domingo, 24 de março de 2013

som

o cravo brigou com o som
debaixo dos pés do tenor
o cravo desafinou
o tenor despetalou

o cravo retumbou na janela
o tenor desiludiu-se
o cravo saiu ferido
o tenor ai que se riu-se.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

ali

cantava o sol e sua duraçãoo quando você apareceu
impossível os olhos não mais  se olharem
para que as bocas se toquem no mais divinal beijo
para que as mãos criem esculturas de sombras na parede do hotel.

o sol inunda nossa cama enquanto nos amamos, passamos da noite imensa
para o dia que entra por entre os raios de sol que esculpe nosssos corpos
no alvorecer...

cantarei
nas nuvrens antes do priemiro onibus
do primeiro sopro de sol quente
antes dos primeiros transeuntes
antes de eu ser eu eu vc set vc
antes de separamo-nos
para nunca mais amamor-nos
se  a fila nada
nada na onda , na ôla
no grito de prazer, no instante da morta do tempo
no coito, na noite para que outras vejam e tb venham


natureza

passarinho pequeno canta para meu amor voltar passarinho grande não tenha medo da dor abelha faz o mel e o dia passa por entre as coisas a linhagem nova de uma gota que ousou cair dao bacateiro e encontrou a pitangueira e criou nova cor, porque nova arvore a acolhe o som do que restou do mato, bem te vi beija a flor coruja emenda o divino da madrugada sabiá recomenda novos olhos imagem nova de pássaros asas etéreas, avioes prometeus canta passarinho sem medo da solidão sabe-se ser e ter-se a qualquer momento rio há de avistar a grandeza do mar mosca há de ser da montanha contrário e parte a natureza me faz ser uma fdorça dela e a isso eu agradeço porque ganho , recebo, sem preço ou comercio, o melhor das contadades vejo-a perto de mim, acontecendo e mudando-se e mudando o mundo dos oblíquos, dos claros e dos contrários.

academia

Não olhava pra ninguém, ficava lá no fundo da academia e esperava a chegada de seua pares para dizerem idiotices a vontade, sentado eu os observava sempre, em silêncio e fazia meus costumeiros exercícios. A alegria do suleito alto, forte, branco bem bronzeado sem adeixar-se avermelhar cirava espanto pela beleza e isso era o que todos gostavam del, a grande alegria e entusiasmo com que recebia seus amigo Fingia nao me ver como a outros com quem não se identificava sem nem ao menos conhecer, riase: __ ô viado, demorou hoje, ixi, ta virando já, olha lá que eu pego hein e ria... Todos os outros ram também e a tarde já pricurava a noite que anumciva por seu vez seus primiros tons no vespertino. passava eu de um aparelho a outro e via a contorção de meus músculos me trazer a esfuziante certeza de que viver ainda é melhor ou pelo menos molda-se a vida com o que se consegue dela. --- sua bichinha, sua namorada tava dando sopa na clube --- para com isso fi, dizia o outro, sou home rapa vai e volta das correntes dos aparelhos e música americana de todos conhecem toda conta do dvd e há um silêncio mistico e tudo volta a serser o que antes era, há também momentos de silêncio em que sol direto de onde é poder total lança suas chmas sobre nós, podendo haver o resto dia que premeditara a noite Agora já cumpri minha deliciosa sina e cuidei de mim, estou pronto pra ir embora, olhos de touro de ódio que antes olhava para a bunda do colega, vir-ase para um rapaz de uns 14 anos e dispara>__Alexandre, o crende, vi o filme, véio, guerreiro, maior machao o cara, e de uma hora para outra ele se vira e bieja outro homens, fiquei cokm novo daquilo, no, --faz cara de nojo e o o outro diz, -- maior boiola , outro. os dois riem já sabemos da noite e um vento grande toma conta do ambiente. sou puro suor, e agradeço a mim a minha vontade de ser cada vez mais dono de mim e da minha liberdade. A noite confirma isso. Olhou-me mis uma vez, riu desdenhosamente do próprio comentário, é como se esse assunto fosse amis importante do que a vida, ela falava sempre da homossexulaidade aleheia com proriedade, desconhecendo talvez a própria.Talvez isso fizesse com que fora do grupo costumeiro nao havia para le muitas amizades, enfim, mas a confirmação de seu discurso homofóbico era a cinta da boca de muitos que saíam com medo da inocencia do sujeito. pronto, agorea vou-me, acabei. sáio esinto a noite adolescer, voltarei para a casa e tomarei a costumeira ducha, a energia pura do meu corpo me diz que foi bom ter ido lá. Na subida da morro, eu pensava na frida khalo, na força desta mulher, no exemplo p´ra outra s mulhere do mundo, mas cai do méxico e vim para na minha cida quando percebio uma somenbra cionhecida, lá na academia via a somrba dela no espelho, agora sei que está perto,passa por mim, eu nada sinto, nada comreendo, não sei o que acolntece, passa por mim e em olha novcamente, será que epensava que eu era da raça alexanrina, se pensava que sim acertava e e u nem o vcia porque via a noigte e a luz dos postes repletos de meriposas, chega a hora de voltar Ele passa e entra numa casa bonita. descubro naquele momento que é qusase vizinho de mim, mora ali e entra robusto e cara de desdém na boca semiaberta. Estranha forma que não se vce no outro, meus passou estõa em harmonia com meu corpo, subo o morro da minha casa e passo na porta, nsesse a´timo de segundo, em que eu estava a frente da garagem da casa do meu grande amigo de velha data percebo , primeiro um barulho, um estrondo que vinha de dentro do lado do muro, meus ouvidos já não queriam ouv ir, masd foram obrigados devido o alyto silencio que rodeava o acto, dizia uma voz de mulher amadurecida--- vagabundo, sem vergonha ce ta penando que eu sou o que , e a outra voz dizia,--- calma mae, calma mae, ela respondia: calma, vocçe, usa a cueca e suja ela toda de cocoÇo e eu tenho que ter calma, marca de bicicleta num hoemem deste tamanhaho, toma vergonha rapaz. OUtro som de batidas--- Fala alto nao, mae,o mae.... e a voz some, ensaioe faço uma gargalhada nova mas que não seria ouvida por eles. Viro a esquina vejo minha casa , entro, desanso e durmo.

?

Um tempo novo de escolhas novas um cheiro antigo de incertezas velhas um canto triste a lapela na tarde de sábado espera todo amor que iluda não traz fruto que sendo o mias importante atributo das almas seja silêncio minutos tempo que se decompõe em desejo absurdo freud novo nova era novo canto de sániá de primvara casca da lima do limão quem dera vida de gato no telhado da vida salada mix de tevista velha de artista caneta nova cnaeta fina caneta é o canto da caligrafia um velho tempo e suas recordações decorar quadro veha nova insitente lição que um tempo novo adviria seria entao um tempo do mais e do bem enquanto as coisa de Pandora seriam aniquiladas contra a mulher ainda há esse ruim emblema de maldade nos homens ] para que exista tempo ou novo momento] agressão deixará de ser o tom e furta novca da mn hã descerá do céu poura alegria em todo tempo em toda compamnhia

ser

Deucalião e Pirra
desatado no sábado
a espera de algo maior que isso
talvez a tristeza ou o paraíso
isso
me dá vontade de cantar lá rá rá

É-me difícil ser sem anser
essa vontade que não devé ser mais que mera identidade
fogadas ao fogo ou sob a boca do  trovão
morre jazida dentro de mim, explosão

a vida passa a carruagem dos minutos inunda seu estilo
e treme a terra de meteoritos que quase batem
ou de detritos do sol da tarde
essa imagem de vulnerável beleza nos enche de pequenas virtudes diárias.
ser os dois primeiros helenos
ser mais ou menos
ser você e nao é ser menos
 ser cabelo de vênus
na tarde nova do dia dia  do mais ou menos.


domingo, 3 de fevereiro de 2013

spash, delicia etérea, depois o medo
sofrer os anseios milares
nos degraus da razão e docoração.

splas na carra, no corpo inteiro
a pequena morte nos avisa da grande
a sereia milimétrica se enhe de pus de vida
na subida dos desejos, na descida de terceiros.

se o que peecede é extase eo que depois acontece é a vida
o momneto exato é artefacto
é acto
é pacto mesmo que momentâneo....

spash na cara de quem dá carinho e  passa amor
splah contra os assassinos da  flor
sphas em em mim,,em você, meu amor