LUMINURA
Durante séculos eu guardei para mim todos os orvalhados mistérios da escuridão
Eu, espectro que dança na noite fria, destituído de mim e de minha antiga fisionomia.
O grito rompe a canção do tempo e faz da monotonia um correr de praças, sons e abraços, as horas que compõem a imensidão do dia
eu sou o verbo colhido sem asco e que pousou na janela das piruetas toscas do teu divino telhado
eu sou pingo do sereno, o homem moreno pequeno diante do degredo da vida.
Diante de uma página amareladamente esquecida
eu sou a letra torta que ninguém repara
eu sou asas novas para essa vida rara, que tenho de engolir como rum... amargamente entristecida, ,aqui ali e em lugar algum...,
eu sou sozinho mesmo de mim a melhor das enfibraturas
as piores verdades contidas nos versos pospostos da melhor das iluminuras.
Eu, espectro que dança na noite fria, destituído de mim e de minha antiga fisionomia.
O grito rompe a canção do tempo e faz da monotonia um correr de praças, sons e abraços, as horas que compõem a imensidão do dia
eu sou o verbo colhido sem asco e que pousou na janela das piruetas toscas do teu divino telhado
eu sou pingo do sereno, o homem moreno pequeno diante do degredo da vida.
Diante de uma página amareladamente esquecida
eu sou a letra torta que ninguém repara
eu sou asas novas para essa vida rara, que tenho de engolir como rum... amargamente entristecida, ,aqui ali e em lugar algum...,
eu sou sozinho mesmo de mim a melhor das enfibraturas
as piores verdades contidas nos versos pospostos da melhor das iluminuras.
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