
há que durar para reinventar um tempo novo, maduro, especial, gostoso
um tempo de alergia à maldade e da esperança que nos invade
um tempo de conversas verdadeiras para os ricos e os sem eira nem beira
uma hora de repouso da crueldade do mundo
estar consigo é amar-se infindo.
em pétalas de papel eu prendi seu nome em versos
eu náuseas de hotel aguardei sua vinda aos tropeços pela escada tropeço e desmaios da cor da noite
Fechado para balanço total recordo da chama do amor e das vindas em noites claras de sua não mais presença rara
Recordo para não mais me fechar e amar como o céu ama no firmamento por estar
destruir tamboretes de ódio e construir casas de amor na linha da vida que recebe a passagem do tempo
a ingratidão virou névoa, não mais acontece lamento
A minha vida é uma passagem de ida sem caminho para que volte ou vote
colecionar flores de fotografias pardas em palavras novas
novas eras de verdade, verdades nuas, suas, nossas.
repensar e ler o mundo nas asas da borboleta
nos duros olhos caninos de ter dor e que exibem a maldade humana
essa cara matutina de susto quando o vento passa
este gesto em forma de espera, tudo conversa com o homem, de o homem, para o homem como se nada mais por si só se pertencesse,
mas este só escuta o sinal, só pensa no sinal, para que se apresente
e consiga consertar a vida, sem nem ao menos saber da sua a concertar-se aqui
eu encaro minha impossibilidade com brandura e vivaz aceitação
estar também é poder potencialmente, e ser é poder dizer a que vai ou a que veio sem receio
esse novo tempo de cuidar-se
há que durar para reinventar um tempo novo, maduro, especial, gostoso
um tempo de alergia à maldade e da esperança que nos invade
um tempo de conversas verdadeiras para os ricos e os sem eira nem beira
uma hora de repouso da crueldade do mundo
estar consigo é amar-se infindo.
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