Ninguém merece a prova de 100.
Se o aluno soubesse o tanto de trabalho extra e sem resultados que essa bendita prova nos acarreta em pleno final de ano, faria de tudo para passar de etapa. Não funciona mesmo e torna-se um faz-de-contas absurdo. Há a evidência do problema desse tipo de "progressão" , no que diz respeito às competências firmadas no cbc e que precisariam ser atribuídas a esse aluno "estudioso" , mas não são contempladas, pois o que acontece é um resultado quase sempre ruim, fraco desempenho do mesmo em leitura e interpretação de texto. Isso ainda assusta muito !
. Essa invenção de" rotor ruter "de final de ano definitivamente não funciona e deveria ser trocada o mais rápido. E há, em muitos casos, até quase ter de implorar para que o sujeito possa assinar a avaliação e fazê-la, ou seja, tentar realizar tudo aquilo que deveria ter sido feito e não foi. Nesse sentido, alguma coisa de podre sempre rondou a educação brasileira e os poderosos nunca quiseram resolver a questão, então existe uma saudação ao fracasso escolar e todos perdem ; pois vamos décadas a fio pagando por um estado irresponsável para com seu povo, sobretudo em relação aos mais simples economicamente.
Muitas pessoas que leem e não compreendem o que as palavras querem dizer não escapam da alineação social e não conseguem entender o mundo por outros pontos de vista. Essa noção da própria responsabilidade nesse plano e na compressão dos significados existentes, tanto quanto a necessária alteridade decodificada podem ser sim possibilidades para evitar a intolerância social, e por outro lado e trazer o acesso a uma relação ensino-aprendizagem com mais qualidade, pois é desse esse bem tão precioso que se conhece direitos e mudanças acontecem. Não há por agora a proliferação de uma saudável e eficiente estrutura educacional que elabore uma natural decodificação dos signos, símbolos e estruturas discursivas. Isso é importante e fundamental e previsto na Constituição Federal , o direito ao lazer, e à informação. Muitos tentam, somente quem souber se adaptar ficará
A quem estiver na prova de cem, façam-na com respeito e entendam que estudar é processo, independência é consequência.
Se o aluno soubesse o tanto de trabalho extra e sem resultados que essa bendita prova nos acarreta em pleno final de ano, faria de tudo para passar de etapa. Não funciona mesmo e torna-se um faz-de-contas absurdo. Há a evidência do problema desse tipo de "progressão" , no que diz respeito às competências firmadas no cbc e que precisariam ser atribuídas a esse aluno "estudioso" , mas não são contempladas, pois o que acontece é um resultado quase sempre ruim, fraco desempenho do mesmo em leitura e interpretação de texto. Isso ainda assusta muito !
. Essa invenção de" rotor ruter "de final de ano definitivamente não funciona e deveria ser trocada o mais rápido. E há, em muitos casos, até quase ter de implorar para que o sujeito possa assinar a avaliação e fazê-la, ou seja, tentar realizar tudo aquilo que deveria ter sido feito e não foi. Nesse sentido, alguma coisa de podre sempre rondou a educação brasileira e os poderosos nunca quiseram resolver a questão, então existe uma saudação ao fracasso escolar e todos perdem ; pois vamos décadas a fio pagando por um estado irresponsável para com seu povo, sobretudo em relação aos mais simples economicamente.
Muitas pessoas que leem e não compreendem o que as palavras querem dizer não escapam da alineação social e não conseguem entender o mundo por outros pontos de vista. Essa noção da própria responsabilidade nesse plano e na compressão dos significados existentes, tanto quanto a necessária alteridade decodificada podem ser sim possibilidades para evitar a intolerância social, e por outro lado e trazer o acesso a uma relação ensino-aprendizagem com mais qualidade, pois é desse esse bem tão precioso que se conhece direitos e mudanças acontecem. Não há por agora a proliferação de uma saudável e eficiente estrutura educacional que elabore uma natural decodificação dos signos, símbolos e estruturas discursivas. Isso é importante e fundamental e previsto na Constituição Federal , o direito ao lazer, e à informação. Muitos tentam, somente quem souber se adaptar ficará
A quem estiver na prova de cem, façam-na com respeito e entendam que estudar é processo, independência é consequência.