domingo, 21 de agosto de 2016

ne número 1

Quando bateste a porta na minha cara
eu chorei tua presença, tua imagem ali rara
O mundo das telas não mais te mostrava em minhas teias
O tempo venceu a ilusão do laço de sangue a bater em nossas veias .
Quase morri, varei noites a carpir o despir em mim de tua presença.
Sou outro, baby! Aprendi a gostar de mim
Prefiro hoje o meu quarto, meu silêncio ali tão caro
as batidas do violão e o sorriso maravilhoso de minha mãe
gostar de mim é tão legal que mantenho essa ideia atual.
Para você, baby, um abraço e um tchau!

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